O arcebispo da Beira, Dom Jaime Pedro Gonçalves, disse ontem na Beira, que um dos acontecimentos que mais o marcaram nos 35 anos em que esteve à frente da Arquidiocese da Beira, foi o estado em que encontrou a mesma nos anos 1975/76, período que coincidiu com a independência nacional.
“Marcou-me a situação de uma igreja, que já não era uma igreja louvada, apreciada, como no tempo colonial. Acabei por receber uma diocese que já tinha o problema das nacionalizações, com as missões ocupadas e transformadas em centros de educação, o que, de facto, marca a vida de um bispo”, disse.





