O professor de Ciências Políticas e Administração Pública da Universidade Eduardo Mondlane, João Pereira, comentou o acordo entre RENAMO e Governo que prevê a divisão da maioria dos assentos da CNE.
As negociações entre RENAMO e Governo em Moçambique acabaram levando a uma nova configuração da Comissão Nacional de Eleições (CNE) e ao temor de um retrocesso na democracia do país. A CNE deverá ser composta por 17 membros, entre representantes de três partidos políticos, nomeadamente a Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), a Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO) e Movimento Democrático de Moçambique (MDM) – o segundo maior partido da oposição – além da sociedade civil.




