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segunda-feira, abril 11, 2016

Os 31 Dias de Greve de Fome do Nuno Dala

Nuno Álvaro Dala, de 31 anos, completa hoje 31 dias de greve de fome. Está somente a cinco dias de distância do recorde estabelecido pelo Luaty Beirão, e a seis dias de ter cumprido um dia de greve de fome por cada ano do ditador José Eduardo dos Santos no poder.Admiro a coragem de Nuno Dala. Não está em greve por querer ser livre: já o é. A sua consciência é livre e o regime, por mais brutal e estúpido que seja, não tem como ganhar ao Nuno. Nuno Dala deixou de comer porque os serventes do ditador recusam-lhe o direito de alimentar a sua bebé Joaquina, de 10 meses, de providenciar para a sua esposa Raquel e os seus irmãos, mantendo o confisco dos seus cartões de crédito, dos seus bens pessoais. Ler mais (MAKA)

terça-feira, outubro 27, 2015

José Eduardo Agualusa: "Inicia um movimento pró-democracia em Angola"

Escritor diz que o caso de Luaty chamou a atenção para a democracia, mas o Presidente tem uma "frestazinha ainda aberta para encontrar uma saída airosa".

A suspensão da greve de fome do activista Luaty Beirão e a carta que ele escreveu aos companheiros “marcam o início de um movimento pró-democracia em Angola”, disse o escritor angolano José Eduardo Agualusa à VOA nesta terça-feira.
O autor de A Rainha Ginga, Barroco Tropical, Nação crioula, O ano em que Zumbi tomou o Rio, O vendedor de passados e As mulheres do meu pai, entre outras obras,  recusa qualquer ideia de rendição de Luaty e destaca o facto do caso “ter tido uma enorme repercussão em alguns círculos dentro de Angola”.
A nível internacional, Agualusa diz ter merecido um “impacto muito grande em lugares que não tinham grande conhecimento de Angola”, como por exemplo “no Brasil onde houve uma tomada de posição de importantes nomes da cultura brasileira”.

quarta-feira, novembro 07, 2012

Reclusos da cadeia de máxima segurança de Maputo em greve de fome

Reclusos da cadeia de máxima segurança de Maputo estão desde sexta-feira em greve de fome, alegadamente após buscas que resultaram na apreensão de telemóveis e droga, informou hoje em comunicado o Serviço Nacional das Prisões (SINAPRI) de Moçambique.