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segunda-feira, fevereiro 08, 2021

Bullying racista e xenófobo - Marcolino Moco

 "O jurista e antigo primeiro-ministro Marcolino Moco insurgiu-se contra o que chamou de “bullying racista e xenófobo” à volta do líder da UNITA, Adalberto Costa Júnior, e usou a sua conta no facebook para defender “uma clarificação dos conceitos de angolanidade e cidadania angolana”. In VOA

Tenho dito que um dos grandes problemas com grande parte dos partidários no poder em muitos países africanos é o extremismo e recurso à xenofobia. Para eles os que fazem parte, os membros e simpatizantes dos partidos no poder são os únicos patriotas, cidadãos com "agendas nacionais". É que se os partidos no poder fossem a pátria. Mas a questão quem são na verdade os que roubam nos seus países?

https://www.voaportugues.com/a/personalidades-angolanas-atacam-refer%C3%AAncia-do-mpla-ao-l%C3%ADder-da-unita-como-estrangeiro/5769613.html’


quinta-feira, janeiro 03, 2019

Ministra angolana tenta suicídio depois de ter sido exonerada

A agora ex-ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Victória Francisco Correia da Conceição, encontra-se na clínica Girassol em Luanda, depois de, segundo uma fonte médica, ter tentado suicidar-se na noite de quarta-feira, 2.
O incidente terá acontecido depois de Victória Francisco Correia da Conceição ter sido exonerada pelo Presidente João Lourenço ontem no fim do dia.

Fonte: Voz da América – 03.01.2019

sábado, setembro 29, 2018

A transição de poder na Frelimo é transição de malandrice?

Como a minha amiga de há sete anos, se não estou em erro, a Sura Rebelo de Oliveira, estou ficando FÃ do Presidente de Angola, João Lourenço. A João Lourenço não havia entendido no seu discurso sobre a quem ele chamava de malandros de Angola e de CÁ (Moçambique). Os malandros de CÁ também não o entenderam, razão pela qual correram para apelidarem malandros aos partidos da oposição e aos opositores do sistema que pilha. Na altura achei muito grave que um Presidente da República de Constituição plasmada de princípios de um estado de direito democrático, chamasse de malandros aos que gozando dela (Constituição) formam partidos e/ou se opõem à pilhagem do país.

Contudo, João Lourenço, está nos provar que referia mesmo aos que usando dos postos mais altos do Estado que se julgam serem os únicos donos, pilham dos seus países, da África e colocam o continente riquíssimo de matéria prima, na cauda da população mais pobre do mundo.

Agora, se até há poucos anos eu achava iguais os governantes de Angola, muito em particular os membros do MPLA aos da Frelimo em Moçambique, fico agora querendo saber o que faz com que o Presidente João Lourenço deixe em liberdade as instituições da justiça a trabalhar. E porquê o Presidente Filipe Nyusi não ousa em dar a luz verde aos tribunais, Procuradoria Geral da República e órgãos a fim para deter, julgar e condenar os MALANDROS DE CÁ? É porquê isto é da responsabilidade do Presidente da República? É PELO ARTIGO 211 DA CRM que me parece dar receio aos órgãos da justiça para agirem contra os malandros de cá sem autorização do Presidente da República.
Parece que a transição de poder na Frelimo é transição de malandrice. A malandrice de Moçambique tem que ser estudada.

sábado, junho 02, 2018

Ideias estranhamente contraditórias


Se se concorda com execuções extra-judiciais que a prior não se sabe se os executados são na verdade e simplesmente criminosos ou comparsas dos executores na criminalidade ou simples rivais amantes duma moça, PORQUÊ não se defendeu ou defende, por exemplo, a eleição de governadores, administradores sem passar por revisão da Constituição da República?

Não sou a favor da PENA CAPITAL, mas democraticamente falando, sou apologista de um debate
 sobre ela e ou mesmo de um referendum sobre a introdução da mesma. Se os a favor vencerem não ficarei mais triste que agora, pois que sei que os que serão executados, passarão por julgamento e condenação publicados na imprensa. Isso até ajudará aos aspirantes ao crime a preverem o que deles espera. Caso contrário, até pessoa de boa fé fica com medo de ser executada extrajudicialmente.

sexta-feira, março 30, 2018

Filho de José Eduardo dos Santos proibido de sair do país

José Filomeno dos Santos, filho do ex-presidente de Angola José Eduardo dos Santos, que foi constituído arguido num caso de fraude, está impedido de sair do país, avança o Euronews.
José Filomeno dos Santos, conhecido como "Zenu", está a ser investigado pela suspeita de uma transferência irregular de 500 milhões de dólares para um banco britânico, num caso em que o ex-governador do Banco Nacional de Angola, Valter Filipe, também foi constituído arguido.
José Filomeno dos Santos foi afastado em Janeiro, pelo actual presidente João Lourenço, do cargo de administrador do Fundo Soberano de Angola, avaliado em cinco mil milhões de dólares.

Fonte: O País – 26.03.2018

domingo, novembro 05, 2017

Angola encomendou 25 viaturas de luxo para a tomada de posse de João Lourenço

Companhia aérea russa especializada no transporte de grandes cargas garantiu a entrega de 25 "viaturas de luxo" Mercedes especificamente para a cerimónia.
Uma companhia aérea russa especializada no transporte de grandes cargas anunciou ter garantido a entrega, num único voo entre Alemanha e Angola, de 25 "viaturas de luxo" Mercedes, especificamente para a cerimónia de posse do novo Presidente angolano, João Lourenço.
A informação consta de uma nota disponibilizada já este mês pela própria Volga-Dnepr Airlines, consultada hoje pela agência Lusa, na qual acrescenta que as viaturas, numa carga total de 110 toneladas, foram transportadas com recurso a um Antonov 124-100, um dos maiores aviões de carga do mundo, cujo interior foi adaptado para o serviço.
De acordo com a Volga-Dnepr Airlines, com sede em Ulianovsk, na Rússia, o transporte foi feito entre Leipzig e a capital angolana, em nome da embaixada de Angola na Alemanha e consistiu numa frota de 25 viaturas Mercedes de luxo.
Incluía ainda três carros de polícia e dois Mercedes blindados classe G, uma encomenda global de 30 viaturas que a Volga-Dnepr Airlines refere ter sido feita para a cerimónia de tomada de posse de João Lourenço como novo Presidente angolano, a qual teve lugar a 26 de setembro último, sucedendo a 38 anos de liderança de José Eduardo dos Santos. Não foram adiantados valores relativos a esta encomenda. Ler mais ( Deutsche – 05.11.2017)

segunda-feira, setembro 18, 2017

Elísio Macamo: "Eleições em Angola foram as possíveis neste momento"

O investigador moçambicano garante que "a democracia é um animal que precisa de ser domesticado. E isso não é fácil"
O moçambicano Elísio Macamo, PhD em sociologia pela University of North London na Inglaterra, é um prestigiado professor africano a leccionar a cadeira de Estudos Africanos na Universidade de Basileia, na Suíça. O Correio Angolense conversou com esse académico, que também dirige o Centro de Estudos e Investigação Científica dessa instituição universitária, sobre o desenrolar do processo político angolano, a “ressaca” das eleições e a influência da diplomacia angolana na região Austral de África.
Elísio Macamo, que também é membro do comité científico do Conselho Africano para o Desenvolvimento das Ciências Sociais com sede em Dakar, Senegal, tem várias publicações e pesquisas em sociologia do conhecimento, processo político em África e sua relevância para a metodologia das ciências sociais. Em Angola, Macamo tem sido chamado para conferências e palestras sobre o processso político africano em instituições do ensino superior. Ler mais (Correio Angolense)

segunda-feira, setembro 04, 2017

Angola: CNE repudia suspeições da oposição sobre processo eleitoral

Comissão Nacional Eleitoral de Angola repudiou supostas insinuações de inconstitucionalidade e ilegalidade lançadas pelos partidos UNITA, CASA-CE, PRS, FNLA sobre as eleições gerais.
A posição foi manifestada esta segunda-feira (04.09.) pelo presidente da Comissão Nacional Eleitoral de Angola (CNE), André da Silva Neto, em resposta à declaração conjunta divulgada no domingo (03.09.) pelos líderes da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), Isaías Samakuva, da Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE), Abel Chivukyvuku, do Partido da Renovação Social (PRS), Benedito Daniel, e da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Lucas Ngonda, que consideraram  inconstitucional e ilegal o processo eleitoral angolano.
Os partidos concorrentes referiram várias irregularidades, nomeadamente o alegado desaparecimento de urnas e votos, o surgimento de novas urnas, que a CNE diz não terem sido evocadas em momento algum pelos delegados de lista e mandatários dos partidos, pelo que "são descabidas, extemporâneas e destituídas de fundamento, por não assentarem em elementos probatórios credíveis". Ler mais (Deutsche Welle – 04.09.2017)

terça-feira, junho 06, 2017

Ministro da Justiça de Angola "estupefacto" com Portugal

Em causa está o fato do Ministério Público português ter avançando para a fase de instrução no processo que envolve o vice-Presidente Manuel Vicente, sem esperar pela resposta de Angola.
"Fico estupefacto e até incrédulo, na medida em que são situações que demonstram um certo desrespeito pelas nossas autoridades judiciárias, e em especial pelo Tribunal Constitucional da República de Angola", afirmou o ministro da Justiça e Direitos Humanos, Rui Mangueira, esta segunda-feira (05.06), em Luanda.
Segundo a agência de notícias Lusa, o Ministério Público (MP) português já enviou para o Tribunal de Instrução Criminal o caso "Operação Fizz", apesar de o vice-Presidente angolano, Manuel Vicente, não ter sido ainda notificado da acusação. Ler mais (Deutsche Welle)

terça-feira, abril 04, 2017

Luaty Beirão apela a fiscalização paralela das eleições em Angola

Grupo de angolanos vai lançar uma associação para lutar contra as restrições à cidadania. Um dos promotores da ideia é Luaty Beirão. O ativista confessa que, este ano, não vota - prefere ficar a fiscalizar o escrutínio.
Um grupo de personalidades angolanas vai lançar, esta quarta-feira (05.04), a associação cívica Handeka. Segundo os mentores da iniciativa, o objetivo principal é criar uma plataforma para lutar contra as limitações ao "pleno exercício da cidadania." Ler mais (Deusche Welle, 04.04.2017)

segunda-feira, março 27, 2017

Pobreza angolana só poderá ser combatida se democracia for respeitada, defende Marcolino Moco

Em entrevista à DW África, o ex-primeiro-ministro comentou as declarações do candidato do MPLA à Presidência da República, João Lourenço, que prometeu combater a "pobreza extrema" em Angola se ganhar as eleições.
Angola só conseguirá combater a pobreza e se desenvolver quando os políticos do país respeitarem a democracia a as instituições democráticas. É o que defende o ex-primeiro-ministro de Angola e ex-secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Marcolino Moco.
Em entrevista à DW África, Moco comentou as declarações feitas no último fim de semana (25.03) pelo cabeça-de-lista do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) às eleições gerais de agosto no país. O candidato João Lourenço lamentou a pobreza extrema angolana, relacionando-a com o conflito armado que terminou há 15 anos, e prometeu combater essa realidade.
Marcolino Moco ressalta a existência de um regime implantado pelo Presidente José Eduardo dos Santos, que enfraqueceu as instituições democráticas em detrimento dos seus interesses, e compromete o desenvolvimento de políticas para os mais pobres. Confira a entrevista: Ler mais (Deutsche Welle – 27.03.2017)

domingo, março 19, 2017

João Lourenço diz que MPLA e Frelimo devem unir-se para não serem vencidos

João Lourenço, o candidato do MPLA às eleições de Agosto deste ano, foi recebido, hoje, pelo Secretário-Geral da Frelimo, Eliseu Machava, e dirigentes centrais dos camaradas na sede Nacional do partido, em Maputo.    
Falando para os membros da Frelimo, o Vice-presidente do MPLA disse que os dois partidos libertadores devem unir-se para que os malandros não os vençam.
 “A nossa força está na nossa unidade. Se nós não formos unidos, os malandros vão nos vencer. Porque os malandros, quer os de dentro como os de fora, estão unidos e não dormem. Andam todos os dias a pensar na forma como derrubar a Frelimo e na forma como derrubar o MPLA”, alertou.
Por seu turno, Eliseu Machava avançou que João Lourenço é o candidato que será apoiado pela Frelimo nas eleições presidências de Angola.
“Para o nosso partido, o candidato que o MPLA indica, é também o candidato da Frelimo. Nós iremos apoiar o nosso candidato para que vença as eleições, porque interessa ao povo moçambicano, interessa ao povo angolano, que o MPLA, que conhece a história do povo angolano, continue a dirigir os destinos do povo angolano”, defendeu.
João Loureço, que é também o actual Ministro da Defesa angolana, foi recebido, ainda hoje, pelo ministro da Defesa de Moçambique, Atanásio N’tumuke. O Encontro foi à porta-fechada e, no final, não foi prestada nenhuma declaração.

Fonte: O País – 19.03.2017

sexta-feira, fevereiro 24, 2017

"Um sério ataque ao país", diz Governo angolano sobre acusações contra Manuel Vicente

O Ministério das Relações Exteriores (Mirex) de Angola considerou "um sério ataque ao país" e chamou de "inamistosa e despropositada" a forma como as autoridades portuguesas divulgaram a acusação do Ministério Público de Portugal contra o vice-presidente, Manuel Vicente.
A posição do Governo angolano surge depois de o Ministério Público português ter acusado, a 16 de Fevereiro, Manuel Vicente, na altura dos acontecimentos presidente do Conselho de Administração da Sonangol, pelos crimes de corrupção activa, branqueamento de capitais e falsificação de documento. Voz da América (Voz da América - 24.02.2017)

"Vamos continuar até ao dia que conseguirmos", Hitler Samussuku

Activistas afirmam terem pedido autorização para a manifestação no Largo 1º de Maio, em Luanda, mas foram acossados do local nesta com acção da brigada canina.
Hitler Samussuku, um dos activistas envolvidos na organização da manifestação que pedia a demissão do ministro da Administração do Território de Angola, Bornito de Sousa, descreve a acção da polícia, à VOA, dizendo que foram agredidos pelos cães e por porretes. Ler mais (Voz da América - 24.02.2017)

segunda-feira, fevereiro 13, 2017

Governo angolano encerra escola turca

Director da escola desconhece as motivações

O Governo angolano ordenou na passada sexta-feira, 11, o encerramento do colégio Esperança Internacional, vulgo “Colégio Turco de Luanda”, mas até ao momento nem a direcção nem os pais e encarregados de educação forma informados dos motivos da decisão.
O Executivo deu ainda aos responsáveis do colégio cinco dias para o país.
O Presidente turco Recep Tayyip Erdoğan pediurecentemente aos governos de Moçambique, África do Sul e Tanzânia para caçarem terroristas em referência às escolas pertencentes ao turco exilado nos Estados Unidos Fethullah Gülen, a quem Erdoğan acusa de estar por trás do golpe de Estado fracassado de Junho passado.
O colégio Esperança Internacional encerrou as portas, desde que em 2008 Angola e Turquia celebraram um acordo comercial de cooperação técnica e económica.
A instituição, com mais de 700 alunos, poderá reunir na terça-feira, 14, com os pais e encarregados de educação para traçar os destinos dos estudantes, segundo uma fonte do Ministério da Educação.
Mustafa, responsável daquela unidade escolar, diz desconhecer se o problema é político ou não.
“Pode ser alguma coisa politica mas nós não sabemos”, disse à VOA.
O coordenador executivo do Movimento de Estudantes Angolanos (MEA), Miguel Kimbenze, condena a decisão do Governo angolano que chamou de “musculosa” e afirma que a sua organização está a encetar contactos junto do Ministério da Educação para saber as verdadeiras razões do encerramento do colégio.

quinta-feira, fevereiro 02, 2017

Países africanos divergem sobre saída do TPI

Moçambique, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe são contra saída, Angola defende o futuro Tribunal de Justiça dos Povos Africanos
A cimeira da União Africana que terminou na terça-feira, em Addis Abeba, voltou a analisar uma eventual saída dos países do continente do Tribunal Penal Internacional (TPI).
Algumas vozes defendem uma saída colectiva, enquanto outros advogam por uma saída progressiva.
Angola, que não faz parte do TPI, acredita que o futuro Tribunal de Justiça dos Povos Africanos permitirá resolver diferendos no continente, enquanto os governos de Moçambique, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe são contra a saída do órgão.
Angola não integra o Tribunal Penal Internacional e o chefe da diplomacia , Georges Chikoti, disse na quarta-feira, 1, que o futuro Tribunal de Justiça dos Povos Africanos permitirá resolver diferendos no continente.

segunda-feira, dezembro 05, 2016

Activistas duvidam de uma eventual transição no MPLA

Rafael Marques diz não haver transição no MPLA e Salvador Freire afirma que JES não deixará saudades.

O Comité Central do MPLA reuniu-se na sexta-feira, 2, para preparar as eleições de 2017 e de acordo com a rádio pública (RNA) e fontes do órgão contactadas pela VOA, o partido vai apresentar uma lista às eleições de 2017 sem José Eduardo dos Santos.
As mesmas fontes indicam que o actual ministro da Defesa e vice-presidente do partido será o cabeça-de-lista e candidato à Presidência da República, enquanto o actual ministro da Administração Interna, Bornito de Sousa, será o candidato a vice-presidente.

Analistas advertem, no entanto, para a imprevisibilidade do Presidente José Eduardo dos Santos.

Salvador Freire, presidente da associação cívica Mãos Livres, lembra que o Presidente da República acostumou a fintar os angolanos e por isso não acredita numa possível saída de José Eduardo dos Santos.

Por seu lado, o jornalista e activista Rafael Marques afirma que esta questão diz respeito aos militantes do MPLA, mas alerta que é pratica do Presidente da República anunciar as grandes decisões no exterior do país. Ler mais (Voz da América – 05.12.2016)

terça-feira, novembro 15, 2016

Que tipo de paz foi alcançado em Angola para ser um bom exemplo?

Quando nacionalistas como o saudoso Dom Jaime Gonçalves diz que em Angola com gente do MPLA nada se aprende que maldade há os que escrevem artigos insultando-no.
Matar Savimbi e abocanhar a riqueza de Angola e dando algumas megalhas aos generais sobreviventes da UNITA, é o tal exemplo?

O que é Angola agora de facto? Um Estado de Direito Democrático? Quantos angolanos são diariamente mortos, torturados e presos simplesmente por falarem o que pensam? Angola é modelo em quê mesmo? O petróleo serve e outras riquezas aos angolanos? Leia:

sexta-feira, outubro 14, 2016

Austeridade preocupa professores moçambicanos

Corrupção na educação poderá subir, diz um encarregado de educação.

Os professores moçambicanos estão preocupados com a crise económica que o país atravessa.
A situação agrava-se com a entrada em vigor de medidas de austeridade anunciadas pelo Ministério da Economia e Finanças.
As medidas incluem o bloqueio de abonos não permanentes.
Antes, os professores já se queixavam do frequente atraso de salários e agora receiam o pior.
"No sector da educação, ainda prevalece a falta de celeridade nas progressões (de carreira), promoções, mudança de carreira, atrasos no pagamento das horas extras e turno e meio", diz Samuel Matsinhe, Presidente da Organização dos Trabalhadores Moçambicanos - Central Sindical (OTM-CS).
Matsinhe realça que "ainda hoje, tomamos conhecimento da retirada das horas extras e turno e meio o que está a provocar agitação no seio da classe".
Albino Zacarias, pai e encarregado de educação, afirma que estes cortes poderão elevar os níveis de corrupção na educação, encorajar o absentismo e perigar a continuidade do curso nocturo.
"Os professores poderão começar a faltar para procurar dinheiro noutros sítios", diz Zacarias.Instado a comentar as medidas de austeridade, o Ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, disse que só com o aumento da produção e pagamento de impostos é que as mesmas podem ser refreadas.
As medidas de austeridade foram tomadas na sequência dos cortes do apoio externo ao orçamento de Estado, medida tomada pelos doadores quando descobriram uma elevada dívida escondida de Moçambique.

Fonte: Voz da América da América – 13.10.2016

Reflectindo: O professor moçambicano fala assim. 

Inflação arruína os professores, diz o sindicato

Representante no Kwanza Sul diz que a deterioração do poder de compra tem consequências para o ensino.

O secretário provincial do sindicato de professores do Kwanza-Sul (SinProf), Celestino Lutucuta, disse que os salários dos professores devem ser actualizados para que estes possam fazer face à inflação, que destrói o seu poder de compra.
"A subida de preços de bens e serviços está a asfixiar o baixo preço do trabalho do professor (referindo-se ao salário) e, isto tem consequências na qualidade de ensino”, disse Lutucuta.
Lutucuta deplorou por outro lado o custo dos vários serviços sociais básicos com destaque para a telefonia móvel, electricidade e combustíveis.
“A acção do executivo angolano tem sido mais no sentido de arruinar os trabalhadores, beneficiando grandes capitais privados”, opinou.

Fonte: Voz da América – 13.10.2016

Reflectindo: Não me parece que ouvi assim no dia 12 em Moçambique. Muitos dos que falaram, são até responsáveis pela degradação da vida dos professores em Moçambique. O que fez a ONP?