Dias antes do seu baleamento, recorde-se, Gilles Cistac disse em exclusivo
ao SAVANA, naquela que foi a sua última entrevista na vida, que ia avan- çar
com uma queixa sobre aqueles que, ao invés de discutir suas ideias,
assassinavam a sua personalidade na opinião pública, chegando ao extremo de
apelar ao ódio de base racista contra o professor franco-moçambicano.
Os mestres dessa empreitada foram pseudo-analistas acorrentados ao Governo,
num letal grupo conhecido por G40 da “escola frelimista”, cuja missão é cantar
vivas ao executivo e ridicularizar qualquer ideia diferente, sobretudo, vindas
da oposição ou que a ela alinhem.
Na entrevista desta semana, perguntamos ao porta-voz da procuradoria da
cidade sobre o ponto de situação da denúncia submetida pessoalmente pelo
professor Cistac, naqueles que foram os seus últimos dias de vida.




