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domingo, setembro 01, 2013

Assim escreve o jornalista angolano Sousa Jamba

De Sousa Jamba

A obsessão que certas figuras Africanas tem com a política Americana parece-me as vezes serem absurdas. Li num jornal que para marcar o dia do grande discurso de Martin Luther King, o veterano político Zambiano, Vernom Mwanga, fez uma palestra a criticar as injustiças e insuficiências do sistema Americano.

O Mwanga sempre teve posições governamentais desde de 1964, quando a Zâmbia tornou-se independente, até o ano passado. Ele vem de uma área no Sul da Zambia cuja cidade principal eh Livingstone. Temos aqui uma cidade com estradas cheias de buracos. Nos cantinhos, pode se ver jovens sem emprego. Nos mercados locais, as senhoras vendem peixe seco, cheio de moscas.

Claro que este eh um tema que não deve interessar muito o senhor VJ Mwanga, como ele eh conhecido. Os filhos deles -- ele escreveu uma biografia em que fala das muitas mulheres Americanas com que já dormiu -- estudaram no Ocidente. Quando ele fica doente, vai logo ao aeroporto. Ele próprio tem apartamentos nas grandes capitais Ocidentais. Os imensos fundos para isto tudo vieram das suas conexões governamentais! Seria tão bom se ele desse uma palestra sobre este assunto.

Fonte: Mural de Sousa Jamba (01.09.2013)

quarta-feira, agosto 28, 2013

Martin Luther King: Discurso mais famoso da história foi feito há 50 anos

Foi há 50 anos que Martin Luther King proferiu o célebre discurso "I Have a Dream".
A frase mais marcante, "Eu tenho um sonho", esteve para não ser dita. O líder da luta pelos direitos civis já tinha utilizado a frase dezenas de vezes antes da famosa Marcha de Washington pelo Emprego e pela Liberdade, inclusive uma semana antes, durante um evento em Chicago. Os conselheiros do reverendo King chegaram mesmo a dizer-lhe que talvez fosse uma formulação já gasta e que talvez fosse melhor não a usar de novo. Ler mais

sexta-feira, março 01, 2013

Comodismo


A covardia coloca a questão: 'É seguro?'
O comodismo coloca a questão: 'É popular?'
A etiqueta coloca a questão: 'é elegante?'
Mas a consciência coloca a questão, 'É correto?'
E chega uma altura em que temos de tomar uma posição que não é segura, não é elegante, não é popular, mas o temos de fazer porque a nossa consciência nos diz que é essa a atitude correta.
Martin Luther King