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segunda-feira, fevereiro 01, 2021

John Magufuli arrisca as vidas dos tanzanianos

Hoje em conversa com uma cidadã do país vizinho cujo Presidente nega a existência coronavirus. Ela acaba de regressar desse país vizinho e irmão.

Ela: ali está-se a morrer de verdade e a continuar a postura do presidente não se pode saber a consequência final. Ela continua, o pior é que muitos tanzanianos acreditam no que o presidente diz e não tomam nenhuma cautela.
Ainda segundo ela, testes só se fazem em hospitais públicos e os resultados são sempre negativos, mas muitos que de lá saem e fazem testes noutro país, podem ter resultados positivos.
Nota: sempre pensei que os ministros eram mais conselheiros dum Presidente da República porque eles se nomeiam por conhecerem bem a área. Contudo, pelo que se diz, na Tanzânia é o Presidente que aconselha o ministro da saúde... E se fosse no Brasil, com certeza o ministro se demitia.

domingo, setembro 17, 2017

Será a popularidade que embriagou a John Magufuli?

John Magufuli, Presidente de Tanzania eleito nas nas últimas eleições daquele país, tornou-se muito popular que segundo o The East Africa, havia atingido 96% 2016. Isso deveu-se ao seu combate contra a corrupção e a sua determinação à auteridade. Mas segundo a mesma fonte, a popularidade decaiu 25% no primeiro semestre de 2017 por que Magufuli não lidou efetivamente com a situação de segurança alimentar. Mas isto não é o que quero apontar neste post.

De facto, eu fui uma das pessoas que viu Magufuli como um exemplo da nossa liderança africana, mas eu esperava que ele não faria nenhuma ruptura com o que foi positivo desde a era do Mualimu Nyerere. Contudo, parece que aquele popularidade que atingira 96% lhe embriagou e passou a perseguir as minoridades como os homossexuais, defensores dos direitos dos homossexuais e a oposição. A tentativa de assassinato do líder do Chadema seguida de sua prisão por seis vezes e a prisão de outros integrantes de alto escalão da oposição (ver aqui) indica isso. Não me lembro que isso tenha acontecido na Tanzania desde que o multipartidarismo se institiu naquele país. Eu nem sei se tudo isto estava no seu manifesto eleitoral. 

sexta-feira, outubro 30, 2015

Presidente tanzaniano contestado

O candidato do partido no po­der na Tanzânia, John Magufuli, venceu as eleições presidenciais com mais de 58% dos votos, um resultado imediatamente contes­tado pela oposição, que reivindi­ca vitória.
“Declaro formalmente que John Pombe Magufuli foi eleito presidente da República Unida da Tanzânia”, anunciou o presi­dente da comissão eleitoral na­cional, Damian Lubuva.
Magufuli obteve 58,46% dos votos (8.882.935 votos) e der­rotou o seu principal rival, Ed­ward Lowassa (39,97%, ou seja, 6072.848 votos), membro do Chadema (Partido para a De­mocracia e Desenvolvimento), o maior partido da oposição.

Fonte: O País – 30.10.2015

quarta-feira, outubro 28, 2015

Fraudes levam Zanzibar a repetir eleições

As eleições presidenciais, parlamentares e locais no arquipélago semi-autónomo de Zanzibar, na Tanzânia, foram anuladas devido a fraudes e um novo escrutínio deverá ter lugar. O anúncio foi feito esta quarta-feira pelo presidente da comissão eleitoral local.

As eleições gerais em Zanzibar devem ser anuladas e organizadas novamente, uma vez que foram constatados situações irregulares como o caso de eleitores que votaram várias vezes, explicou Jecha Salim Jecha no comunicado difundido na televisão pública.

" Na qualidade de presidente da Comissão Eleitoral Local, estou convencido que o processo eleitoral não foi equitativo e que houve infracções à lei. Declaro assim oficialmente que todos os resultados serão invalidados e novas eleições deverão ser organizadas", declarou. Com estas eleições Zanzibar, situado no Oceano Índico, devia designar o seu próprio Presidente e deputados, no passado domingo, no quadro das eleições gerais que tiveram lugar a nível nacional na Tanzânia.

Oposição declara-se vencedora

Desde segunda-feira que o actual vice-presidente do principal partido de oposição do arquipélago, a Frente Cívica Única - Seif Sharif Hamad, declarou-se vencedor na eleição presidencial local. Ele afirma ter conquistado 52,87% dos votos, contra 47,13% obtidos pelo Presidente Ali Mohamed Shein. Os dois homens partilham actualmente o poder no governo de coligação. Ler mais

segunda-feira, outubro 26, 2015

Zanzibar opposition party claims victory, raising tensions


An opposition party in the island archipelago of Zanzibar declared victory in a presidential election here even as official tallying continues, raising tensions as mainland Tanzania awaits official poll results.

Maalim Seif Hamad of the Civic United Front party announced Monday that he had won the Zanzibar presidential election, saying he beat his rival, Ali Mohamed Shein of Tanzania's ruling party, with more than 52 percent of the vote.

"Our supporters know we have won. They have gathered to celebrate. They have been extremely patient and it would be counterproductive to attempt to trick them out of their moment," he said in a statement. "For those who have still not come to grips with this reality, and still think there are ways of fabricating a different outcome, we would like you to know that it is over."

He urged Tanzanian President Jakaya Kikwete "to facilitate a smooth transition and not to allow Zanzibar to descend into chaos." Read more

quarta-feira, outubro 21, 2015

PARTIDO CHADEMA SUBMETE QUEIXA CONTRA JAKAYA KIKWETE

O Chadema, o maior partido da oposição na Tanzânia, submeteu uma queixa contra o Presidente da República, Jakaya Kikwete, junto ao Secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, acusando-o de estar a intimidar os seus apoiantes.

Esta acusação surge pelo facto de o Presidente tanzaniano ter advertido que os eleitores que insistirem em permanecer junto as urnas, depois de depositarem o seu voto, serão confrontados pelas forças de defesa e segurança.

Nos últimos dias, o Chadema tem estado a instigar os seus membros e simpatizantes para permanecerem junto das urnas até o término da contagem como forma de tentar impedir a ocorrência de possíveis fraudes.

O Chadema, um acrónimo que na língua Swahili significa Partido Democrático, diz ter submetido a mesma queixa junto a Commonwealth, União Africana e ao Tribunal Internacional de Haia, solicitando a sua intervenção face as declarações de Kikwete, proferidas a 16 do mês corrente na cidade de Dodoma, quando exortou os eleitores a não obedeceram as ordens daquele partido de se manterem junto das urnas depois da votação.

terça-feira, maio 26, 2015

MOÇAMBICANOS NA TANZANIA TERÃO SITUAÇÃO DOCUMENTAL LEGALIZADA

Uma equipa multissectorial, constituída por quadros do Ministério da Justiça e do Interior, parte quarta-feira com destino a República Unida da Tanzânia onde vai regularizar a identidade dos cerca de 16 mil moçambicanos residentes naquele país.

terça-feira, julho 24, 2012

MINISTRO DEMITE-SE DEPOIS DE DESASTRE DE 'FERRYBOAT' EM ZANZIBAR

ZANZIBAR, 24 JUL (AIM) – O Ministro tanzaniano dos Transportes Marítimos, Hamad Masoud Hamad, demitiu-se Segunda-feira na sequência de um desastre em que um ‘ferryboat’, MV Skagit, transportando 290 passageiros, se afundou semana passada fazendo pelo menos 78 mortos e 66 continuam desaparecidas.

quinta-feira, junho 02, 2011

Tanzânia: Juiz apela a polícia a prender chefe da oposição

Arusha - Um tribunal tanzaniano apelou hoje (quinta-feira) a polícia para prender o chefe da oposição, o deputado Freeman Mbowe, com base num mandado de captura emitido sexta-feira, por ter faltado a uma audiência que decidiria da sua liberdade, sob caução.

quinta-feira, janeiro 06, 2011

Manifestação da oposição termina com cinco mortos

Cinco pessoas morreram e pelo menos 60 ficaram feridas em Arusha, norte da Tanzânia, durante uma manifestação do Chadema, principal partido de oposição do país, dispersada violentamente pela polícia, informou hoje (quinta-feira) o próprio partido.
Segundo Angolapress, milhares de partidários do Chadema se concentraram na quarta-feira no centro da cidade de Arusha para denunciar a reeleição de Kikwete, que consideram ter sido "fraudulenta", e a "corrupção" no governo.

Leia todo o artigo aqui

Fonte: Angolapress - 06.01.2011

domingo, novembro 28, 2010

Presidente tanzaniano nomeia novo Governo de 50 membros

O presidente da Tanzânia, Jakaya Mrisho Kikwete, nomeou quarta-feira um novo Governo de 50 membros na sequência da sua reeleição, a 31 de Outubro último, para um segundo mandato de cinco anos à frente do país.

sábado, novembro 06, 2010

Kikwete re-eleito presidente na Tanzânia

O presidente tanzaniano Jakaya Kikwete foi re-eleito após as eleições de domingo passado. O actual chefe de estado bateu a oposição ao reunir 61% dos votos, segundo dados oficiais.
A comissão Eleitoral voltou a rejeitar alegações de irregularidades na contagem.
Kikwete, de 60 anos de idade, tem sido elogiado pelo novo impulso que deu à economia da Tanzânia, mas os críticos do presidente acusam-no de não ter conseguido lidar com a pobreza generalizada no país.
A economia da Tanzânia é a segunda maior da África Oriental, apesar de mais de metade da população viver abaixo do limiar da pobreza, segundo dados do Fundo Monetário Internacional.
O principal líder da oposição e candidato adversário, Willibrod Slaa, exigiu uma recontagem dos votos mas as autoridades eleitorais dizem os casos de irregularidades não são suficientes para alterar o resultado final.
Jakaya Kikwete, que presidiu à União Africana em 2008, vai cumprir assim o seu segundo e último mandato.

Fonte: BBC - 06.11.2010

Reflectindo: O sublinhado é meu e aqui quero questionar se é que se reconhece que houve irregularidade e isso deve ser fraude (estamos acostumados às denominacões) porquê recusar-se a recontagem que alviaria a milhares de almas tanzanianas? Será que o discurso das autoridades eleitorais convence aos eleitores que a fraude não foi suficiente para alterar o resultado? É apenas o resultado final que está em causa e nunca a credibilidade das eleicões em si e das autoridades eleitorais? Desta maneira, não estarão as autoridades a estragar também a vitória de Kikwete?

sábado, outubro 23, 2010

Nampula: Imigração ilegal

Em Nampula, um cidadão paquistanês de nome Afiz Mamud Aly, encontra-se detido pelas autoridades políciais por tentativa de subornar um agente para que este deixasse seguir viagem duas viatura que transportavam quinze paquistaneses e Bengalis, em situação irregular.
Afiz Mamud Aly, terá oferecido a um agente da polícia 7 mil meticais para que não cumprisse com os procedimentos legais.
Os quinze cidadãos estrangeiros retidos em Erati, provinham de Mombaça, Tanzania, e tinham como destino final a África do Sul.

Fonte: Rádio Moçambique - 23.10.2010

Reflectindo: A problema de imigração ilegal ou tráfico humano é muito sério. Para quem passar pela província de Nampula testemunha a olho nu. O mais necessário é atacar as redes.

terça-feira, fevereiro 16, 2010

Imigrantes Ilegais Entram às Centenas

Por Filipe Vieira

O comando da Província de Cabo Delgado da polícia da República de Moçambique anunciou que deteve, apenas no mês de Janeiro deste ano, 442 imigrantes ilegais, oriundos da Tanzânia, Somália, Bangladesh, Burundi, Congo, Etiópia, Ruanda e Quénia. O Filipe Vieira falou com Malva Brito, porta-voz do Comando da Província de Cabo Delgado.

Fonte: VOA (Voice of America) (15.02.2010)