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quinta-feira, maio 18, 2023

Reino Unido e Suécia injectam mais de MZN 192 milhões para energias renováveis em Moçambique

 Governos do Reino Unido e da Suécia assinaram, hoje, um acordo para injectar 2,4 milhões de libras, o equivalente a mais de 192 milhões de Meticais, ao programa de energias renováveis em Moçambique, que está em curso desde 2019 e tem o fim previsto para 2024, abrangendo 1,9 milhões de pessoas.

O acesso à energia eléctrica ainda não atingiu 50% da população moçambicana e a meta do Governo é levar energia a toda população até 2030. E as energias renováveis são uma das apostas para o alcance dessa meta, por isso, esta quarta-feira, os representantes dos governos do Reino Unido e da Suécia em Moçambique assinaram, em Maputo, um acordo para adicionar mais dinheiro ao programa “Brilho”, em implementação desde 2019 em todo país. 

 https://opais.co.mz/reino-unido-e-suecia-injectam-mais-de-mzn-192-milhoes-para-energias-renovaveis-em-mocambique/

sábado, novembro 25, 2017

Um comunismo sem comunistas é possível?

Em 2009, Destino Maló, um compatriota que também vive na Suécia há décadas me chamou atenção dizendo que a Suécia com a sua política de bem-estar tinha alcançado o comunismo que almejavamos em Moçambique. Ele não estaria certo? O interessante é que precisamente em 1917 a maioria dos suecos recusou-se a aliar-se à revolução russa que levou a Rússia ao dito comunismo.
Ora, no dia 6 do corrente mês perdi chaves na foto num comboio. No dia 16, és que uma polícia duma outra polícia liga para mim para informar que havia recebido as minhas chaves dos serviços dos caminhos de ferro e enviariam para o comando polícial mais próximo. Assim que este comando da polícia próximo da minha residência enviou-me uma notificação e já tenho as chaves.  
É possível alcançar um bem-estar sem muito baralho. Em Moçambique sou por aqueles que lutam no máximo para dar ambulâncias, centros de saúde, edifícios escolares, entre outros bens que beneficiam inclusivamente aos pobres. Investir em recursos humanos e assim alcançaremos a justiça social.


Um comunismo sem comunistas é possível?

terça-feira, junho 06, 2017

Suécia confiante no trabalho da PGR moçambicana sobre dívidas ocultas

A Embaixada da Suécia em Maputo manifestou hoje confiança na forma como a Procuradoria-Geral da República de Moçambique (PGR) está a tratar dos resultados da auditoria às dívidas ocultas, defendendo a divulgação do documento o mais breve possível.

A embaixada sueca financiou a realização da auditoria exigida por um grupo de parceiros internacionais para retomar os apoios ao Estado moçambicano, depois de há um ano terem sido reveladas dívidas ocultas de 1,4 mil milhões de dólares.

"[O relatório da auditoria à dívida pública] está nas mãos das autoridades, acho que eles é que vão publicar. Temos uma colaboração muito boa com a PGR e temos plena confiança no trabalho deles", disse aos jornalistas, em Maputo, o conselheiro político e comercial da embaixada da Suécia, Andreas Perez Fransius.

sexta-feira, maio 12, 2017

Relatório da auditoria às dívidas ocultas em Moçambique só será entregue amanhã

Prazo era esta sexta-feira
O relatório da auditoria independente às chamadas dívidas ocultas contraídas pelo Governo de Moçambique, que vem sendo realizada desde finais do ano passado pela consultora Kroll, não será entregue nesta sexta-feira, 12, como revelou recentemente no Parlamento a Procuradora-Geral da República no seu discurso sobre o estado da justiça no país.
Este é o quarto adiamento depois de o prazo ter sido fixado inicialmente para fins de Fevereiro.
A VOA apurou que o relatório vai ser entregue amanhã, 13, à embaixada sueca, financiadora da auditoria, que depois fará a sua entrega à Procuradoria-Geral da República.
As chamadas dívidas ocultas foram tornadas públicas em Abril de 2016 durante as reuniões da Primavera do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial em Washington pelo ministro moçambicano das Finanças, Adriano Maleiane, no valor de 1,4 mil milhões de dólares.
O montante real, no entanto, pode estar próximo dos dois mil milhões de dólares.
As dívidas foram contraídas por três empresas públicas moçambicanas sem o conhecimento do FMI e do BM, nem dos actores políticos nacionais, além de as mesmas não constarem do orçamento do Estado.
O FMI, o Banco Mundial e vários países suspenderam então o apoio orçamental a Moçambique e exigiram uma auditoria independente.

Fonte: Voz da América – 12.05.2017

domingo, abril 16, 2017

Três episódios hoje na Suécia

1.      Hoje é Páscoa

2.  A noite passada, isto é, a noite de 15 a16 de Abril foi tão fria em Örebro como a de 1942, durante a Segunda Guerra Mundial.  A temperatura foi de 12.9 graus Celcius abaixo de zero em pleno Abril.

3. Hoje dia 16 de Abril, fazem 100 anos depois duma revolução falhada do tipo que ocorreu na Rússia, aquela que derrubou a autocracia russa e levou ao poder o Partido Bolchevique, de Vladimir Lénine. Li e vou continuar a ler sobre esta revolução falhada na Suécia, mas adianto que foi o político Hjalmar Branting do Social-Democrata que com muita inteligência e usando um caminho político e não violência conseguiu travar a revolução. As principais razões da tentativa da revolução foi a fome como consequência da Primeira Guerra Mundial embora a Suécia não estivesse envolvida directamente. Uma outra consequência desta revolução falhada foi a fundação do partido comunista, hoje o partido esquerdista, fundado pela ala radical do Social-Democrata.

quarta-feira, março 22, 2017

Umea University Masters Scholarships 2017/18 for Non EU Students in Sweden

Umeå University is offering scholarships for international students in Sweden for the academic year 2015/16. Scholarships are open for talented and high-achieving students from outside the EU/EEA. Scholarships are available for pursuing master’s degree level at Umeå University. The selections for the scholarships are based entirely on the applicant’s academic merit. Scholarships administered by Umeå University are always in the form of reduction in the tuition. Selected candidates receive full or partial reduction of tuition. Read more

segunda-feira, março 13, 2017

Suécia garante fim da auditoria às dívidas ocultas em Moçambique no fim do mês

A Suécia, que está a financiar a auditoria internacional às dívidas ocultas de Moçambique, estimadas em cerca de dois mil milhões de dólares, garante que os resultados da investigação serão divulgados até ao fim do presente mês.
Analistas dizem que os resultados não devem defraudar as expectativas dos cidadãos.
No final da sua missão em Moçambique, a embaixadora sueca, Irina Nyoni, revelou que o processo de investigação está bem encaminhado, o que confirma informações de outras pessoas conhecedoras deste "dossier", que fazem alusão à normalidade com que o mesmo tem decorrido.
"Vou deixar bem feito tudo aquilo que diz respeito à auditoria internacional, e quando eu sair de Moçambique, no fim deste mês, tudo estará pronto", destacou, a diplomata sueca.
Por seu lado, o Fundo Monetário Internacional (FMI) insistiu nos últimos dias uma investigação independente às chamadas dívidas escondidas.

sexta-feira, março 10, 2017

Suécia defende inclusão das mulheres no processo de paz moçambicano

A embaixadora da Suécia em Moçambique, Irina Schoulgin Nyoni, defendeu hoje em Maputo a inclusão das mulheres nas negociações de paz em Moçambique, assinalando que este grupo populacional é a principal vítima das guerras no mundo.
Em declarações aos jornalistas, no final de um encontro com o primeiro-ministro moçambicano, Carlos Agostinho do Rosário, a quem apresentou cumprimentos de despedida, Nyoni disse que o processo de paz em moçambicano deve ser o mais inclusivo possível.
"A principal mensagem que posso deixar em relação ao processo de paz é que deve haver atenção em relação à inclusão, estou a pensar nas mulheres, que normalmente são as vítimas da violência", declarou a embaixadora da Suécia.
Além de serem as mais afectadas, continuou, as mulheres devem ser protagonistas na formulação de políticas de reconstrução pós-conflito, para verem salvaguardadas o direito à igualdade do género.
Irina Schoulgin Nyoni adiantou que deixa Moçambique num momento em que as relações bilaterais estão num bom patamar e têm sido caracterizadas pela intensificação do apoio sueco ao desenvolvimento do parceiro africano e por um diálogo franco em várias matérias.

quinta-feira, novembro 03, 2016

Suécia vai doar 460 mil milhões de meticais para apoiar vítimas da seca em Moçambique

O programa de ajuda pretende responder às necessidades de 206.560 pessoas ou 41.312 famílias gravemente afectadas pela seca nas províncias de Gaza, Inhambane, Manica e Sofala, anunciou hoje a embaixada sueca em Maputo. 
O dinheiro, segundo comunicado, é destinado à aplicação do programa ”Promovendo a recuperação e construção de resiliência para as pessoas afectadas pela seca em Moçambique”, que visa contribuir para os esforços empreendidos pelo Governo na resposta à seca e providenciar assistência alimentar, água e apoio nutricional aos agregados familiares, assim como apoiá-los na recuperação dos meios de subsistência.
“Estamos confiantes que o apoio disponibilizado pela Suécia e outros parceiros, através do COSACA, contribuirá para o alívio dos efeitos negativos da estiagem e o restabelecimento do bem-estar das famílias assoladas pela estiagem nas regiões centro e Sul de Moçambique”, disse a embaixadora da Suécia em Moçambique, Irina Schoulgin Nyoni, citada no comunicado.

quarta-feira, novembro 02, 2016

Suécia vai financiar auditoria externa aos empréstimos escondidos por Moçambique

A Suécia vai financiar uma auditoria internacional e independente aos empréstimos escondidos por Moçambique no valor de cerca de 1,4 mil milhões de dólares, noticiou esta terça-feira a Bloomberg, citando uma fonte próxima do processo.
De acordo com a notícia da agência de informação financeira, os termos de referência para a realização da auditoria, que é uma das exigências do Fundo Monetário Internacional para retomar as conversações sobre um novo programa de ajuda financeira ao país, deverão ser concluídos até meados deste mês, lançando depois a Procuradoria-Geral da República um concurso público internacional.
A Bloomberg tentou contactar o porta-voz da PGR moçambicana e a embaixada da Suécia em Maputo, mas sem sucesso. A Suécia faz parte do grupo de doadores internacionais que suspendeu em meados deste ano a ajuda financeira a Moçambique, no seguimento da divulgação de empréstimos internacionais com garantia estatal, mas que foram escondidos do FMI e de todas as instituições oficiais.

domingo, agosto 28, 2016

Nyusi em maré baixa

Holanda, Suécia e Itália “indisponíveis” para receber Nyusi
Numa altura em que o país continua a precisar de encontrar mecanismos para lavar a sua imagem junto da comunidade doadora internacional, as démarches do executivo liderado por Filipe Nyusi, nessa direcção, continuam a não surtir efeitos positivos.
Exemplo disso, é a nega de receber o presidente moçambicano, que acaba de ser manifestada por três países europeus, nomeadamente a Holanda, Suécia e Itália. Naquilo que pode ser considerado subterfúgios para esconder as reais razões do “não”, os países alegaram questões de falta de disponibilidade dos dignitários com quem Filipe Nyusi pretendia manter encontros estratégicos.
No entanto, acredita-se que por detrás da nega “concertada” estarão questões relacionadas com a difícil digestão do escândalo das “dívidas escondidas”, que praticamente atiraram o país ao caixote de lixo do ponto de vista de performance macro económica.
A ideia de Filipe Nyusi era terminar o périplo pelos três países e, logo seguir para Nova Iorque e Washington D.C., nos Estados Unidos da América (EUA).

sábado, junho 13, 2015

Dois Dias no Mosteiro Santa Brígida da Suécia

Entre 10 a 11 do corrente mês morei no Mosteiro de Santa Brígida da Suécia em Vadstena conforme a foto reporta. E é nesta Igreja que a Santa Brígida jaz. E sobre quem é Santa Brígida pode-se ler aqui.

terça-feira, julho 01, 2014

Eleições na Suécia e em Mocambique

Este ano é eleitoralmente bom para mim. Eleições na Suécia em Setembro e em Moçambique em Outubro. Tanto na Suécia como em Moçambique, a pré-campanha já está em curso.

domingo, junho 22, 2014

Ministério da Justiça vai registar gratuitamente 500 mil cidadãos

O Ministério da Justiça, em parceria com o Ministério do Interior e o Fundo das Nações Unidas para Infância (UUnicef), vai registar gratuitamente 500 mil moçambicanos de diferentes idades e emitir bilhete de identidade para uma parte deles, sobretudo os economicamente activos, nos distritos de Rapale, Mecubúri e Ribáue, em virtude da existência de uma parte significativa de compatriotas sem acesso ao trabalho por falta de documentos pessoais.

quinta-feira, maio 15, 2014

Ajuda ao Orçamento do Estado

 Suécia volta a falar da EMATUM

Apesar de aparentemente estar tudo bem, alguns “parceiros de cooperação” ainda não aceitaram a burla da EMATUM, uma empresa-fantasma criada por Armando Guebuza, e que foi avalizada positivamente para um crédito de 850 milhões de euros. A embaixadora da Suécia em Moçambique, Ulla Andrén, disse que a libertação de fundos de apoio ao Orçamento do Estado para o presente ano está refém de novos acordos e dum encontro com o ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Balói, onde se prevê que sejam tratados alguns assuntos pendentes, como é o caso da EMATUM.

domingo, fevereiro 09, 2014

Eleições de Gurúè: Observadores internacionais



Os Embaixadores da União Europeia avaliam positivamente o processo eleitoral que decorreu este sábado na cidade de Gúruè, província da Zambézia, mas acrescente que exigem exclarecimento sobre a tentativa de fraude.

Fonte: TIM - 09.02.2014

quinta-feira, janeiro 02, 2014

Bolsas de Estudo na Suécia

The Swedish Institute Study Scholarships The Swedish Institute Study Scholarships target highly-qualified students and are awarded for studies in Sweden starting in an autumn semester. The scholarships are intended for full-time master's level studies in Sweden and cover both living costs and tuition fees. - See more

http://www.studyinsweden.se/Scholarships/SI-scholarships/The-Swedish-Institute-Study-Scholarships/The-Swedish-Institute-Study-Scholarships/#idx_2

quinta-feira, dezembro 05, 2013

A moral na política sueca numa fasquia alta (Repetição)

Algo para aprender?

Por António A. S. Kawaria

Estou consciente que este post não interessa a muitos moçambicanos porque, por um lado, não conhecem perfeitamente este país nórdico, situado na Península Escandinava e por outro lado, por este ser um país europeu e ocidental, isto é, não africano como muitos alegam sempre em discussões sobre democracia, direitos humanos ou corrupção.

Porém há algo que poderia nos ajudar à aproximacão entre os nossos povos porque:
- primeiro, a Suécia apoiou Moçambique desde os tempos de guerra pela nossa independência, muito em particular no campo de educação;

- segundo, porque mesmo depois da independência, a Suécia continuou a apoiar
Moçambique em muitas áreas de desenvolvimento e formação de quadros, como um actualmente director nacional me revelara, há anos, que estudou no Brasil através duma bolsa sueca;

- terceiro, porque os suecos como povo em si, são muito sensíveis quanto ao povo moçambicano, e, isso provei pessoalmente pela forma de enganjamento em apoio aquando as cheias de 2000, entre muitas ocasiões. Aliás, 
Henning Mankell, o escritor e dramaturgo sueco, parcialmente vivendo em Maputo, acaba mostrando este gesto dos suecos ao oferecer 15 milhões de coroas suecas para construção de uma aldeia de crianças (SOS Children Village), em Manica;

- quarto, a Suécia é um dos países que mais investe pelo nosso processo democrático, isto financialmente como em recursos humanos. Pessoalmente, tenho achado muita coisa que podiamos aprender deste país a bem da nossa pátria amada, em particular no que tange à democracia, desenvolvimento económico e humano, direitos humanos, criação de bem-estar.

Apresso-me em dizer que relato isto, porque tenho acompanhado de algumas pessoas, sobretudo académicos, que coisas como a corrupção, desvio de fundos, fraudes, a falta de respeito pelos direitos humanos que ocorrem um pouco por todo o lado em Moçambique, seriam tolerados em países como a Suécia. Há quem já disse, por exemplo, que o uso de fundos pelo antigo ministro de educação, não era desvio ou corrupção no contexto sueco.

Durante esta semana acompanhei pela imprensa sueca muitos acontecimentos na arena política, isso que deviamos aprender. Três políticos locais e uma funcionária pública (Secretária do Gabinete do Primeiro-Ministro) demitiram-se. Uma, porque abusando o seu poder, imiscuiu-se na vida privada duma funcionária; a outra, porque fez uma fraude eleitoral ao retirar boletins de votos doutro partido, durante um acto eleitoral; um outro ainda, por uma aproximação inconfortável a uma sua colega. Quanto à funcionária pública foi por ter bebido (álcool) quando esteve numa conferência ou em servico. Isto tudo passaria com certeza despercebido se desse em Moçambique onde não há responsabilidade nem responsabilização pelos actos ilegais de quem está no poder.

Na Suécia como num país democrático, quem denuncia e investiga ilegalidades como estas são jornalistas. Em Moçambique não temos falta desse tipo de jornalistas. Temos jornalistas de calibre que investigam e denunciam actos ilegais praticados pelo poder. Se possível temos jornalistas que se cobiçam pelo mundo democrático. O que não há, então, em Moçambique?

Eu julgo que é a democracia verdadeiramente dita. Não temos meios que sancionem o poder pelos actos ilegais, de abuso ao poder, e o pior ainda, é quando não se dão pelo ouvido às investigacões e denúncias feitas pelos nossos jornalistas. Num país democrático, sanções passam pelas urnas, e, quando se gazetea às eleições é também uma sanção aos políticos. Em Moçambique, quem tem poder até pode seleccionar quem deve votar como se estivessemos ainda na idade média ou na era de segregação racial nos Estados Unidos da América e mesmo aqui na nossa vizinha África do Sul. Em Moçambique, abstenções, mesmo que sejam na ordem de 80 %, não preocupam a quem tem poder, antes pelo contrário, tornam-se a causa de festas infinitas – festas que se realizam de povoado em povoado, mesmo naquele onde a brigada de recenseamento eleitoral não chegou ou não houve mesa de votação. Abstenções já constituem uma estratégia do poder.


Escutemos com atenção a mensagem do 
Azagaia em A Marcha. Reflictamos!

terça-feira, junho 11, 2013

VERÓNICA MACAMO VISITA SUÉCIA E PORTUGAL

A Presidente do parlamento moçambicano, Verónica Macamo, deixa esta noite a capital do país, Maputo, com destino a Estocolmo para uma visita oficial de quatro dias a Suécia a convite do parlamento daquele pais europeu. 
Passar em revista o estágio da cooperação entre os dois países, particularmente na área parlamentar, é o objectivo principal desta deslocação da presidente do mais alto órgão do poder legislativo moçambicano.
Depois da Suécia, Macamo participará, a 18 do mês em curso, na capital portuguesa, Lisboa, num encontro dos presidentes dos parlamentos dos países falantes do Português.
A missao desta reunião é passar em revista a cooperação parlamentar, convista a estreitar-se cada vez mais as relações entre este grupo de países e povos irmãos. 
Verónica Macamo faz se acompanhar pelos chefes das três bancadas parlamentares, nomeadamente, Margarida Talapa, da Frelimo, Angelina Enoque, da Renamo, e Lutero Simango, do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), entre outros membros e quadros parlamentares.

Fonte: AIM - 10.05.2013

domingo, maio 26, 2013

Houve ou não dinheiro desviado?

ÚLTIMA HORA: tesouro moçambicano devolve dinheiro a Suécia indevidamente utilizado pelo executivo do Niassa.Ainda no jornal FAÍSCA editado no dia 24 de Maio de 2013: sumiram das Finanças do Niassa 11 milhões de meticais entre 2010/12. Pergunta-se: com inspecção do Estado, auditorias, ninguém viu? A cadeia já não assusta.Chamboco? também não.Solução? Alguém tem? Há ideias


Fonte: num dos comentários aqui