“A Renamo não ataca civis. A maioria das vítimas são os militares ou os homens da FIR. Quando há feridos ou vítimas civis é porque há militares ou elementos das FIR nos carros da coluna, ou porque há suspeitas de que os há. Quando é a altura de sair a coluna, os militares ou homens da FIR, nalguns casos, usam os carros da coluna para eles viajarem – supostamente para proteger os que viajam, mas não protegem. No meu sentimento, parece que os civis são usados como escudos”, afirma o Padre José Luís, missionário comboniano e, desde há seis anos, responsável pela Paróquia dos Mártires do Uganda, em Muxungué.
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segunda-feira, junho 30, 2014
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