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sábado, fevereiro 20, 2016

Sérgio Vieira e a manipulação da História

Sérgio Vieira escreveu um artigo «o início do fim» em que também chama para si o esforço dos que lutaram pela Unidade Partidária da Frelimo, cito: «Mondlane, Marcelino e nesse grupo inicial João Munguambe, Feliciano Gundana, Joaquim Chissano, Pascoal Mocumbi, Fernando Ganhão e eu mesmo e outros, batemo-nos pela causa da unidade partidária, base da batalha pela unidade nacional, única capaz de derrotar um inimigo poderoso e bem armado» In O País, 16 FEVEREIRO 2016.
Não sou contra, até porque pode ser. O problema é quando (e talvez pelo peso da consciência) tenta apagar o nome de URIA SIMANGO deste esforço, que iniciou muito antes dele (SV) se tornar membros da Frelimo e continuou por uns 8 anos, lado a lado com Mondlane como ilustrado no cartaz de propaganda de 1963 (fotos 1) e na Conferência de Imprensa depois do Segundo Congresso, em 1968. Quem estava ao lado direito de Mondlane era Simango. Quem impediu a destituição de Mondlane por Mabunda, Gumane e Mahluza, (03-10-62), foi Simango. SV sabe que ser encontrado com a foto de Mondlane, Simango e Marcelino dava direito a 2-7 anos de prisão, depois de boa confissão sob torturas, o que não acontecia com a foto dele.

Fonte: Mural de Eusébio P. Gwembe  - 20.02.2016

segunda-feira, agosto 17, 2015

A opiniao de Sergio Vieira

"De algum modo todos estamos saturados das explicações muito pouco plausíveis sobre a EMATUM, sobretudo quando vemos as embarcações bem atracadas nas docas e apenas pescando lodo.

Barcos de pesca e patrulheiros trata-se de assuntos bem diferentes. Não se duvida que o país necessite de uns e outros.

Mas não se adquirem todos no mesmo sítio. Há estaleiros que fabricam barcos de pesca, cargueiros, super petroleiros, ROL ON ROL OFF, navios de patrulha, porta-aviões, couraçados, etc. Mas, cada macaco no seu galho, dizemos cá na terra, nenhum estaleiro produz todo o tipo de barcos.

domingo, maio 05, 2013

CARTA A MUITOS AMIGOS SOBRE IDONEIDADE

Por Sérgio Vieira

Quando no final dos anos cinquenta frequentei a Universidade de Lisboa, na Faculdade de Direito, participei no movimento associativo estudantil, além de ativista na Casa dos Estudantes do Império.
Elegeram-me para posições de direção na Associação de Direito e até exerci as funções de Secretário-Geral da RIA (Reunião Inter-Associações), quando o saudoso José Bernardino passou à clandestinidade. Jorge Sampaio sucedeu-me em 1961.