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sexta-feira, abril 01, 2016

MDM questiona escolha da Britalar para reconstrução do bairro Polana Caniço em Maputo

A bancada municipal do MDM questiona a indicação da empresa Britallar para a reconstrução do bairro Polana Caniço, em Maputo. Alegadamente, as razões prendem-se com facto de a Britallar ter sido o mesmo empreiteiro que reabilitou sem qualidade um troço da avenida Julius Nyerere, também na cidade de Maputo.
O MDM diz que esta é uma das razões que contribuiu para que a sua bancada reprovasse a proposta do plano de reconstrução do bairro suburbano da Polana Caniço.
“Voltou a ser a Britalar a empresa escolhida, e isso não deixou satisfeita a bancada do MDM, uma vez que nunca foi demonstrado qual era o critério de adjudicação que o Conselho Municipal havia usado para fazer a adjudicação da Avenida Julius Nyerere. Tendo esta empresa demonstrado incapacidade no passado, não entendemos como é que é possível que a mesma empresa volte a ter a possibilidade de construir prédios. Não entendemos como é que uma empresa que é incapaz de construir estradas pode ser capaz de construir prédios”, disse Ismael José Manuel Nhacucué, Chefe da Bancada Municipal do MDM, acrescentando que a o partido entende que a reestruturação do bairro é bem-vinda. “Contudo, ficamos deveras apreensivos porque o Conselho Municipal não apresentou a forma como os residentes do bairro serão reassentados no futuro”, finalizou.

Fonte: O País – 01.04.2016

quarta-feira, julho 22, 2015

Britalar, do Sucesso à desgraça

A história da Construtora Britalar começou a tornar-se mediática em 2013, quando surgiram rumores de uma possível falência da 'casa mãe', em Portugal. Nessa altura, a construtora já tinha começado a reabilitar a continuação da Julius Nyerere e tudo seguia com a 'devida normalidade', conforme escreveu o Jornal O País.

Há 13 de Janeiro de 2014, a relação com o Município de Maputo já estava a azedar e a entidade rescinde o contrato com a Britalar pela má qualidade dos trabalhos na Julius Nyerere. A partir desse dia, a imprensa nacional não falava de outra coisa senão da construtora.

Na altura, a construtora afirmou que não ia retomar com as obras porque o município devia dinheiro. A ser verdade ou não, a desgraça ainda estava para vir.

No dia 14 de Julho, por volta das 15h00,


Fonte: Notícias Sapo - 22.07.2015

terça-feira, julho 21, 2015

Britalar perde contrato das obras onde houve tragédia

A dona do edifício onde se registou, semana passada, a tragédia com os andaimes, a empresa Jat Constrói, vai rescindir o contrato com o empreiteiro Britalar. Além do acidente que matou cinco pessoas, a obra está atrasada desde Setembro do ano passado, e a Britalar é acusada de desrespeitar os trabalhadores.
Segundo o engenheiro civil da Jat Constrói, Chande Faydherbe,  “vai ser rescisão imediata do contrato” e não há outra alternativa, porque o próprio contrato com a Britalar abrange questões ligadas à higiene e segurança no trabalho que não respeitadas pelo empreiteiro.   
A Jat Constrói é a empresa contratada pelo Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) para construir os escritórios sede da instituição pública. Por sua vez, a Jat Constrói subcontratou o empreiteiro Britalar para executar as obras.
Depois da tragédia da semana passada, a Jat Constrói só conseguiu entrar em contacto com a Britalar apenas uma vez, exactamente no dia em que se deu o acidente, e estranhamente já não consegue comunicar-se com os responsáveis da construtora.

Fonte: O País – 21.07.2015

segunda-feira, abril 28, 2014

Conselho Municipal de Maputo manda refazer obras na avenida Julius Nyerere

O Município do Maputo decidiu impor mão pesada à empresa de construções portuguesa Britalar, devido à falta de competência demonstrada na reabilitação da avenida Julius Nyerere, na capital do país.
Depois de vários atrasos, que culminaram com a entrega parcial do projecto, o uso da via veio revelar graves problemas no pavimento, levantando várias suspeitas sobre a sua qualidade, cuja degradação acentuava bem antes da sua entrega oficial.