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segunda-feira, agosto 04, 2014

Vale do Brasil negocia venda de activos na mina de carvão de Moçambique

O presidente empresa brasileira Vale, Murilo Ferreira, afirmou hoje, no Rio de Janeiro, que está em curso uma importante negociação sobre a venda de uma parte dos seus activos em Moçambique, escreve o jornal brasileiro Valor Económico.
Murilo Ferreira disse que decorrem negociações para encontrar sócios tanto para a parte logística do projecto — o Corredor Nacala – como para a mina de carvão em Moatize, na província de Tete.
“Estamos em fase muito delicada de negociações referentes à participação tanto no Corredor Nacala quando na mina de Moatize. Não devemos e não podemos e não devemos pronunciar sobre o que está a acontecer nem com quem está a ser negociado”, disse o presidente da Vale.
Murilo Ferreira lembrou que já existem infra-estruturas para produzir 11 milhões de toneladas de carvão por ano, mas a logística só permite exportar o máximo de 4 milhões de toneladas situação que só melhorará quando o Corredor de Nacala ficar pronto.
“Produzir sem ter como escoar é ineficiente”, frisou.(macauhub/BR/MZ)

Fonte: Macauhub – 01.08.2014

domingo, maio 25, 2014

Vale Moçambique registou prejuízo de 44 milhões de dólares no primeiro trimestre

Apesar dos resultados, a mineira confia que o cenário pode ser invertido. Para isso é preciso aumentar a competitividade na cadeia de extração e exportação do carvão, diz a empresa.

Em Moçambique, a Vale diz ter produzido um milhão de toneladas de carvão nos primeiros três meses de 2014, mas os prejuízos rondaram os 44 milhões de dólares. Segundo o presidente do conselho de administração da Vale Moçambique, Pedro Gutemberg, as receitas da venda de carvão e as despesas logísticas não chegam para pagar os investimentos da empresa e os custos operacionais da mina de Moatize, na província de Tete.

terça-feira, abril 22, 2014

Grupo brasileiro Vale investe em Moçambique 8 mil milhões de dólares

Os investimentos do grupo brasileiro Vale chegarão a 8 mil milhões de dólares com a conclusão, este ano, do projecto Corredor Logístico de Nacala, informou recentemente Sérgio Chitará, quadro da Vale Moçambique, citado pelo matutino Notícias, de Maputo.
De acordo com o calendário apresentado pela empresa, o corredor, orçado em 4,5 biliões de dólares e constituído por uma linha de caminho-de-ferro com uma extensão de 912 quilómetros a partir de Moatize, em Tete, e um porto de águas profundas, em Nacala-a-Velha, deverá ficar operacional em finais deste ano ou princípios do próximo.

domingo, abril 20, 2014

Investimentos da Vale Moçambique poderão atingir US$ 8,2 biliões de dólares

A companhia mineira Vale Moçambique prevê, com a conclusão da linha férrea que vai ligar a região mineira de Moatize, na província central de Tete, e o porto de águas profundas de Nacala-a-Velha, norte do pais, atingir a cifra de 8, 2 biliões de dólares em investimentos.
O facto foi revelado por Sérgio Chitará, da Vale Moçambique, durante o lançamento, semana passada, em Maputo, da iniciativa de Vínculos de Negócios e Desenvolvimento de Fornecedores.
Chitará reiterou que a infra-estrutura duplicará a capacidade de escoamento de carvão da companhia.

segunda-feira, março 17, 2014

Vale prevê iniciar em 2015 exportação de carvão através do porto de Nacala-a-Velha

A Vale Moçambique prevê exportar a primeira carga de carvão através do porto de Nacala-a-Velha já em 2015, devendo a fase de testes iniciar-se no quarto trimestre deste ano, informou o director-geral da companhia, Ricardo Saad.
O projecto de desenvolvimento do porto de Nacala-a-Velha e da linha férrea Moatize-Nacala, que a Sociedade de Desenvolvimento do Corredor do Norte explora, e que é detido pela Vale Moçambique (80%) e pela Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (20%), deverá estar operacional a partir do próximo ano, traduzindo um investimento de cerca de 4,5 mil milhões de dólares.

sábado, março 15, 2014

Mineira Vale Moçambique "atenta" às eleições presidenciais moçambicanas

segunda-feira, abril 22, 2013

Detido líder dos oleiros que paralisaram a Vale

A Polícia da República de Moçambique deteve o líder dos oleiros de Moatize, Refo Agostinho, de 43 anos.

Na altura da sua detenção, a polícia não terá apresentado nenhum mandado de busca e captura, emitido pela procuradoria ou tribunal. Segundos os oleiros, esta detenção é uma forma de intimidá-los para não continuarem a exigir uma justa indemnização da mineradora Vale.

sexta-feira, abril 19, 2013

Famílias Atingidas Forçam Diálogo com a Vale e prometem endurecer a Luta

A Acção Académica para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais – ADECRU manifesta grande preocupação e cepticismo em relação ao anunciado “processo de negociação” entre representantes da Vale e das 1365 famílias atingidas e reassentas na região de Cateme e Unidade 6 do Bairro 25 de Setembro, marcado para o final do dia de hoje, 19 de Abril de 2013, nos escritórios da Vale em Moatize mas que a última hora foi alterado para o Governo Distrital de Moatize. As famílias que estarão no diálogo são provenientes de Cateme, bairro 4 – Nthibu, bairro 25 de Setembro e Capanga na Zona de Matchikitchiki. Ler mais

sexta-feira, dezembro 21, 2012

Governo moçambicano fala de alegada violação de aspectos culturais pela brasileira Vale

O Governo moçambicano afirma que a Vale está a impedir que famílias cujos terrenos foram retirados para dar lugar à implantação da mineradora brasileira em Tete, no centro de Moçambique, visitem as zonas de origem onde possuem campas familiares.

quinta-feira, novembro 01, 2012

Para quê morrer para conhecer o inferno?

Por: Matias Guente

Maputo (Canalmoz) – Mahatma Ghandi já dizia que “aquele que não é capaz de se governar a si mesmo, não será capaz de governar os outros”.

A sessão de informações ao Governo (na semana passada) veio mais uma vez mostrar que a mentira anda de mãos dadas com a Frelimo e a sua implicação na forma como vamos construindo este País, que se diz albergar um povo que na língua de uns teima em ser “maravilhoso”, muito em função da sua generosidade em proporcionar aos políticos, principalmente aos que estão no poder, uma vida muito folgada sem precisarem de trabalhar. Mas cá por mim é um exercício de pura demagogia da nossa parte esperar um debate político de qualidade com gente, regra geral, de má qualidade.

A seguir me explico:

Quando o primeiro-ministro, Alberto Vaquina, foi estrear-se no parlamento aquando das informações do Governo, solicitadas pelas bancadas parlamentares, houve uma tremenda coincidência. Enquanto Vaquina falava de Cateme, eu estava em Cateme e escutava o debate em directo.

Escutei o ministro a dizer – o que aliás acabou por ser reproduzido por todos os órgãos de comunicação social – que a vida da população de Cateme não tem comparação com qualquer outro povoado de Tete; Em Cateme há casas melhoradas; Em Cateme vive-se bem; Que em suma a população de Cateme anda feliz da vida porque o Governo de que Vaquina é primeiro-ministro e ex-governador salvou-o. Ler mais

sexta-feira, outubro 26, 2012

Líder comunitário acusa Governo e Vale de produzirem relatórios falsos

Arnaldo Roia, secretário do bairro Chipanga, disse na passada quinta-feira, que o Governo e a empresa Vale colocam nos relatórios nomes de pessoas alegando terem se beneficiado de alguma coisa, sem ser verdade, de acordo com o Canal Moz. O secretário ainda referiu que algumas das pessoas referidas nos relatórios não existem.

segunda-feira, agosto 13, 2012

Cateme: o passado que não passa!

Depois do levantamento popular de Janeiro, a Vale e o governo prometeram corrigir os erros nas casas construídas em Cateme para reassentar mais de 700 famílias.

sábado, julho 21, 2012

Vale interessada em outros minerais em Nampula, Cabo Delgado e Niassa

A Vale Moçambique, que já extrai o carvão mineral na província de Tete, está neste momento a efectuar prospecção e pesquisa de outros recursos minerais, como o fosfato e níquel, nas províncias de Nampula, Niassa e Cabo Delgado.

terça-feira, junho 19, 2012

Vale é um dos patrocinadores da “Rio+20”

A mineradora brasileira, a Vale, companhia que em parceria com o Governo moçambicano, promoveu “torturas no reassentamento de Cateme” na província de Tete, quando a população saiu para reclamar as condições desumanas de a que estava votada, está na lista das grandes empresas que estão a apoiar a realização da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, Rio + 20. Ler mais

PF impede crítico da Vale em Moçambique de entrar no Brasil


O jornalista Jeremias Vunjanhe, da ONG Justiça Ambiental, de Moçambique, foi impedido de entrar no país pela Polícia Federal. Ele viria participar da Cúpula dos Povos, movimento paralelo à Rio+20, mas não pôde deixar o aeroporto internacional de Guarulhos. 
Vunjanhe é conhecido em Moçambique por ser um crítico à atuação da companhia Vale no país. ler mais


sexta-feira, junho 15, 2012

PF impede crítico da Vale em Moçambique de entrar no Brasil

O jornalista Jeremias Vunjanhe, da ONG Justiça Ambiental, de Moçambique, foi impedido de entrar no país pela Polícia Federal.
Ele viria participar da Cúpula dos Povos, movimento paralelo à Rio+20, mas não pôde deixar o aeroporto internacional de Guarulhos.
Vunjanhe é conhecido em Moçambique por ser um crítico à atuação da companhia Vale no país. Na Cúpula dos Povos, ele participaria de um evento chamado 3º Encontro Internacional dos Atingidos pela Vale.
A instalação da mineradora brasileira em Moçambique tem gerado polêmica e diversos conflitos entre o governo e os órgãos de direitos humanos locais.
Jeremias Vunjanhe chegou em voo de Maputo, na terça-feira, dia 12. Ao desembarcar teve o passaporte recolhido e um carimbo: Impedido da Sinpi (Sistema Nacional de Impedidos e Procurados). Ler mais (Tribuna Hoje)

Reflectindo: E o que diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros do nosso país?

segunda-feira, fevereiro 13, 2012

Membro do CC da Frelimo ataca Vale e chama o estado à responsabilidade

O antigo governador de Tete e membro do comité central (CC) da Frelimo, Sérgio Vieira, diz que a forma como a vale reassentou as populações em Cateme assemelha-se a uma espoliação. Falando num debate recentemente promovido pelo Parlamento Juvenil na cidade de Tete, o antigo membro dos governos de Samora Machel, Sérgio Vieira, acusou a vale de ter espoliado as populações que foram obrigadas a abandonarem as suas terras para dar lugar à exploração de carvão. “Reassentar não é tirar-me dum sítio e dizer já estás ai, tens casa e pronto. há muitas coisas que devem ser tomadas em consideração e que aqui ficou claro que não foram (...)”, disse Vieira, acrescentando que “as pessoas foram tiradas dum sítio, onde tinham tudo e produziam, para um local completamente oposto a este”.

Fonte: O País - 13.02.2012

sábado, janeiro 21, 2012

Vale Brasileira em Tete, direitos e repressão

‎"A cerca de 7 quilómetros de Cateme foi montado um posto avançado da Força de Intervenção Rápida (FIR) fortemente armado. A logística da força é garantida pela Vale. Esta companhia garante transporte, alimentação, água e outras condições que possam deixar os agentes bem motivados e prontos a intervir".

Fonte: Jornal SAVANA no mural de Palmeirim Chongo

sexta-feira, janeiro 13, 2012

Manifestações de Cateme, em Tete Governo acusado de ter traído povo

* MDM exige imediata soltura dos detidos

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) diz que as manifestações de terça-feira última, protagonizadas pelos reassentados do centro de Cateme, no distrito de Moatize, em Tete, são resultado da flagrante traição do Governo moçambicano, que presta mais atenção aos interesses estrangeiros e ignora as mais elementares necessidades dos cidadãos nacionais. Na voz do seu delegado na província de Tete, Celestino Bento, aquela formação política afirma que “a sublevação daqueles concidadãos significa um cansaço, porque há vários anos que vêm reclamando a falta do cumprimento das promessas feitas como condição para abandonarem as suas zonas de origem no município da vila de Moatize, para dar lugar à extracção do carvão pela empresa Vale”. Ler mais

Fonte: Diário de Mocambique - 13.01.2012