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domingo, novembro 27, 2016

Sul-coreanos pedem saída da Presidente numa manifestação que juntou um milhão de pessoas

Entre 270 mil e 1,5 milhões de pessoas pediram, ontem, a demissão da Presidente da Coreia do Sul nas ruas da capital Seul, segundo a polícia e os organizadores dos protestos, que contam os participantes de forma diferente.
De acordo com a Lusa, citada por Notícias ao Minuto, Este foi o quinto fim-de-semana consecutivo de manifestações na Coreia do Sul para pedir a saída de Park Geun-hye, envolvida num caso de alegado tráfico de influências, e os números, mesmo considerando os da polícia, mais modestos, confirmam que se tratou da maior mobilização destas semanas.
Estes protestos são também os maiores na Coreia do Sul desde as manifestações pró-democracia da década de 1980.
Segundo explicaram hoje fontes dos dois lados à agência de notícias AP, o número da polícia traduz uma estimativa de presenças nos protestos no pico de participação, enquanto os organizadores das manifestações, que começaram a meio do dia e só terminaram no Sábado ao final da noite, levam em consideração as pessoas que foram entrando e saindo do protesto, com muitas, dizem, a permanecerem pouco tempo.

sexta-feira, outubro 31, 2014

Burkina-Faso: Exército dissolve Governo e Parlamento

Ouagadougou - Na sequência da insurreição popular de quinta-feira, o chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas do Burkina-Faso, general Honoré Nabéré Traoré, suspendeu a Constituição do país e dissolveu o Governo e a Assembleia Nacional.
Numa declaração, o general apresenta às vítimas mortais dos confrontos que se seguiram as suas "sentidas condolências" e deseja aos feridos um pronto restabelecimento, em alusão às cerca de 60 pessoas mortas e uma centena de outras feridas durante manifestações populares.

sexta-feira, novembro 01, 2013

RFI: Moçambique viveu as maiores manifestações de sempre de crítica ao governo

Dezenas de milhar de pessoas manifestaram esta quinta-feira em Maputo e outras cidades do país, em protesto contra a onda de raptos e o espectro da guerra que paira de novo em Moçambique, na sequência da instabilidade politico-militar vigente no centro e norte do pais.
Manifestações pacíficas, ordeiras e apartidárias, com "slogans" exigindo: Ler mais

domingo, abril 28, 2013

As manifestações e o desespero de um governo

A manifestação popular é um direito constitucional cada vez mais em voga num mundo que se quer cada vez mais civilizado e mais aberto ao diálogo e concórdia entre as partes que, nalgum momento, apresentaram pontos dissonantes. É uma exigência cada vez mais actual e necessária, mas que, cá entre nós, está a tornar-se cada vez mais distante. Exemplos que atestam que o país está a trilhar caminhos contrários à cultura e promoção do diálogo são vários e a esmagadora maioria (dos diferendos) opõe os cidadãos/organizações ao Governo do Dia.

quinta-feira, março 07, 2013

Greves em Moçambique: um sinal de mudança?

As greves e manifestações em Moçambique mexem com o Governo. Este tem optado pelo uso da força, em jeito de intimidação e repressão, causando indignação no país. Estará o país a transformar-se numa ditadura?

A DW África ouviu o pesquisador do departamento de ciências políticas e admnistração pública da Universidade Eduado Mondlane, João Pereira, sobre o assunto.

DW África: A revindicação por melhores condições de vida por via das greves, substituindo as manifestações sem cara, significam um amadurecimento da sociedade moçambicana? Ler mais

sexta-feira, novembro 16, 2012

Fantasma da “rebelião popular” anula plenária da AR

Verónica Macamo anunciou que a sessão plenária desta quinta-feira dará lugar às comissões de trabalho por razões que tem alegadamente a ver comÂÂ a necessidade de permitir que as comissões avancem com os seus pareceres em relação a vários pontos de agenda desta sessão.

Nesta quinta-feira, a passagem nos transportes públicos tanto da Empresa Municipal de Transporte Público, assim como nos transportes semi-colectivos, vulgo chapas, passa a custar entre 7 e 9 Meticais, resultado de um agravamento na ordem de 2 e 1.5 meticais. É um agravamento de passagem que se concretiza 8 anos depois da última actualização, pois em 2008 e 2010, os transportadores e o governo foram obrigados a recuar da sua intenção inicial em relação ao aumento da tarifa do chapa tendo em conta os violentos protestos populares que sacudiram o país, particularmente nas cidades de Maputo e Matola. Ler mais (Savana)

segunda-feira, novembro 12, 2012

Fantasma da “rebelião popular” anula plenária da AR

Verónica Macamo anunciou que a sessão plenária desta quinta-feira dará lugar às comissões de trabalho por razões que tem alegadamente a ver comÂÂ a necessidade de permitir que as comissões avancem com os seus pareceres em relação a vários pontos de agenda desta sessão.

domingo, novembro 11, 2012

Moçambique: Protestos sociais podem se institucionalizar

Sociólogos que participaram na primeira “Conferência Nacional de Sociologia” consideram que há o perigo de as massas institucionalizarem as manifestações sociais como forma de interagirem com o Estado em reivindicação dos seus direitos...

Apresentando o tema “Protestos Social e Novas Formas de Acção Colectiva: Um olhar às Manifestações Populares das Cidades de Matola e Maputo em 2008 e 2010”, o sociólogo Neto Sequeira discutiu questões como as razões que levam as pessoas a saírem à rua para se manifestarem e ainda por que as manifestações vividas em Moçambique tomaram contornos violentos.
Segundo Sequeira, ao se analisar a situação actual do país, em particular das cidades de Maputo e Matola pode-se notar que nada mudou desde lá até então. E assumindo que as causas das manifestações ainda estão vigentes e, portanto, estas seriam contínuas.
Para o académico, não se pode fazer uma relação directa entre as manifestações e a falta de meios materiais.
O académico considera que a falta de meios materiais é uma condição necessária mas não suficiente para a ocorrência de protestos sociais. E o que desencadeou o carácter violento das manifestações foi o efeito de contágio e percepção da existência de um estado ausente, que não dialoga com o seu povo.
Nesta senda, corre-se o risco de as pessoas institucionalizarem as manifestações sociais como forma de manifestar a sua indignação perante as medidas adoptadas pelo Estado moçambicano...

Fonte: Jornal Notícias – 10.11.2012

quinta-feira, maio 31, 2012

SMS apelam a manifestações na sexta-feira, autoridades desdramatizam

Maputo, 31 mai (Lusa) - Mensagens de telemóvel de origem anónima estão a convocar a população de Maputo desde a manhã de hoje para uma manifestação na sexta-feira, mas o governo do município da capital desdramatizou a situação e apelou à serenidade.

AMEAÇA DE GREVE NA CIDADE DE MAPUTO/EDILIDADE TRANQUILIZA

MAPUTO, 31 MAI (AIM) – As autoridades municipais da cidade de Maputo, a capital moçambicana, tranquilizam a todos os munícipes que não haverá nenhuma manifestação durante o dia internacional da criança, que se assinala a 1 (um) de Junho.

sexta-feira, janeiro 13, 2012

Manifestações de Cateme, em Tete Governo acusado de ter traído povo

* MDM exige imediata soltura dos detidos

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) diz que as manifestações de terça-feira última, protagonizadas pelos reassentados do centro de Cateme, no distrito de Moatize, em Tete, são resultado da flagrante traição do Governo moçambicano, que presta mais atenção aos interesses estrangeiros e ignora as mais elementares necessidades dos cidadãos nacionais. Na voz do seu delegado na província de Tete, Celestino Bento, aquela formação política afirma que “a sublevação daqueles concidadãos significa um cansaço, porque há vários anos que vêm reclamando a falta do cumprimento das promessas feitas como condição para abandonarem as suas zonas de origem no município da vila de Moatize, para dar lugar à extracção do carvão pela empresa Vale”. Ler mais

Fonte: Diário de Mocambique - 13.01.2012

quarta-feira, janeiro 11, 2012

Manifestações de Cateme, em Tete Governo acusado de ter traído povo

* MDM exige imediata soltura dos detidos

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) diz que as manifestações de terça-feira última, protagonizadas pelos reassentados do centro de Cateme, no distrito de Moatize, em Tete, são resultado da flagrante traição do Governo moçambicano, que presta mais atenção aos interesses estrangeiros e ignora as mais elementares necessidades dos cidadãos nacionais. Na voz do seu delegado na província de Tete, Celestino Bento, aquela formação política afirma que “a sublevação daqueles concidadãos significa um cansaço, porque há vários anos que vêm reclamando a falta do cumprimento das promessas feitas como condição para abandonarem as suas zonas de origem no município da vila de Moatize, para dar lugar à extracção do carvão pela empresa Vale”.
“O povo descobriu que tinha sido traído. Foi retirado de zonas onde havia mínimas condições de vida para um terreno sem hipóteses para a agricultura. A água escasseia e as casas construídas no local são um atentado à vida, porque em pouco tempo apresentam rachas, agravando-se com o facto de muitas delas terem sido erguidas nos corredores da água da chuva, o que faz ocorrer inundações dentro das habitações” – disse Celestino Bento, que, no entanto, reconhece que “às vezes, quem tem fome pode não controlar as suas emoções”.
O delegado político do MDM na província de Tete, que procurou a nossa Reportagem para repudiar as más condições de vida oferecidas aos reassentados em Cateme e solidarizar-se com eles, exige que o Governo acelere os contactos com a Vale para que esta empresa, a breve trecho, rectifique os erros de construção nas residências e honre os seus compromissos. Assim, segundo as suas palavras, “aqueles compatriotas deixarão de se sentir estrangeiros dentro do seu próprio país”.
“A luta armada contra o colonialismo foi para libertar a terra e o homem. Infelizmente, verificamos que, em Moçambique, a prioridade é para o estrangeiro. As actividades dos megaprojectos, vezes em conta, não se fazem sentir na vida dos nacionais e os lucros, esses, só Deus sabe para onde vão. Perante isso tudo, não se pode obrigar a população a ficar indiferente” – disse Celestino Bento, que apela aos residentes de Cateme a conterem as suas emoções, sob o risco de todos acabarem parando na cadeia, “dada a vontade de calar as legítimas reivindicações populares”.
O delegado do MDM em Tete exige a libertação imediata dos 14 detidos pela Força de Intervenção Rápida, “porque não têm a culpa de os seus direitos não terem sido respeitados. Não é com o uso da força que se vai calar a boca de um esfomeado, de um expropriado, de quem está com falta de água para beber, de quem, em suma, foi traído pelo seu próprio Governo”.
Os apelos de Celestino Bento estendem-se “à população da província de Tete, para observar esta traição do Governo, que faz com que o moçambicano não se sinta dono do seu país. Temos que ver se vale ou não a pena confiar nesta gente, que usa a cobardia para a governação. Por fim, apelar para que a empresa Vale Moçambique, humanamente, resolva os problemas apresentados pela população de Cateme e que o Governo aprenda a tratar o moçambicano como o real dono deste país.

GOVERNO CONFIRMA REGRESSO À CALMA

As autoridades administrativas do distrito de Moatize voltaram a assegurar ontem que continua a reinar a calma no centro de reassentamento de Cateme. Esta situação verifica-se desde cerca das 10 horas da própria terça-feira, depois de perto de oito horas de movimentações tumultuosas que incluíam a montagem de barricadas na rodovia e linha férrea.
“Todas as barricadas já foram removidas, os comboios e carros circulam normalmente e os próprios insurgentes regressaram à sua rotina diária. Estamos a acompanhar a situação e a trabalhar com a empresa Vale no sentido de honrar os seus compromissos, pelo menos no que diz respeito aos acordos rubricados e que sejam do domínio do Governo” – palavras do administrador de Moatize, Manuel Guimarães.
No entanto, o administrador Guimarães reconheceu que algumas reivindicações da população de Cateme têm a ver com compromissos assumidos verbalmente, em reuniões que aquela empresa foi tendo com os então residentes no município de Moatize, naquilo que era tido como sendo sessões de sensibilização e esclarecimento sobre as condições que iriam ser criadas no centro de reassentamento.
Apesar disso, o administrador de Moatize diz que o Governo não vai ignorar o seu dever de defender os interesses da população, sua razão de ser. Segundo suas declarações, em contacto telefónico ontem, “qualquer que seja um acordo, verbal ou subscrito num papel, deverá ser honrado e nós estamos para monitorar a sua execução”.

Fonte: Diário de Mocambique - 13.01.2012

domingo, outubro 16, 2011

Polícia trava mil manifestantes no centro de Luanda

O trânsito parou na estrada de Catete, para ouvir os gritos de reclamações.

Manifestantes, neste sábado, em número que rondou um milhar de pessoas não conseguiram entrar na Praça da Independência, etapa final da marcha de protesto de um quilómetro, aproximadamente, um protesto contra a permanência de 32 anos de poder do presidente Eduardo dos Santos. Ler mais

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quarta-feira, março 16, 2011

Moçambique: Governo apela à vigilância face ao risco de contágio de revoltas

O primeiro-ministro moçambicano, Aires Ali, exortou hoje (quarta-feira) a população a manter-se vigilante para prevenir o perigo de instabilidade, como a que está a abalar a África do Norte e o Médio-Oriente, "assolados pela onda de manifestações populares".
Aires Ali evocou a necessidade de a população moçambicana pautar pelo "civismo e urbanismo", quando falava na sessão de perguntas e respostas entre os deputados da Assembleia da República e o Executivo.

domingo, março 06, 2011

Manifestação do dia 5 é a morte do próprio MPLA, diz Padre Jorge Congo

Luanda - O padre Jorge Casimiro Congo, uma das mais emblemáticas figuras na autodeterminação do enclave angolano disse que a marcha deste sábado em Cabinda será a morte do próprio MPLA. Demonstra que o regime está no fim e a defender-se a si próprio.
Para o sacerdote isto “é uma grande atrapalhação, e o governo faz muito mal em promover esta manifestação porque denota uma grande morte do próprio homem dentro do MPLA, isto denota que o regime defende-se a si próprio, não é defendido por grandes pessoas ou personalidades ou actos que o dignificam”.

sábado, março 05, 2011

Marcha do MPLA juntou três milhões contra os "aventureiros" - responsável do partido

O primeiro secretário provincial de Luanda do MPLA, Bento Bento, disse hoje que três milhões aderiram na capital angolana à "marcha patriótica pela paz" e garantiu que a manifestação anti-governamental, prevista para segunda-feira, não se vai realizar.
Em declarações à imprensa no final da iniciativa promovida pelo partido no poder, Bento Bento, referiu que a quantidade de pessoas presentes na marcha, cujo número é inconfirmável, significa "a reafirmação de um povo que quer paz, que não quer confusão, que apostou na democracia e já não aposta na subversão, nem em aventureiros".
"Aventura política aqui em Angola nunca mais. Foi isso que esse povo aqui disse, que está com o MPLA e com aquele que muito lutou pela paz, o arquiteto da paz [José Eduardo dos Santos]", realçou Bento Bento.

Fonte: RTP - 05.03.2011

Reflectindo: O que está em questão para o MPLA é uma manifestação violenta ou a manifestação em si? O que diz a Constituição da República de Angola em relação à manifestação? Será que todas as manifestações em Angola só têm que ser pró-governo do MPLA e organizadas pelo MPLA? Há probabilidade duma marcha dos opositores de José Eduardo dos Santos não ser reprimida pelas forças de defesa e segurança? Que imagem terá o governo do MPLA se reprimir uma marcha pacífica da oposição depois de hoje ter provado que o MPLA exprimiu livremente o seu direito universal?

quinta-feira, março 03, 2011

terça-feira, março 01, 2011

Três organizações dão rosto pela manifestação do próximo dia 7 de Março

A falta de pluralidade editorial revela-se como a grande barreira à liberdade de expressão

Pelo menos três organizações políticas nomeadamente, o PP-partido popular, o PDP-ANA, e os POCs exteriorizaram hoje o desejo de dar rosto pela manifestação do próximo dia 7 de Março.
À oposição formal juntam-se organizações da sociedade civil, das quais se destaca o Amplo Movimento p/ o Cidadão, o Fórum das Autoridades Tradicionais, a MPALABANDA e o Conselho de Coordenação dos Direitos Humanos.

domingo, fevereiro 27, 2011

Moradores de Trípoli prometem manter protesto e derrubar Gaddafi

Por Maria Golovnina

TRIPOLI, 26 de fevereiro - (Reuters) - Gritando "Gaddafi é o inimigo de Deus" e agitando os punhos, centenas de moradores de Trípoli prometeram, neste sábado, prosseguir com a revolta contra Muammar Gaddafi, durante o funeral de um homem morto por soldados do líder líbio.

sexta-feira, fevereiro 25, 2011

Líbia: Kadhafi perde o leste, repressão aumenta no oeste e fuga prossegue

Benghazi - A rebelião mantinha hoje (sexta-feira) o controle sobre o leste da Líbia e o regime de Mouamar Kadhafi tentava sufocar a extensão do movimento ao oeste, ao mesmo tempo que dezenas de milhares de líbios e estrangeiros fugiam do país por terra, mar e ar.Ler mais

Fonte: Angolapress - 25.02.2011