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quinta-feira, maio 18, 2023

Reino Unido e Suécia injectam mais de MZN 192 milhões para energias renováveis em Moçambique

 Governos do Reino Unido e da Suécia assinaram, hoje, um acordo para injectar 2,4 milhões de libras, o equivalente a mais de 192 milhões de Meticais, ao programa de energias renováveis em Moçambique, que está em curso desde 2019 e tem o fim previsto para 2024, abrangendo 1,9 milhões de pessoas.

O acesso à energia eléctrica ainda não atingiu 50% da população moçambicana e a meta do Governo é levar energia a toda população até 2030. E as energias renováveis são uma das apostas para o alcance dessa meta, por isso, esta quarta-feira, os representantes dos governos do Reino Unido e da Suécia em Moçambique assinaram, em Maputo, um acordo para adicionar mais dinheiro ao programa “Brilho”, em implementação desde 2019 em todo país. 

 https://opais.co.mz/reino-unido-e-suecia-injectam-mais-de-mzn-192-milhoes-para-energias-renovaveis-em-mocambique/

quarta-feira, janeiro 02, 2013

A ajuda atrapalha

O economista queniano diz que as doações internacionais só atrasam o desenvolvimento da África. Ler mais (VEJA)


Nascido em um país conhecido por produzir grandes fundistas, o economista queniano James Shikwati, de 35 anos, nunca se destacou como um bom atleta. Certa vez, quando era adolescente, inscreveu-se para uma prova de corrida no colégio. Sob o olhar de centenas de pessoas na arquibancada, Shikwati foi deixado muito para trás pelos outros competidores. Isso não o impediu de correr com todas as forças – para delírio dos espectadores, que passaram a torcer para o lanterninha. O episódio revela um dos valores mais caros para Shikwati, hoje um estudioso de políticas de desenvolvimento para a África: a livre concorrência. Para ele, não importa que os países africanos larguem muito atrás na corrida da globalização. Só o que não pode acontecer é os africanos serem tratados como coitadinhos. Para Shikwati, as doações para fins humanitários dos países ricos impedem a África de se firmar por conta própria. Formado pela Universidade de Nairóbi, no Quênia, e diretor da Rede Econômica Inter-regional, um instituto de pesquisas com o objetivo de promover idéias de livre mercado, Shikwati é casado e tem três filhos. Ele falou a VEJA de seu escritório, em Nairóbi.

segunda-feira, outubro 29, 2012

DLAMINI-ZUMA CHOCADA COM REVELAÇÃO DE QUE UNIÃO AFRICANA DEPENDE DOS DOADORES

A presidente da Comissão da União Africana (UA), Nkosazana Dlamini-Zuma, expressou choque na sua primeira semana no cargo com a revelação de que os doadores ocidentais é que financiam quase todos os programas da organização.