Mostrar mensagens com a etiqueta Óscar Monteiro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Óscar Monteiro. Mostrar todas as mensagens
sábado, dezembro 20, 2025
sexta-feira, outubro 21, 2016
Conflitos de interesse no estado
Monteiro criticou, ainda, a ganância e apetência pelo bem comum, tendo exemplificado que Samora se distanciava dos dinheiros do Estado, porque estava comprometido com o bem-estar do povo. “No tempo de Samora, ninguém tomava os bens do Estado. Há quem uma vez, no processo de mudança de residência, levou alguns bens. Samora fez uma reunião e disse que os bens do Estado não devem ser privatizados. Os bens do Estado devem ser protegidos, porque são de todos. Nós tínhamos um pequeno fundo que usávamos, caso tivéssemos uma necessidade. O livro de cheques ficava comigo, eu preenchia e entregava ao Presidente Samora para assinar, em nenhum momento ele quis estar envolvido nas questões ligadas ao dinheiro. Nas suas intervenções dizia, se me virem rico, perguntem-me de onde vem o dinheiro. E agora, como acontece?”, questionou à plateia.
Óscar Monteiro, que fez parte do Governo de Transição, destacou ainda as qualidades humanas de Samora Machel e a sua capacidade de estabelecer consensos no seio dos “camaradas”.
Fonte: O País – 20.10.2016
quinta-feira, outubro 20, 2016
Óscar Monteiro diz que há dirigentes que preferem pessoas menos capacitadas
Óscar Monteiro diz haver dirigentes que tendem a escolher pessoas menos capacitadas, para não ameaçarem e ofuscar o seu poder. O antigo combatente falava, ontem, durante uma palestra sobre a vida e obra de Samora Machel.
Para o decano da Frelimo, enquanto Samora procurava estar rodeado dos melhores, alguns dirigentes actuais procuram os mais fracos. “Samoa Machel sabia rodear-se dos melhores. Eu questiono-vos: será que nós nos deixamos rodear pelos melhores ou chamamos aqueles que não nos fazem sombra?”, questionou, para depois avançar que “há pessoas que acham que não devem ter por perto quadros com mais capacidade do que eles, porque isso vai expor as suas fraquezas”.
Monteiro considera ser uma nova doença o facto de alguns dirigentes se aproveitarem da sua posição no Estado para alimentar negócios particulares. “Os bens do Estado devem ser defendidos, porque são de todos nós. Há pessoas que têm jeito para ser ricas, tudo bem, mas que façam os negócios lá fora. Entretanto, usar a sua posição no Estado para fazer negócios ao seu favor é condenável. Está a ser uma doença que não permite que o Estado se endireite e já não é uma doença escondida, está na cara de todos nós, porque o indivíduo que faz esse tipo de coisas tem necessidade de se exibir”, referiu.
Fonte: O País – 20.10.2016
terça-feira, setembro 25, 2012
“As pessoas não falam à vontade na Frelimo e na sociedade”
- “No passado, a Frelimo não era assim”, Jorge Rebelo
- “Nós crescemos sem amarguras, sem convencimento de que só uns é que sabem. Eu acho que esta abertura, esta humildade de ouvir dos outros é que são as marcas que fizeram esta nossa organização”, Jorge Rebelo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





