O ex-director provincial do Plano e Finanças de Niassa, Carlos Sitão, e o antigo chefe da Repartição de Administração e Finanças da mesma instituição, João Chaputerra, foram condenados a penas de 22 e 19 anos de prisão, respectivamente, por desvio de fundos do Estado.
O terceiro réu, Jacinto Belém Monteiro, funcionário da mesma instituição, que autorizou a utilização da sua conta bancária para transferências ilegais de fundos, foi ilibado, porque o Tribunal entende que este cedeu a sua conta inocentemente, não sabia que seria usada para o rombo financeiro.





