Por João Baptista André Castande
Incomoda-me sobremaneira a forma bastante bajuladora e apaixonada como certa imprensa trata os assuntos abordados no conjunto dos telegramas recentemente divulgados pela Wikileaks, em que algumas figuras proeminentes na arena política nacional são referidas como sendo autoras de declarações atentatórias ao prestígio e dignidade do mais alto órgão do Estado moçambicano, ou seja, o Presidente da República.





