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quarta-feira, janeiro 02, 2013

EMBAIXADORA DO PAÍS NÓRDICO EM TOM CONTUNDENTE


Suécia faz duras críticas e “recomendações” ao Governo


"A degradação cada vez maior das condições de vida dos moçambicanos desfavorecidos está a preocupar a Suécia a ponto de recomendar ao Governo para tomar “medidas concretas” para inverter a situação. de todos, em especial, os mais desfavorecidos”, enfatizou Ulla Andrén, embaixadora da Suécia em Moçambique.

“O Governo também precisa de trabalhar para um crescimento inclusive e garantir que o rendimento futuro da extracção de recursos naturais seja distribuído para o benefício de todos, em especial, os mais desfavorecidos”, enfatizou Ulla Andrén, embaixadora da Suécia em Moçambique.

Aquela diplomata acrescentou ainda que Moçambique necessita de criar mais empregos através da criação de melhores condições para as pequenas e médias empresas “e a Suécia entende que a corrupção é um grande obstáculo ao desenvolvimento e que deve ser enfrentada com muita seriedade”.
Andrén apontou, mais adiante, que a governação é uma das áreas que tem de ser melhorada em termos de transparência e de gestão financeira pública.

Um outro desafi o lançado por Andrén ao Governo está relacionado com a consolidação da democracia em Moçambique, salientando que esta é outra área que preocupa o Governo do seu país.

Quem paga exige

Ulla Andrén falava, em Maputo, durante a cerimónia de assinatura da adenda entre Moçambique e a Suécia ao abrigo da qual aquele país nórdico prorrogou por um ano o apoio ao Orçamento do Estado de Moçambique e comprometeu-se a disponibilizar cerca de 48 milhões de dólares para aliviar a pobreza absoluta ao longo deste 2013.

A adenda visa prorrogar por um ano o presente acordo bilateral sobre o Apoio ao Orçamento do Estado, compromisso financeiro que tem especial atenção para permitir um maior desempenho do Governo moçambicano nasáreas de democracia, governação e gestão de finanças públicas.

quinta-feira, junho 28, 2012

“A corrupção é um problema muito grande e visível em Moçambique”

A chefe da diplomacia sueca no nosso país não percebe como é que um país que recebe ajuda externa suporta uma classe governante que vive faustosamente e anda em carros luxuosos. Por outro lado, Ulla Andrém diz que a corrupção em Moçambique é um problema muito grave e está espalhada em toda a sociedade.