A Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique, Ametramo, em Inhambane, decretou fim a um dos rituais que preconiza a sucessão da esposa pelos irmãos ou outro parente do marido, em caso da sua morte, como forma de travar a propagação do Hiv/Sida.Trata-se de uma prática secular que obriga a mulher a manter relações sexuais com um dos seus cunhados ou um outro membro da família, alegadamente para a sua purificação depois da morte do seu marido.
Nos casos em que o marido morre, deixando muitas mulheres, os membros da família distribuem-se pelas esposas do falecido.




