A Polícia mocambicana (PRM) revelou hoje, em Maputo, que o magistrado Marcelino Vilankulo assassinado a tiros por desconhecidos, segunda-feira da semana em curso, na Cidade da Matola, arredores da capital do país, Maputo, já vinha sendo alvo de perseguições.
Há indícios de que o malogrado já vinha sendo perseguido por criminosos, disse o porta-voz do Comando-Geral da PRM, Inácio Dina, no habitual briefing semanal à imprensa, acrescentando que houve, no local do crime, nove disparos duma arma do tipo AK-47.
O magistrado, assassinado quando regressava a casa, na sua viatura, investigava casos de raptos em que se suspeita estar envolvido Danish Satar, sobrinho de Nini Satar, um dos condenados no caso de morte a tiro do categorizado jornalista investigativo moçambicano, Carlos Cardoso.





