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quarta-feira, maio 23, 2012

Milícias pró-Dos Santos atacam jovens críticos ao regime

Luanda - Um grupo de cerca de 15 indivíduos afectos às milícias pró-governamentais, armados com pistolas, catanas e varas de ferro, atacou esta noite o núcleo de jovens que tem liderado a organização de manifestações anti-Dos Santos, desde Março de 2011.
Pouco depois das 22h00, os atacantes irromperam, de surpresa, a residência do rapper Casimiro Carbono, no Bairro Nelito Soares, em Luanda, onde se encontravam reunidos 10 jovens. Ler mais

Fonte: Club-K - 23.05.2012

domingo, março 11, 2012

domingo, outubro 16, 2011

Polícia trava mil manifestantes no centro de Luanda

O trânsito parou na estrada de Catete, para ouvir os gritos de reclamações.

Manifestantes, neste sábado, em número que rondou um milhar de pessoas não conseguiram entrar na Praça da Independência, etapa final da marcha de protesto de um quilómetro, aproximadamente, um protesto contra a permanência de 32 anos de poder do presidente Eduardo dos Santos. Ler mais

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segunda-feira, setembro 05, 2011

Cronologia da repressão de 3 de Setembro em Luanda – Vídeo

Lisboa – Segue na integra a cronologia da manifestação de Sábado (03) que levou o governo angolano a reprimir um grupo de jovens universitários e jornalistas da TPA, VOA e RTP que viram os seus meios a serem confiscados por agentes do SINSE que inicialmente se faziam passar por manifestantes. Leia e acompanhe mais

quinta-feira, maio 26, 2011

Angola: Manifestação contra a pobreza em Luanda durou até à meia-noite

Polícia deteve e libertou manifestantes que regressaram prontamente ao centro da capital. Conhecidos músicos entre os manifestantes
Uma manifestação contra a pobreza, quarta-feira, em Luanda, organizada pelo Movimento Revolucionário de Intervenção Social (MRIS), foi dispersada pela polícia que surgiu em força apoiada por helicópteros, mas a manifestação prosseguiu depois da detenção temporária dos líderes da iniciativa. Ler mais

Escute aqui e aqui.

Jovens angolanos desafiaram governo, apesar da repressão policial

Centenas de participantes mantiveram-se na Praça da Independência, no coração da capital angolana, até à meia-noite.

Muitas pessoas foram detidas à margem da manifestação que ontem decorreu em Luanda e só voltaram a aparecer em público 24 horas depois. A manifestação contra a pobreza que, depois de ter sido reprimida inicialmente, voltou a reacender-se com o regresso ao local de centenas de participantes, que se mantiveram na Praça da Independência, no coração da capital angolana, até à meia-noite.

quinta-feira, março 31, 2011

A Manifestação de Luanda

BD diz que estará na manifestação de Sábado “para contribuir para o fim do medo”
O BLOCO DEMOCRÁTICO, BD, tomou conhecimento da realização duma Manifestação promovida por jovens cidadãos para o dia 2 de Abril, próximo sábado, na Praça da Independência, pela LIBERDADE DE EXPRESSÃO EM ANGOLA. Ler mais


A exortação foi feita em comunicado distribuido a imprensa pela União das Tendências do MPLA, a conhecida corrente que luta pela democratização do partido no poder em Angola. Ler mais

Foram consideradas certas as vaticinações segundo as quais o convite feito pelo governador de Luanda, José Maria dos Santos aos jovens promotores da manifestação de sábado seria apenas “para impor condições” quanto a realização da iniciativa democrática em favor da liberdade de expressão em Angola. Ler mais

segunda-feira, março 28, 2011

Juventude de Luanda decidida em sair à rua para exigir liberdade de expressão

Lisboa  - De acordo com um anuncio que corre nos correios eletrônicos, um grupo de jovens em Luanda escreveu uma carta ao governador de Luanda, José Maria Santos informando que  vão concentrar-se as 13h do dia 2 de Abril no largo da Independência para uma manifestação pacifica destinada a exigir a liberdade de expressão em Angola.

Esta manifestação é  pacífica e apartidária e está de acordo com a lei, já que foi devidamente comunicada ao Governo Provincial de Luanda no dia 24 de Março, como pode ser visto no documento abaixo. De acordo com a lei 16/91, o GPL teria 24 horas para proibí-la mediante uma justificação por escrito, caso contrário está automaticamente legalizada.” Dizem os promotores da iniciativa numa manifesto cujo teor se segue na integra.

sábado, fevereiro 19, 2011

Angola: Convocatória da 'Nova Revolução Do Povo Angolano'

Diário Liberdade - Está a correr a convocatória de uma chamada "Nova Revolução do Povo Angolano", contra o regime de José Eduardo dos Santos, que vai fazer 32 anos no poder em setembro. A data marcada é dia 7 de março.
A convocatória está a espalhar-se na rede, através de correios eletrónicos e do site http://www.revolucaoangolana.webs.com/m. O MPLA, o partido no poder, já desprezou o evento. Porém, cumpre lembrar o importante papel que a internet teve no levantamento do povo egício contra Hosni Mubarak e noutros conflitos que decorreram ou estão a decorrer em vários pontos do mundo.
Acompanhamos a convocatória da chamada "Nova Revolução do Povo Angolano", tirada do site http://www.revolucaoangolana.webs.com/, assinada pelo que seria o fundador do movimento: Agostinho Jonas Roberto dos Santos. Leia mais

Fonte: Diário da Liberdade - 19.02.2011

Angola: MPLA diz que Luanda não será o Cairo

O Cairo em Luanda? O MPLA diz não temer, em Angola, o que se passa no Norte de África, mas o Governo tem inviabilizado quaisquer tentativas de realização de manifestações no país.
Depois das fortes contestações contra os governos dos presidentes da Tunísia, Egipto e Líbia, está a ser convocada através da internet, num email, intitulado “A Nova Revolução do Povo Angolano”, uma manifestação de protesto contra o regime do Presidente da República, a ter lugar a sete de Março, de Cabinda ao Cunene.

sexta-feira, julho 23, 2010

Cimeira da CPLP: adesão da Guiné Equatorial à comunidade acende polêmica

A VIII cimeira da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) começa nesta sexta-feira (23/7) em Luanda, capital de Angola, com uma questão polêmica em pauta: a adesão da Guiné Equatorial, país rico em petróleo cuja língua oficial é o espanhol e que é governado há 32 anos pelo mesmo presidente.
A entidade reúne os países que falam português, e tem por objectivo não só intercâmbio cultural, mas também a cooperação política e econômica entre os membros. A CPLP foi fundada em 1996 por Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, além do Brasil, e Timor-Leste passou a ser membro em 2002.
Actualmente, a Guiné Equatorial tem status de observador na CPLP, obtido em 2006. A promoção ao estágio de membro pleno será decidida na reunião que começa hoje em Luanda. O estatuto da CPLP determina que, para ser aprovado um novo membro, é preciso que o apoio seja unânime.
A entrada do país hispanófono na organização lusófona vem sendo criticada pelos adversários como "oportunismo" por causa do petróleo, mas os defensores da integração argumentam que a proximidade cultural (e geográfica, no caso de São Tomé e Príncipe) qualificam o país e a tornam estratégica.
Em declarações à agência de notícias portuguesa Lusa, o embaixador do Brasil na CPLP, Pedro Motta, defendeu que a organização deve ser "aberta" e reiterou que o país vai apoiar a entrada da Guiné Equatorial, como já adiantado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Mas, para o deputado português José Ribeiro e Castro (CDS-PP, oposição), e presidente da comissão parlamentar dos negócios estrangeiros, a ex-colônia espanhola não deveria entrar na organização, pelo menos neste momento.
“Considero prematura e inoportuna uma adesão da Guiné Equatorial como membro de pleno direito. Penso que Portugal deve ser contra. A Guiné Equatorial deve continuar como observador associado”, disse ele, citado pela Lusa.
Mas o presidente do país, Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, disse que está confiante de que a adesão plena de seu país será aprovada, segundo a agência de notícias angolana Angop.
“Desta vez, a Guiné Equatorial demonstrou a sua fidelidade aos princípios da comunidade (adotando a língua portuguesa como a terceira oficial do país) e pensamos que, no encontro de Luanda, os países-membros podem se pronunciar a favor da adesão da Guiné Equatorial como membro de pleno direito da CPLP”, ressaltou Nguema.
A Guiné Equatorial, com 616 mil habitantes, foi colônia da Espanha (e conhecida como "Guiné Espanhola") até 1968, quando conquistou a independência - ainda sob o regime franquista. O país é composto pela ilha de Bioko, onde fica a capital, Malabo, e um enclave territorial no continente africano entre o Gabão e Camarões.
O presidente Teodoro Nguema está no cargo desde agosto de 1979, quando assumiu o poder num golpe de Estado, mas foi reeleito para mandatos de sete anos quatro vezes desde então. Na semana passada, ele foi citado pela revista norte-americana Foreign Policy como um dos governantes mais ricos do mundo, com fortuna pessoal estimada em 600 milhões de dólares. Ele já ganhara menção semelhante em 2008, na lista da revista Forbes.
Assim como seu colega do Timor-Leste, José Ramos-Horta, o presidente Lula não irá à cúpula da CPLP. O Brasil será representado pelo ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.

Fonte: Rádio Mocambique - 23.07.2010, imagem retirada daqui.