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terça-feira, março 22, 2016

COMUNICAÇÕES INTERROMPIDAS DURANTE ELEIÇÕES NO CONGO

Todas as linhas de comunicações permaneceram segunda-feira interrompidas pelo segundo dia consecutivo na República do Congo e o comércio baixou significativamente por causa de receios do que pode acontecer enquanto o país está à espera dos resultados das eleições em que o presidente Sassou Nguessou pretende se manter no poder após 32 anos na presidência.
As autoridades congolesas interromperam as comunicações telefónicas e ligações de internet durante a votação no domingo e continuaram inoperacionais esta segunda-feira por razões de segurança nacional.
Fonte: AIM – 22.03.2016

terça-feira, outubro 27, 2015

Presidente da República do Congo reformula Constituição a seu favor

Pensando em se recandidatar às presidenciais em 2016, Denis Sassou-Nguesso chama população para um referendo. Oposição diz que resultado que dá vitória às autoridades é manipulado.

Os números que o ministro do Interior da República do Congo Raymond Mboulou anunciou nesta terça feira (27.10) não eram maus. Pelo menos para o Governo congolês, que quer mudanças na Constituição do país. Segundo Mboulou, 92% dos eleitores participaram no referendo do último domingo (25.10.) e a maioria votou a favor de mudanças. Mas a oposição acredita que houve falcatrua.

Bonaventure Mbaya, dirigente do partido oposicionista Convergência Cidadã comenta que os resultados do referendo é o que no passado “dizíamos que era à moda da União Soviética”. Com isso, ele quer dizer que são manipulados pelo Governo. “Para mostrar que os congoleses foram em massa votar. Mas não foi isso que constatamos”, complementa.

domingo, outubro 25, 2015

Congo vota hoje alterações à Constituição para permitir ao Presidente ficar no poder

O Congo referenda hoje um projecto de alteração constitucional destinado a eliminar os obstáculos legais a uma recandidatura do presidente Denis Sassou Nguesso, 71 anos e há 30 no poder.
A actual Constituição congolesa limita o número de mandatos presidenciais sucessivos a dois e a idade máxima dos candidatos a 70, critérios que Nguesso não cumpre.
Com vista às eleições previstas para 2016, os congoleses devem agora pronunciar-se sobre a possibilidade de “renovar duas vezes” o mandato presidencial e de anular o limite de idade dos candidatos.
Nguesso foi presidente entre 1979-1992, sob o sistema de partido único, regressou ao poder em 1997 depois de uma guerra civil e foi eleito em 2002 e reeleito em 2009, em eleições contestadas pela oposição.
Agora, e à semelhança de uma série de outros dirigentes africanos – José Eduardo dos Santos (Angola), Abdelaziz Bouteflika (Argélia), Robert Mugabe (Zimbabué), Pierre Nkurunziza (Burundi), Ismaël Omar Guelleh (Djibuti), Paul Biya (Camarões), Yoweri Museveni (Uganda), Idriss Deby Itno (Chade) e Gnassingbé Eyadéma (Togo) -, Nguesso optou por adaptar as regras.

sexta-feira, dezembro 24, 2010

Crise ivoiriense em destaque na imprensa congolesa

Brazzaville, Congo (PANA) – Os jornais congoleses editados nesta semana em Brazzaville comentaram muito a crise na Côte d’Ivoire devida à recusa de Laurent Gbagbo, Presidente cessante, de ceder o poder a Alassane Ouattara, vencedor da segunda volta da presidencial ivoiriense de 28 de Novembro último, apesar dos apelos repetidos da comunidade internacional.