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quarta-feira, março 16, 2016

Ministério dos Combatentes esclarece que desertores se referem à guerra civil

O Ministério dos Comba­tentes veio ontem a pú­blico esclarecer sobre os casos de deserções reveladas na nossa edição de ontem, que ti­nha como título "1400 militares fugiram das zonas de tensão".
No seu esclarecimento, aquele ministério, através do seu porta­-voz, Horácio Massangai, refe­re que as deserções em causa não tem que ver com as actuais Forças Armadas de Defesa de Moçambique(FADM), mas sim com as antigas Forças Armadas de Moçambique.
"Houve deserções sim. Isso é um facto, mas os números reve­lados referem-se ao horizonte temporal que vai até 1992", altu­ra em que foi assinado o Acor­do Geral de Paz. Isto quer dizer que se trata de ex-militares que combateram na guerra dos 16 anos, que colocou frente-à-fren­te a Renamo e as forças governa­mentais.
Os números foram detectados durante o processo de registo de combatentes para a fixação de pensões, um trabalho que decorreu de Janeiro a Dezembro do ano passado.
Fonte: O País – 16.03.2016

terça-feira, setembro 16, 2014

Deserções na Frelimo no distrito de Boane: Membros da OMM filiam-se no MDM na província de Maputo


E acusam Armando Guebuza de ter recebido duas cabeças de bois e um cabrito e ter prometido água e energia, mas não cumpriu nenhuma das promessas


Vinte e seis membros do braço feminino da Frelimo, a Organização da Mulher Moçambicana (OMM), acabam de desertar e filiar-se no Movimento Democrático de Moçambique (MDM). O acto aconteceu na localidade Beluluane, posto administrativo de Matola-Rio, distrito de Boane, província de Maputo.

A apresentação pública de uma parte das referidas mulheres foi feita ontem em Beluluane pelo delegado provincial do MDM, Armando Mahumane.