A informação, segundo escreve hoje o Notícias, foi revelada pelo Ministério moçambicano da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, que há dias esteve reunido na sua VIII Reunião Nacional dos Notários. Ao que foi explicado, muitos moçambicanos que vivem e trabalham na diáspora, quando lá chegam, optam por um novo registo de um nome que mais se identifica com o país escolhido para viver, sem, no entanto, abdicar do primeiro que é o moçambicano, o que a priori chega a parecer tratar-se de pessoas distintas.
O título elucidativo, segundo indica o ministério, um determinado cidadão, por exemplo, identificado pelo nome de João Matola, registado na República de Moçambique com esse nome, quando está na África do Sul usa um novo registo com outro nome, ou seja, John Matsolo. Ao que aponta o sector, esta situação nalgum momento cria imensos constrangimentos, sobretudo em caso de morte ou quando a família procura obter algo a ele relacionado, sendo difícil fazer a prova de identidade e produção de efeitos sucessórios pretendidos.




