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terça-feira, fevereiro 21, 2017

Falar de tseke é dizer aos moçambicanos desenrasquem-se porque não há solução, João Mosca

O Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar (MASA) apresentou ao Conselho de Ministros, no início do mês, uma proposta de massificação da produção da planta alimentar “Amaranthus”. “Falar de tseke neste momento é dizer as pessoas que não há maneira de resolver o problema e desenrasquem-se como quiserem, com plantas naturais, porque não há solução. Mais, está a dizer coisas as pessoas que elas já sabem e não precisam que ninguém lhe diga isso, é uma indignidade total do Governo vir com esse discurso, porque não pensa no milho” disse ao @Verdade o professor João Mosca que recordou que a produção de milho produzido no País é insuficiente para a nossa dieta alimentar.
De acordo com o Governo esta planta, vulgarmente conhecida em Moçambique pelo nome de tseke, mboa, bonongwe, dhimbwe ou nheua, “tem potencial para melhorar a nutrição, aumentar a segurança alimentar, promover o desenvolvimento rural e apoiar o cuidado sustentável da terra. No campo nutricional as folhas de “amaranthus” apresentam um conteúdo elevado de proteína, ferro, cálcio, fenóis, antioxidantes e vitaminas (A e C) e superam as beterrabas e espinafre”.
Inclusivamente, e na sequência de estudos realizados pelo Instituto de Investigação Agrária de Moçambique, foram produzidas sementes para sua a comercialização.
Instado a comentar sobre esta ideia do Executivo de Filipe Nyusi, o director do Observatório do Meio Rural(OMR), João Mosca, questiona se “fazer investigação do tseke é prioridade deste País?”. Ler mais (@Verdade – 21.02.2017)

sexta-feira, fevereiro 10, 2017

@Verdade Editorial: Haja paciência!

Definitivamente, o Governo moçambicano não é sério, pois, além de incompetente e medíocre, é deveras patético, para não falar do seu lado prepotente. Se porventura existisse o ranking dos piores e mais ridículos Governos do mundo, sem sombras de dúvidas a primeira posição seria ocupada por mérito próprio pelo Governo da Frelimo. Até porque reúne todos os requisitos necessários: é um Governo sem agenda, que vive medindo a paciência dos moçambicanos.

Ao longo do tempo, para além de demonstrar até à náuseas a mediocridade e falta de bom-senso por que ainda se rege, o Executivo de Filipe Nyusi tem vindo a insultar a inteligência do povo moçambicano.

Nestes últimos dias, como sabemos, devido à crise económica que está a empurrar o país para uma situação de caos, provocada pelo Governo da Frelimo, o Executivo de Nyusi anda desnorteado, chegando até a se reunir para tomar medidas insensatas e patéticas, tal como o incentivo a produção de nheué (tseke, como é conhecida na região sul do país), uma planta que surge em qualquer parte à semelhança de capim sem necessidade da sua plantação. Aliás, trata-se de uma planta abundante ao redor das casas de banhos, sobretudo aquelas construídas na parte exterior das residências nas zonas suburbanas e rurais. Ler mais (@Verdade – 10.02.2017)

quarta-feira, fevereiro 08, 2017

Conselho de Ministros analisa proposta de produção de ”tseke”

Segundo informações do executivo, já foram produzidas sementes em quantidade para comercialização.
O Conselho de Ministros analisou, hoje, a proposta de produção do amaranthus, nome científico de uma planta alimentar que na região Sul do país é conhecida por ”tseke” e “nheua“, no Norte.
Trata-se de uma planta silvestre que, segundo dados do Governo, possui um elevado teor nutricional e fácil cultivo.
Segundo informações do executivo, já foram produzidas sementes em quantidade para comercialização.
Fonte: O País – 08.02.2017