O Procurador-Geral da República, Augusto Paulino, apresentou esta quarta-feira (16), na Assembleia da República, o Informe Anual sobre o Estado Geral da Justiça, referente a 2013. Como era esperado, o documento não trouxe algo de novo e passou ao lado dos diversos casos de injustiça, corrupção, insegurança e perseguição política que preocupam os moçambicanos.
Por exemplo, sobre os raptos, um tipo de crime que ganhou espaço nos principais centros urbanos graças à inércia das autoridades, Augusto Paulino só citou números e em nenhum momento falou de medidas (adicionais) que foram tomadas para estancar este fenómeno.




