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sábado, outubro 26, 2013

RENAMO impõe condições para negociar. A DW África falou com o mediador Lourenço do Rosário, reitor da Universidade Politécnica de Moçambique, sobre a nova proposta de negociações por parte do Governo de Guebuza.
A situação continua muito tensa e pouco clara em Moçambique. O líder do maior partido da oposição, a Resistència Nacional Moçambicana (RENAMO), Afonso Dhlakama, continua desaparecido e, tal como o Governo, impõe condições pouco conciliatórias para a retoma do diálogo.
Em entrevista à DW África, o mediador entre os dois lados, o reitor da Universidade Politécnica de Moçambique, Lourenço do Rosário, revela os últimos desenvolvimentos da crise político-militar moçambicana.
DW África: Qual é o ponto da situação em Moçambique? Ler mais ou escutar

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

Renamo exige extinção da Força de Intervenção Rápida

A Renamo leva ainda à mesa das negociações questões como fraudes eleitorais, partidarização do estado e da polícia, bem como o enriquecimento ilícito.
A comissão de negociações da Renamo criada pelo seu líder, Afonso Dhlakama, exige que a Frelimo e o seu Governo extingam a Força de Intervenção Rápida, por entender que a mesma viola o Acordo Geral de Paz, assinado em 1992, na cidade italiana de Roma.
De acordo com o chefe de Mobilização e Propagada da Renamo a nível da província de Nampula, António Nihorue, a extinção desta força, supostamente partidarizada, é uma das soluções para a manutenção da paz e garantia do futuro da democracia em Moçambique.