“Aliciar e patentear” já antes foi feito, com os resultados conhecidos.
Por Noé Nhantumbo
Depois de praticamente encerrada a EMOCHIM, aparece agora um novo capítulo da novela do aliciamento político com fins mediáticos. A adesão de dois integrantes da EMOCHIM provenientes da Renamo vale o que vale em “marketing” político.
Dá alento a quem anda à procura de sucesso que lhe foge na frente política. Em si não significa que a Renamo tenha perdido a iniciativa no que se refere aos pontos em discussão no CCJC. Foi uma manobra elaborada no mais puro secretismo que tem o seu mérito mas convém que ninguém confunda isso com vitória do executivo de FJN.
Tempos houve em que era comum a apresentação periódica de elementos da Renamo integrando-se nas fileiras da Frelimo. Ciclos de exercícios idênticos aconteceram um pouco por todo o país, mas nem isso coibiu a Renamo de existir ou de produzir os resultados eleitorais conhecidos por todos.




