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domingo, agosto 25, 2013

Gimo Mendes e a liberdade de criar

Fez anos esta semana. Em mão tem o seu novo trabalho musical “Melo” – um termo Macua de Moçambique e que significa amanhã.
Chama-se Gimo Mendes, é moçambicano da província de Nampula, mas os sons e as culturas diversas que habitam a Ilha de Moçambique, onde viveu, influenciaram desde logo a sua música.

Gimo Mendes tem a visão do que o desenvolvimento económico do seu país natal, Moçambique, não é necessariamente a transferência de tecnologia, bens materiais ou dinheiro – mas a liberdade de criar.

terça-feira, dezembro 27, 2011

Os 30 anos do Eyuphuro: Um Furacão na identidade moçambicana que pode estar a perder força

Por Jorge Ferrão

O ano que termina deixará um sentimento de dever incumprido, uma mágoa imperdoável e muito do orgulho makhuwa chamuscado. Nampula e os makhuwas, não prestaram vassalagem nem renderam homenagem à banda Eyuphuro que, ao longo dos últimos 30 anos, foi a mais representativa e bem sucedida da província. Fica, então, esta dívida de gratidão ao grupo Furacão que, ao longo de 30 anos, alimentou sonhos, preencheu corações, encantou festivais, foi figura de cartaz na Europa e se transformou principalmente no ex libis mais emblemático de Nampula. Na realidade, nenhuma outra montra desta província chegou tão alto intra e além fronteiras.

sábado, outubro 08, 2011

A “ Luz” de Gimo em Pemba

DIZER POR DIZER

Por Pedro Nacuo

Chegou o disco que nunca vinha, depois de sabermos que existia. Sabíamos apenas que alguns tinham-no escutado por vias, diríamos, menos convencionais, e foi assim que a paciência e iniciativa de alguns amigos decidiram contactar Gimo Abdul Mendes Remane, para que não nos fosse tão mau quanto parecia.
O disco chegou e com ele nos apercebemos que, afinal, a “Luz”, o mais recente álbum deste artista moçambicano radicado na Dinamarca, igualmente primeiro como músico a solo, nasce, conforme ouvíamos, como o culminar de um longo período de formação e de experiência naquele país europeu, mas também de introspecção na sua longa carreira.

quarta-feira, agosto 12, 2009

Ritmos cruzados na Ilha de Moçambique

Teve início ontem e irá terminar no próximo dia 15 o acampamento “Glomus 2009", um evento que está a trazer à Ilha de Moçambique música de vários continentes.
O projecto, intitulado “redes de música”, é uma iniciativa da Academia Real de Música de Aarhus da Dinamarca e da Academia de Música Sibelius da Finlândia e conta também com a cooperação com a Universidade Eduardo Mondlane. A GLOMUS network que reúne Instituições de Ensino Superior de música Nórdicas e as suas parceiras Africanas e do Médio Oriente.
O objectivo deste acampamento é fortalecer o intercâmbio académico entre estudantes e professores bem como facilitar a criação de projectos comuns na área de educação musical. Deste modo, músicos da Dinamarca, Finlândia, Noruega, Suécia, Mali, Senegal, Gana, África de Sul e Síria vão actuar em conjunto e explorar novas sonoridades.

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terça-feira, agosto 04, 2009

Dê o seu voto:Gimo Remane e Deodato Siquir: melhores artistas africanos na Dinamarca


Os moçambicanos residindo ou não na Dinamarca podem participar no processo de votação do melhor artista africano 2009 naquele país europeu.
Dois artistas moçambicanos figuram entre os eleitos, nomeadamente os músicos Gimo Remane e Deodato Siquir.
Fontes ligadas à organização do evento revelaram à Rádio Moçambique que quem quiser votar poderá fazê-lo tantas vezes quantas vezes quiser.
O voto deverá ser dirigido para o endereço electrónico: www.celebrateafrica.dk
O anúncio do melhor artista africano 2009 na Dinamarca está agendado para o próximo dia 3 de Outubro.

Fonte: Rádio Moçambique

segunda-feira, junho 29, 2009

Gimo Remane: Moçambique na Dinamarca

“What matters most to me is that my compositions speak in a language which everyone can understand...” Gimo Mendes

“Det der betyder mest for mig, er at mine kompositioner taler et sprog, som alle kan forstå..." Gimo Mendes (Translated by Lucas Antonio Madsen)

“O mais interessante para mim é que as minhas composições falam numa língua que todos podem compreender…” Gimo Mendes.