Mostrar mensagens com a etiqueta Marcolino Moco. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Marcolino Moco. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, fevereiro 08, 2021

Bullying racista e xenófobo - Marcolino Moco

 "O jurista e antigo primeiro-ministro Marcolino Moco insurgiu-se contra o que chamou de “bullying racista e xenófobo” à volta do líder da UNITA, Adalberto Costa Júnior, e usou a sua conta no facebook para defender “uma clarificação dos conceitos de angolanidade e cidadania angolana”. In VOA

Tenho dito que um dos grandes problemas com grande parte dos partidários no poder em muitos países africanos é o extremismo e recurso à xenofobia. Para eles os que fazem parte, os membros e simpatizantes dos partidos no poder são os únicos patriotas, cidadãos com "agendas nacionais". É que se os partidos no poder fossem a pátria. Mas a questão quem são na verdade os que roubam nos seus países?

https://www.voaportugues.com/a/personalidades-angolanas-atacam-refer%C3%AAncia-do-mpla-ao-l%C3%ADder-da-unita-como-estrangeiro/5769613.html


segunda-feira, março 27, 2017

Pobreza angolana só poderá ser combatida se democracia for respeitada, defende Marcolino Moco

Em entrevista à DW África, o ex-primeiro-ministro comentou as declarações do candidato do MPLA à Presidência da República, João Lourenço, que prometeu combater a "pobreza extrema" em Angola se ganhar as eleições.
Angola só conseguirá combater a pobreza e se desenvolver quando os políticos do país respeitarem a democracia a as instituições democráticas. É o que defende o ex-primeiro-ministro de Angola e ex-secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Marcolino Moco.
Em entrevista à DW África, Moco comentou as declarações feitas no último fim de semana (25.03) pelo cabeça-de-lista do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) às eleições gerais de agosto no país. O candidato João Lourenço lamentou a pobreza extrema angolana, relacionando-a com o conflito armado que terminou há 15 anos, e prometeu combater essa realidade.
Marcolino Moco ressalta a existência de um regime implantado pelo Presidente José Eduardo dos Santos, que enfraqueceu as instituições democráticas em detrimento dos seus interesses, e compromete o desenvolvimento de políticas para os mais pobres. Confira a entrevista: Ler mais (Deutsche Welle – 27.03.2017)

segunda-feira, fevereiro 22, 2016

Marcolino Moco nega participar na "carnavalização da justiça" angolana

Antigo primeiro-ministro de Angola anuncia posição política caso for legalmente notificado para ir ao tribunal depor no caso dos 17 activistas.
Moco diz que mesmo que for notificado não comparecerá ao tribunal por não querer participar na “cavarnalização da justiça”.
Além do antigo chefe de Governo, o tribunal convocou, também pela mesma via, os activistas José Patrocínio e Rafael Marques, o jornalista William Tonet, e políticos como Abílio Kamalata Numa e Liberty Chiaka, ambos da Unita, Justino Pinto de Andrade e Nélson Pestana, do Bloco Democrático, entre outros.
“Este é um sistema soviético que está a ser utilizado no sentido de denegrir a minha imagem”, denuncia Moco, reiterando que, “ao contrário do que eles pensam que quando chamam africanos ao tribunal eles são criminosos, eu não”. Ler mais (Voz da América, 22.02.2016)

sábado, junho 08, 2013

Tendência de desacreditar os veteranos

É minha impressão?
Parece que por parte de alguns jovens da geração de viragem há uma tendência de desacreditar o questionamento dos veteranos quanto às lideranças actuais (actuais lideranças) em Mocambique e Angola. 

quinta-feira, abril 04, 2013

«Angola não vive em ditadura, mas tem efeitos semelhantes», diz ex-PM Marcolino Moco

O antigo primeiro-ministro e secretário-geral do MPLA, partido no poder em Angola, considerou em Luanda que o regime angolano “não é uma ditadura, mas tem efeitos praticamente semelhantes”.

“Há um grande desfasamento entre a proclamação de um Estado democrático e aquilo que se vive hoje, que provavelmente não é uma ditadura, daquelas que se viveu, por exemplo, no Zaire de Mobutu, ou no Uganda de Idi Amin, mas muitos efeitos são praticamente semelhantes”, disse Marcolino Moco.

“Embora ainda ligado ao MPLA, sei despir-me deste casaco. Angola vive uma hora grave”, acentuou Marcolino Moco.

Moco, que interveio no primeiro dia de trabalhos do congresso extraordinário da terceira maior força política angolana, a coligação CASA-CE, liderada por Abel Chivukuvuku, antigo dirigente da UNITA, foi convidado pela organização a apresentar uma comunicação sobre “O Estado, a Democracia e a Cidadania em Angola”.

domingo, novembro 04, 2012

Relatório eleitoral da sociedade civil criticado por Marcolino Moco



Escute aqui:aqui


O relatório elaborado por cerca de sete organizações da chamada sociedade civil, aponta várias irregularidades observadas, mas conclui que as eleições angolanas foram livre, justas e transparentes.

domingo, outubro 28, 2012

quarta-feira, fevereiro 08, 2012

Ex-PM Marcolino Moco propõe alternativa à revolução e à manutenção do atual estado de coisas

O ex-primeiro-ministro angolano Marcolino Moco propõe aos angolanos a alternativa "da cidadania, da intervenção social".Entre a continuação do regime, que considera marcado pela "arrogância" e o nepotismo, e uma revolução violenta, como as do norte de África.

segunda-feira, setembro 05, 2011

Revolta Popular é uma possibilidade - Marcolino Moco

Redes sociais na internet permitem aumentar dimensão do descontentamento com violações de direitos.

O antigo primeiro ministro de Angola, Marcolino Moco, disse em Benguela que, o país pode enfrentar uma revolta popular a semelhança do que ocorreu na Tunísia, Egipto e na Líbia, caso o MPLA, partido no poder, não efectue profundas reformas democráticas.

segunda-feira, março 07, 2011

A propósito de Kadhafi: Quem não liberta amarra-se a si próprio - Marcolino Moco

Luanda - O tempo é uma Escola Superior gratuita que muitos homens e mulheres não aproveitam, devido a diversas distracções. Neste momento vemos a História a desfilar diante dos nossos olhos sobre o chão da Líbia. Kadhafi parece determinado a desprezar, até as últimas consequências, as reiteradas lições da História.
Triste é que, sem alternativas, o povo líbio é abrigado a empreender um esforço inumano para se libertar das grilhetas da opressão, numa luta sem quartel, que deixa atrás de si a morte e a destruição.
 O povo de Angola não desconhece esta história, a de ter que segurar em armas para se libertar. Só que ao desviarmo-nos do caminho da moderação da tolerância e do perdão e ao cultivarmos, como elite política, uma apetência exacerbada pela corrida, sem princípios, às benesses do poder, teremos entrado num círculo vicioso em que tínhamos (acredito que ainda temos) tudo para nos deslindar.