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quarta-feira, novembro 02, 2016

Baleado em Mocuba membro da Renamo

Abílio Baessa está a receber cuidados médicos
Mais um membro da Renamo foi baleado, hoje, em Mocuba, na província da Zambézia. Trata-se de Abílio Baessa, que, além de ser membro da Renamo, é antigo director provincial adjunto do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral a nível da Zambézia.
De acordo com o porta-voz da Renamo, Baessa está a receber cuidados médicos. “Foi alvejado a tiro próximo do posto policial em Mocuba”, disse António Muchanga, realçando que “estes actos visam obrigar a Renamo a abandonar o diálogo, o que a direcção máxima deste partido encoraja que contrariemos, mantendo a nossa firmeza e persistência no diálogo. Queremos manifestar nossa condenação desses actos”.
O porta-voz da Renamo revelou que cerca de 100 pessoas do seu partido já foram executadas, desde que eclodiu a tensão político-militar no país e diz que o número de desaparecidos chega a cerca de 250 pessoas.

Fonte: O País – 02.11.2016

terça-feira, novembro 01, 2016

Ordem dos Advogados diz que assassinatos de membros da Frelimo e Renamo constituem violação dos direitos humanos

Depois dos incidentes ocorridos durante o final de semana, em que dois secretários de círculo da Frelimo foram assassinados e o outro ferido no Dondo, em Sofala, e o baleamento mortal do chefe da Bancada da Renamo na Assembleia Provincial da Beira, a Ordem dos Advogados de Moçambique deplorou, hoje, a situação, considerando-a uma violação flagrante dos direitos humanos.
A Ordem apela aos partidos que recorram a mecanismos como o diálogo para resolver as suas diferenças.

Fonte: O País – 01.11.2016

segunda-feira, outubro 13, 2014

Moçambique: Do Frelimistão à parte incerta

HENRIQUE BOTEQUILHA e ANDRÉ CATUEIRA

Terra dos pais da nação em Gaza, berço da guerra na Gorongosa e origem do sonho alternativo na Beira – três bastiões dos partidos dominantes em Moçambique, em vésperas das eleições gerais que vão testar 40 anos de governação Frelimo e uma paz alcançada em plena campanha.

Se quisesse seguir o caminho mais fácil, Miguel Jamisse teria um cartão tão vermelho como as bandeiras que se erguem ao longo de centenas de quilómetros em Gaza, uma faixa monocolor do partido no poder, no sul do Moçambique.

quarta-feira, agosto 20, 2014

Em Manica: Primeiro Secretário da Frelimo acusado de mandar incendiar residência do delegado do MDM

O Primeiro Secretário da Frelimo na região do Púnguè-Sul, em Manica, é acusado de ter ordenado aos seus correlegionários para incendiaram, no passado domingo, a residência do delegado político do Movimento Democrático de Moçambique em Manica, Inácio Maicolo. O caso ocorreu por volta das 2.45 horas,no posto administrativo de Púnguè-Sul, no distrito de Vandúzi. Os malfeitores amarraram primeiro a porta da casa, do lado de fora, e em seguida atearam fogo.

terça-feira, julho 22, 2014

Frelimo continua a praticar terror contra a oposição

“Os membros permaneceram amarrados sob uma árvore, passando a noite e sem direito a alimentação”, acusa o delegado político provincial de Manica, Inácio Maicolo, em entrevista ao nosso jornal

A Frelimo continua a praticar terror contra os partidos da oposição em Moçambique e para isso utiliza ilegalmente a Polícia da República de Moçambique. A PRM em Manica deteve, no fim-de-semana, no posto administrativo de Gacanhemba, distrito de Sussundenga, cinco membros do Movimento Democrático de Moçambique, com a acusação de estarem a desenvolver “actividade política ilegalmente”. É a versão que a Polícia apresentou.

terça-feira, julho 15, 2014

Jovens da Frelimo tentam inviabilizar a pré-campanha de Daviz Simango

Depois de muito sucesso na digressão do Presidente do MDM na sua pré-campanha em Niassa e alguns de Cabo Delgado como Mueda, Mocimboa da Praia, Chiúre, eis o que em Macomia já há este distúrbio. Segundo Edwin Hounnou, quem está a testemunhar as ocorrências, a polícia está fazendo um bom trabalho para evitar violência protagonizada por jovens da Frelimo. Esperemos que esta polícia não seja instrumentalizada e os seus bons agentes ameaçados para deixar de fazer o seu genuíno trabalho.
SERA QUE É FALTA DE ESPAÇO PARA FAZER POLITICA OU É UM TOTAL DEXESPERO DOS FRELOS
Frelimo avermelha Macomia num total dexespero,este tipo de atitudes dilatórias visam fundamentalmen te,inviabilizar os trabalhos da oposição,em todo o pais,duma forma muita das vezes intimidatória,usando força canil e brutal de jovens nao visionarios,possuidos por uma força diabolica e totalmente imbrigados,assim podemos dizer,totalmente drogados.
Daviz Simango, candidato do Movimento Democrático de Moçambique, MDM, foi recebido por uma multidão de jovens exibindo bandeira do partido Frelimo, como forma de intimidar a caravana e apoiantes locais do partido do galo. Não houve choques entre os pertubadores da Frelimo e os apoiantes do MDM devido a pronta intervenção da policia que não só separou os loucos como também forçou a retirada da Frelimo naquele lugar.
Fonte: mural de Edwin Hounnou (15.07.2014)

segunda-feira, junho 30, 2014

Por seu pai ser membro do MDM: Frelimo incapacita Regina Ganizani


Regina Ganizani, de 27 anos de idade, residente na localidade de Chipendo, posto administrativo de Domué, Distrito de Angónia, na provincia de Tete, foi espancada e atirada ao fogo, no dia 1 de Fevereiro de 2014, por um grupo composto por elementos do partido Frelimo, sob comando do régulo de nome Delfim Gido, com pretexto de ela e o seu pai pertencerem ao MDM. Na ocasião destruiram a banca fixa da vitima.
A vitima levou o caso a procuradoria distrital e o processo corre os seus extramites legais.
O candidato do MDM, Daviz Simango, ao passar do local, foi informado do acontecido que, de imediato, comprou chapa de zinco, madeira, pregos, cimentos para repor a banca e comprou agasalho para a Regina Ganizani e amparou a familia vitima do vandalismo politico.



Fonte: Gabinete de Informacão do MDM - 28.06.2014

quarta-feira, maio 21, 2014

MDM acusa Frelimo de arrancar bandeiras hasteadas em sede no centro de Moçambique

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceira força parlamentar, acusou hoje o administrador e o secretário da Frelimo (no poder) em Mossurize, Manica, centro de Moçambique, de terem arrancado duas bandeiras hasteadas na sua sede.
Em declarações à Lusa, Inácio Maicolo, delegado do MDM em Manica, disse que após resistência do governo local em ceder um terreno para edificação da sede, o administrador removeu na quinta-feira passada uma bandeira hasteada na delegação distrital daquele partido, que funciona numa casa arrendada, e levou-a para o palácio.
Já na sexta-feira, após ter sido hasteada a segunda bandeira da organização, o secretário distrital da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo) em Mossurize, voltou a arrancar a bandeira que flutuava no mastro, com o mesmo pressuposto de se estar a "extravasar a postura" da vila, acusou.
Fonte: LUSA - 21.05.2014

terça-feira, maio 20, 2014

Cidadão algemado em Vanduzi por hastear bandeira do seu partido

Cidadao devidamente algemado depois de ter sido detido porque..... hasteou a bandeira do seu partido (oposicao claro). Isto aconteceu no Posto Admnistrativo de Vanduzi, Povoado Nhacambe.

Fonte: Álvaro Guimarães in Diálogo sobre Mocambique - 20.05.2014

Adenda: este cidadão é delegado do MDM no Posto Administrativo de Vanduzi.

quinta-feira, maio 15, 2014

Membros da Frelimo condenados por vandalizar bandeiras do MDM em Niassa

Três cidadãos, todos membros do partido Frelimo, foram esta quinta-feira (15) condenados pelo Tribunal Judicial do Distrito de Mandimba, na província de Niassa, a cinco meses de prisão por terem vandalizado bandeiras do Movimento Democrático de Moçambique no povoado de Lussangazi, localidade de Meluluca.

segunda-feira, maio 12, 2014

Membros do Movimento Democrático de Moçambique “invadem” loja privada para recuperar bandeira

Membros do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) içaram uma bandeira do seu partido num estabelecimento comercial pertencente a um empresário e membro do partido Frelimo no distrito de Báruè, província de Manica, alegadamente porque este teria retirado aquele símbolo na sua sede, para além de destruir o mastro por motivos políticos.

Apoiantes do MDM espancados na província da Zambézia

Apoiantes do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) estão a ser alvo de violência perpetrada por cidadãos supostamente do partido Frelimo, alegadamente a mando do chefe da localidade de Coromano, distrito de Milange, na Zambézia.
Na semana finda, um simpatizante daquele partido, de nome Afonso Agostinho, viu a sua casa incendiada, enquanto Alberto Jairosse recebeu duros golpes à catana na cabeça, que resultaram em ferimentos graves.
Segundo depoimentos das duas vítimas, tudo começou quando os membros daquele partido estavam reunidos, em sua sede, a desenvolver trabalho político para afinar a máquina, rumo às eleições gerais deste ano.
A casa do delegado do partido na localidade de Coromano também foi destruída, juntamente com todos os seus bens. O chefe da localidade de Coromano, Calvo Ernesto, explicou o sucedido, alegando que as ocorrências resultaram de desentendimento entre membros do MDM e populares que não gostaram de os ver reunidos no pátio de uma igreja, há menos de 300 metros de um local em que decorria o processo de recenseamento.

Fonte: O País online - 12.05.2014

terça-feira, maio 06, 2014

MDM ameaçado por líderes comunitários

O chefe da brigada central do MDM em Manica, Moisés Chenene, revelou que tem estado a receber informações de intimidações os membros do partido em Machaze, Mossurize e Sussundenga, onde desenvolvem trabalhos de sensibilização.

quarta-feira, setembro 25, 2013

MDM preocupado com perseguição e detenção de seus candidatos a edis

Alegadas artemanhas da Frelimo nas eleições. O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) diz-se preocupado com a detenção e perseguição dos seus membros, incluindo os candidatos a edis nos municípios que este ano acolhem as eleições autárquicas, pela polícia, supostamente a mando do partido Frelimo.

terça-feira, maio 14, 2013

Edilidade destrói sedes do MDM e rouba bandeiras

Ilha de Moçambique

O Movimento Democrático de Moçambique, MDM, na Ilha de Moçambique acusa a edilidade na pessoa do respectivo edil, Alfredo Matata, de estar a liderar um grupo de pessoas que se dedica à destruição das sedes daquele partido, levando consigo os bens do mesmo.
De acordo com Satar Abdul Rahimo Abdul, membro do MDM na Ilha de Moçambique, várias provas existem que incriminam o edil da Ilha de Moçambique a vandalizar os meios da jovem formação política. Ler mais

quinta-feira, maio 09, 2013

O que Augusto Paulino não disse ontem no Parlamento

No seu informe sobre o estado da justiça 

PGR contorna casos de ataques a sedes de partidos da oposição e actuação violenta da Força de Intervenção Rápida (FIR)
Maputo (Canalmoz) - No seu informe anual sobre o Estado Anual da Justiça no País, apresentado nesta quarta-feira na Assembleia da República, o procurador-geral da República, Augusto Raul Paulino, não fez menção como crimes os frequentes ataques e vandalização protagonizados pelas Forças de Intervenção Rápida (FIR) e membros do partido Frelimo às sedes dos partidos políticos na oposição.
Ou seja, para a Procuradoria-Geral da República, as sedes de partidos políticos da oposição incendiadas por “populares” e ocupadas pelas forças policiais não fazem parte da situação da justiça em Moçambique.
O contorno destas questões pareceu obvio para não implicar os membros do partido Frelimo e altos quadros da Polícia da República de Moçambique (PRM), muitas vezes acusados de invasão, destruição e vandalização de edifícios, bandeiras e actividades políticas. Ler mais

domingo, maio 05, 2013

Quem ordena ataques policiais à oposição?

Por: Noé Nhantumbo

A culpa é da FIR ou estes agem em nome de alguém? 

Beira (Canalmoz) - Repetem em escala cada vez maior os ataques protagonizados por agentes da PRM e da FIR contra manifestantes pacíficos em vários cantos de Moçambique.
Esta situação tem alguma origem e obedece a algum comando. Quem age contra manifestantes pacíficos em ano eleitoral só pode ter em vista amedrontar os potenciais eleitores.
Quem orienta e emana instruções de ataque puro e simples contra a oposição política em Moçambique só pode estar a agir em cumprimento de uma estratégia que vise a manutenção do poder, subjugando a vontade popular.
A intolerância policial face às actividades políticas de partidos da oposição precisa ser entendida na sua verdadeira dimensão sob o risco de avaliar-se incorrectamente a situação nacional. Ler mais

domingo, abril 07, 2013

Frelimo vandaliza sede do MDM na Macia

De MDM - Gabinete de Informação

Elementos considerados como sendo ligados ao partido Frelimo vandalizaram, ateando fogo, a delegação distrital do Movimento Democrático de Moçambique, MDM, na sede do distrito da Macia, localizada no Bairro 5, na província de Gaza, na noite da quinta para sexta-feira última, (na noite de 4 para 5 de Abril corrente).
O delegado político distrital do MDM, na Macia, Miguel Jamisse, disse que se apercebeu da presença de cerca de cinco indivíduos estranhos na delegação do partido, que se faziam transportar numa carrinha caixa aberta que, depois do seu intento, se puseram em fuga, não tendo permitido que nem eles nem a sua viatura fossem identificados.
Com recurso a pé-de-cabra, arrobaram a porta da delegação, introduziram cinco pneus, alguns barrotes e uma botija de gás de cozinha e atearam fogo. Todo o mobiliário composto de três sofás, uma mesa e outros materiais ficaram calcinados.

sexta-feira, abril 05, 2013

Indivíduos desconhecidos incendeiam a sede do MDM em Bilene

Um grupo de pessoas desconhecidas colocaram fogo na sede do Partido MDM (Movimento Democratico de Mocambique) no distrito de Bilene, província de Gaza sul de Moçambique na madrugada de hoje (5 de Abril). Para tal este grupo arrombou a porta da sede, colocou pneus, uma botija contendo combustível e estacas.
Segundo Miguel Jamisse delegado distrital do MDM no Bilene-Macia o grupo quando apercebeu-se que foi descoberto entrou no carro e pôs-se em fuga.

Fonte: @Verdade - 05.04.2013

quinta-feira, março 21, 2013

Zimbabwe: Colaboradores de Tsvangirai e seu advogado continuam detidos

Um juiz zimbabweano recusou hoje (quarta-feira) a libertação sob caução de quatro colaboradores do Primeiro-ministro, Morgan Tsvangirai e do seu advogado, detidos domingo no dia seguinte a um importante referendo constitucional.