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domingo, junho 29, 2014

Xiconhoquice

Privatização de cinco estradas
Num acto digno de xiconhoquice, o Governo moçambicano pretende privatizar cinco vias rodoviárias. O objectivo, segundo a justificação dada, é promover uma maior transitabilidade e segurança rodoviária.
Cadmiel Muthemba, ministro das Obras Públicas e Habitação, correu até uma certa imprensa e disse que os troços que passarão a gestão privada são os que se situam entre os distritos de Boane e Matola e Marracuene-Lindela (sul); Vandúzi-Changara (centro) e ainda as estradas de Nampula-Nacala e Monapo-Ilha de Moçambique (norte).

terça-feira, junho 24, 2014

CINCO ESTRADAS PASSARAO A GESTAO PRIVADA

Trata-se dos troços Matola-Boane, Marracuene-Lindela (sul), Vanduzi-Changara (centro), Nampula-Nacala e Monapo-Ilha de Moçambique (norte) identificados como tendo potencial para o funcionamento no esquema de estradas com portagem.

quarta-feira, janeiro 22, 2014

– PROJECTADA CONCESSAO DE CINCO ESTRADAS A GESTAO PRIVADA

Os troços das estradas Matola-Boane, Marracuene-Lindela, Nampula-Nacala, Vanduzi-Changara e Monapo-Ilha de Moçambique foram identificados como sendo prioritários para passarem a gestão privada para garantir a sua manutenção.

Segundo o ministro das Obras Públicas e Habitação, Cadmiel Muthemba, estas são as estradas a serem concessionadas a privados nesta primeira fase, sendo que posteriormente deverão ser consideradas outras atendendo o ritmo de crescimento da rede viária.

segunda-feira, agosto 23, 2010

PORTAGENS NAS ESTRADAS NACIONAIS

Pelo menos três troços, nomeadamente Maputo/Maxixe, Beira/Machipanda e Vanduzi/Changara passarão à gestão privada, com vista a garantir a sua manutenção permanente e propiciando, deste modo, melhores condições de circulação e segurança rodoviária.
As estradas foram reabilitadas pelo Estado e, já há um concurso público lançado, recentemente, pela Administração Nacional de Estradas e o Fundo de Estradas para a concessão das vias.

Fonte: Savana - 20.08.2010 in Diário de um sociólogo

Reflectindo: 1) Com certeza as estradas ou muitas delas reclamam uma manutenção permanente, mas surge aqui uma questão que não estou a compreender. Se compreendo bem, estas três estradas foram reabilitadas pelo Estado e isso sem falarmos de terem sido construídas pelo Estado. Por que razão não ser o mesmo Estado a colocar as portagens para cobrar aos utentes? O que é que o privado investirá nelas para começar a explorar? Será que há falta de espaço para que os privados construam estradas novas? Na verdade, quem são os que serão concedidos para explorarem as estradas? E se eu suspeitar que são os donos de tudo em Mocambique, na prática, alguém me contrariará quando houver o apuramento do "concurso público"? Oxalá!

2) Sou a favor do sector privado, mas nunca por exemplo de uma clínica privada dentro dum hospital público. Um privado ou quem queira assim ser, investe com o seu suor e dessa forma valoriza a sua propriedade...