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quinta-feira, dezembro 01, 2016

Oposição da Coreia do Sul rejeita renúncia de Park e insiste em "impeachment"

Partidos de oposição da Coreia do Sul prometeram nesta quarta-feira que irão levar adiante a tentativa de afastar a presidente sul-coreana, Park Geun-hye, por meio de um processo de "impeachment", rejeitando a oferta de renúncia no meio de um escândalo crescente de tráfico de influência e conclamaram os membros do governista Partido Saenuri a unirem-se à causa.
Numa reviravolta que transferiu o fardo da resolução da crise que abala sua Presidência, Park pediu na terça-feira ao Parlamento que decida como e quando ela deveria sair, o que parlamentares oposicionistas repudiaram como uma manobra para ganhar tempo e evitar o "impeachment".
Os líderes dos três partidos de oposição, que juntos detêm 165 das 300 cadeiras do Parlamento unicameral e podem apresentar uma moção de impedimento, disseram que não irão negociar com a legenda de Park sobre a sua proposta de renúncia.
"O único caminho que sobrou é o impeachment conforme a Constituição", disse o líder do Partido Democrático, Choo Mi-ae, em uma reunião com os líderes dos dois outros partidos oposicionistas.
O líder do também opositor Partido Popular, Park Jie-won, disse que uma moção será submetida a votação na próxima sexta-feira, ou na sexta-feira seguinte, se necessário.
"O impeachment é o único caminho", afirmou. Park, que tem imunidade contra um processo sobre o caso enquanto permanecer no cargo, é acusada pelos procuradores de ter se conspirado com uma amiga, Choi Soon-sil, e permitido que ela exercesse uma influência indevida em assuntos de governo e na arrecadação de duas fundações criadas para apoiar iniciativas da mandatária.
Ela negou qualquer irregularidade, mas admitiu que foi descuidada em suas relações com Choi.

Fonte: @Verdade – 30.11.2016

domingo, novembro 27, 2016

Sul-coreanos pedem saída da Presidente numa manifestação que juntou um milhão de pessoas

Entre 270 mil e 1,5 milhões de pessoas pediram, ontem, a demissão da Presidente da Coreia do Sul nas ruas da capital Seul, segundo a polícia e os organizadores dos protestos, que contam os participantes de forma diferente.
De acordo com a Lusa, citada por Notícias ao Minuto, Este foi o quinto fim-de-semana consecutivo de manifestações na Coreia do Sul para pedir a saída de Park Geun-hye, envolvida num caso de alegado tráfico de influências, e os números, mesmo considerando os da polícia, mais modestos, confirmam que se tratou da maior mobilização destas semanas.
Estes protestos são também os maiores na Coreia do Sul desde as manifestações pró-democracia da década de 1980.
Segundo explicaram hoje fontes dos dois lados à agência de notícias AP, o número da polícia traduz uma estimativa de presenças nos protestos no pico de participação, enquanto os organizadores das manifestações, que começaram a meio do dia e só terminaram no Sábado ao final da noite, levam em consideração as pessoas que foram entrando e saindo do protesto, com muitas, dizem, a permanecerem pouco tempo.

domingo, abril 27, 2014

COREIA DO SUL:CRITICAS SOBRE GESTÃO DO NAUFRÁGIO FORÇAM DEMISSÃO DO PM

'Eu acredito, que como primeiro-ministro, é certamente o meu dever assumir as responsabilidades e demitir-me', disse Chung Hong-won, em conferência de imprensa, 11 dias depois da tragédia.

De acordo com o mais recente balanço oficial, estão confirmadas 187 vítimas mortais, havendo ainda 115 desaparecidos.

O 'Sewol', que transportava 476 passageiros, na sua maioria estudantes do ensino secundário, seguia em direção à ilha de Jeju, no sul do país, quando naufragou.

'Apresento as minhas desculpas por ter sido incapaz de impedir que este acidente acontecesse e incapaz de responder de forma adequada depois', afirmou o primeiro-ministro.

quarta-feira, abril 23, 2014

Países asiáticos interessados em gás moçambicano

A exploração de gás natural poderá representar 20% do PIB moçambicano já em 2020. O mercado asiático parece ser um dos mais interessados nas grandes reservas por explorar. Mas Moçambique terá de melhorar infraestruturas.
As análises mais otimistas apontam para que 2018 seja o ano em que Moçambique comece a exportar gás natural em maior escala, já que só nessa altura deverão estar concluídas as infraestruturas necessárias à produção e escoamento do produto. Ler mais (Deutsche Welle)

quarta-feira, maio 08, 2013

Malawi: 15 mil jovens candidatam-se para trabalhar na Coreia do Sul, Emiratos Árabes Unidos e Kuwait

No Malawi, cerca de quinze mil jovens já se candidataram até ao momento para trabalhar na Coreia do Sul e no Médio-Oriente, superando de longe a capacidade de oferta, previamente anunciada pelas entidades governamentais.

quinta-feira, julho 12, 2012

Interesse no gás natural leva PM sul-coreano a Moçambique

A Coreia do Sul pretende instalar no país uma empresa de prospecção e exploração de gás natural para abastecer o mercado asiático. Em troca, Moçambique espera ganhos na área da ciência e tecnologia.
Não podia ser outra coisa, senão o gás: este é o grande interesse que move o primeiro-ministro da Coreia do Sul, Kim Hwang-Sik, a deslocar-se a Moçambique para um encontro de negócios com as autoridades moçambicanas, representadas pelo Ministério da Energia, com envolvimento directo dos técnicos da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos - ENH.

terça-feira, julho 10, 2012

PM da Coreia esperado quarta-feira em Maputo

O Primeiro-Ministro da Coreia, Kim Hwang-Sik, é esperado esta Quarta-feira, em Maputo, para uma visita oficial de dois dias a Moçambique.