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domingo, novembro 02, 2025
quinta-feira, outubro 27, 2016
Salomao Moyana ameaça abandonar “Pontos de Vista” da STV
O jornalista Salomao Moyana ameaça abandonar a sua participação semanal no programa “Pontos de Vista”, da STV que é transmitido todos os domingos a noite, depois do Telejornal.
Segundo soubemos, Moyana está em rota de colisão com o canal televisivo privado na sequência da não transmissão do ultimo programa, precisamente no domingo, no qual ele era o comentador único, uma vez que o seu colega, Fernando Lima, está de viagem ao estrangeiro precisamente com Jeremias Langa, o moderador do mesmo.
Segundo escreveu Moyana, na segunda-feira, num breve comunicado publico, o programa foi gravado na sexta-feira e só pela noite dentro de domingo ele soube que o mesmo não iria para o ar o que lhe criou indignação.
A ele, o jornalista com quem gravou a entrevista, Francisco Mandlate alegou questões técnicas para a não transmissão do programa mas Moyana suspeita que a decisão de cancelar a transmissão se deveu aos seus posicionamentos sobre a nomeação da nova ministra dos Recursos Minerais e Energia. Aparentemente, Moyana está contra essa nomeação e expôs os seus argumentos no tal programa.
sexta-feira, outubro 30, 2015
quarta-feira, novembro 12, 2014
Salomão Moyana muda de opinião e vota pela anulação das eleições
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) apreciou esta terça feira o recurso da Renamo submetido ao Conselho Constitucional (CC), requerendo a anulação das eleições de 15 de Outubro devido a comprovada fraude eleitoral. O Conselho Constutucional solicitou um parecer da própria CNE em relação ao recurso. A plenária da CNE teve de recorrer a voto porque não houve consenso. Ou seja: alguns vogais defendiam que o Conselho Constitucional devia dar provimento ao recurso da Renamo enquanto que os outros são da opinião de que o Conselho Constitucional deve chumbar o recurso da Renamo.
quinta-feira, outubro 30, 2014
Assim escreve Ivone Soares
Hoje, foram anunciados os
resultados dos órgãos eleitorais atinentes as eleições de 15 de Outubro.
7 dos 8 vogais cooptados pela oposição votaram contra a deliberação dos resultados apresentados pela CNE/STAE nomeadamente: Meque Braz (Vice-presidente da CNE), Fernando Mazanga, João Apolinário, Latino Ligonha, José Belmiro, Bernabé Nkomo e Xavier Costa.
Fonte: Mural da Ivone Soares (30.10.2014)
sexta-feira, abril 04, 2014
Salomão Moyana e José Belmiro são novos vogais da CNE
A Assembleia da República elegeu na tarde desta sexta-feira, os jornalistas Salomão Moyana e José Belmiro como novos vogais da Comissão Nacional de Eleições, em representação da sociedade civil.
Juntamente com os dois reputados jornalistas, foram também eleitos Jeremias Timana e Apolinário João. Assim, estão encontrados os quatro membros da sociedade civil que faltavam na CNE, e encerra-se de uma vez por todas todo o dossier da Lei Eleitoral. Os novos vogais da CNE deverão, em princípio, tomar posse na próxima semana. (Redacção)
Fonte: Canalmoz - 04.04.2014
terça-feira, janeiro 07, 2014
A tragédia da nossa incapacidade colectiva
Por Salomão Moyana
Moçambique está a mergulhar a olhos vistos a um conflito armado que, dentro em breve, ameaça ser generalizado e de consequências inimagináveis. Um conflito armado que começou tipo brincadeira de duas crianças mimadas que não aceitam ceder em nenhum dos seus preciosos pontos de razão. Um conflito armado resultado de um desentendimento político aparentemente de fácil solução mas que, devido à intransigência e casmurrice política das duas partes envolvidas, tudo aponta que o País caminha para um verdadeiro abismo social, com populações dos distritos de Gorongosa, Maríngwè, e Chibabava (Sofala) e de Funhalouro e Homoíne (Inhambane) a ficarem em pânico e a abandonar as suas zonas habituais de residência para buscar refúgio nas vilas-sedes dos respectivos distritos.
terça-feira, dezembro 03, 2013
Capital do Norte vira capital do galo!
Por Salomão Moyana
Independentemente dos posicionamentos ideológicos de cada um de nós, há factos que transcendem meras apreciações subjectivas de cada sujeito e convocam o nosso senso de objectividade para os reconhecer como tais – como factos objectivos, que ocorrem independentemente da nossa vontade! É o caso da ascensão eleitoral meteórica do MDM nas eleições autárquicas deste ano.
Independentemente dos posicionamentos ideológicos de cada um de nós, há factos que transcendem meras apreciações subjectivas de cada sujeito e convocam o nosso senso de objectividade para os reconhecer como tais – como factos objectivos, que ocorrem independentemente da nossa vontade! É o caso da ascensão eleitoral meteórica do MDM nas eleições autárquicas deste ano.
Trata-se de um partido fundado em Março de 2009, portanto, criado depois das eleições autárquicas de 2008 e, por via disso, sem nenhuma representação em nenhuma das 43 assembleias municipais formadas após o escrutínio autárquico daquele ano.
terça-feira, novembro 19, 2013
Por uma votação sem FIR!
Por Salomão Moyana
Estamos a escassas 24 horas da votação em eleições autárquicas agendadas
para este dia 20 de Novembro. Aparentemente, todo o povo moçambicano está
galvanizado pelas diversas mensagens veiculadas ao longo dos 13 dias de
campanha eleitoral.
Aparentemente, não existem vencedores antecipados destas autárquicas, pelo
que será importantíssimo o papel dos delegados de candidatura dos partidos
políticos e de grupos de cidadãos eleitores concorrentes, bem como o dos
observadores nacionais e internacionais para a vigilância e credibilização do
processo eleitoral em causa, pois todo o cuidado é pouco.
quarta-feira, outubro 23, 2013
O fim da paz!
EDITORIAL
- SALOMÃO MOYANA
O
descalabro do processo de diálogo entre o Governo e a Renamo, no Centro de
Conferências Joaquim Chissano, afinal de contas, esconde o desejo camuflado de
recurso fácil à violência como forma de alcançar objectivos inconfessáveis,
estando a nação moçambicana, neste momento, com pouquíssimas chances de
continuar a garantir a paz e estabilidade política, o que terá reflexos na
paralisação económica e social de um país que, nos últimos 21 anos, conheceu um
franco desenvolvimento em vários sectores devido à prevalência da paz.
Desde
a quinta-feira da semana passada que o Governo ordenou a concentração de
enormes efectivos militares nos arredores de Santhunjira, a base onde se
encontrava a residir o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, há, precisamente, 12
meses.
terça-feira, outubro 08, 2013
Moyana suspeita que governo criou empresa fantasma
O jornalista moçambicano, Salomão Moyana suspeita que os gestores da empresa EMATUM não existam, pelo facto de ainda não terem aparecido publicamente para explicarem a estratégia que usaram para convencer o governo moçambicano a entrar como avalista no negócio da compra de supostos 30 navios para a pesca de atum.
domingo, abril 07, 2013
SOCIEDADE CIVIL/ MAIS DE 20 CANDIDATOS DISPUTAM VAGA NA CNE
A disputa pelos três lugares destinados aos membros da Sociedade Civil moçambicana na Comissão Nacional de Eleições (CNE) está renhida. Pelo menos 23 personalidades apresentaram as suas candidaturas junto ao Observatório Eleitoral (OB).
quarta-feira, outubro 24, 2012
Paz em Moçambique precisa de ser consolidada - afirma Salomão Moyana
A PAZ no país não está devidamente consolidada, porque ainda prevalecem defeitos como a intolerância e a desconfiança mútua entre os protagonistas do AGP, segundo afirmou, terça-feira, em Maputo, o jornalista Salomão Moyana na conferência nacional sobre “a consolidação da paz e democracia em Moçambique: O papel dos partidos políticos”, organizada pelo Instituto Holandês para a Democracia Multipartidária (NIMD) em parceria com a AWEPA.
quarta-feira, agosto 08, 2012
“A mentira não faz História de uma Nação” Fanuel Guidion Mahluza, o homem que deu o nome “FRELIMO” ao movimento de libertação de Moçambique
SAVANA Maputo,
Sexta-feira, 20.10.00, Ano VI Nº 353 - Editor: Salomão Moyana
Tema da semana
Por Salomão Moyana
O cidadão que aqui
vou entrevistar é natural de Lhovukazi, distrito de Xai-Xai, província de Gaza.
Tem 68 anos de idade, dos quais 40 foram passados fora de Moçambique, onde
pertenceu a diversos movimentos de libertação nacional. Foi um dos fundadores e
vice-presidente da UDENAMO, em 1960 em Bulawayo, foi a pessoa que sugeriu o
nome “FRELIMO” ao movimento resultante da união entre UDENAMO e MANU, em 1962
em Acra, e foi adjunto de Marcelino dos Santos na chefia das Relações Exteriores
da Frelimo, em Dar-es-Salaam, em Junho de 1962, foi secretário da Defesa do
COREMO e foi secretário de Relações Exteriores da Renamo, já nos anos 80.
Esteve em várias cadeias, incluindo na de Moçambique “D”, em Cabo Delgado, onde
diversos compatriotas nossos foram executados nos anos 70 e 80.
sexta-feira, setembro 10, 2010
Quando o Governo se distancia do povo!
Editatorial do Diário Independente
O que aconteceu no passado dia 1 de Setembro é, num outro ponto de vista, a cabal manifestação da distância social, económica e política que separa o povo moçambicano do seu Governo.
Por outras palavras, o gigantesco fosso entre os poucos moçambicanos que vivem demasiadamente bem, e os muitos moçambicanos que apenas sobrevivem, chegou a tal magnitude que os últimos nada têm a perder com o apedrejamento de tudo e todos aqueles que lhes parecem ser a razão da sua desgraça.
quarta-feira, maio 26, 2010
Não acatamos ordens de cobardes!
EDITORIAL
Anda, por aí à solta, uma corja de cobardes, escondida por detrás de um número de telemóvel, a enviar-nos, insistentemente, mensagens engraçadas e reveladoras do seu baixo nível cultural e da sua profunda incultura política, tentando-nos intimidar, sob a ameaça de morte, caso continuemos a criticar o líder da Renamo, Afonso Dhlakama. São mensagens que espelham um elevadíssimo nível de malcriadez e uma avassaladora pobreza de espírito, provavelmente, sem paralelo para quem vive num país com aspirações democráticas, como o nosso.
A mais recentes de todas, que recebemos às 15.28 desta segunda feira diz:
“Boa tarde senhor maiena, estamos a controlar tudo aquilo que anda a fazer e queremos te ver como vai viver neste país só iremos deixar te livre se deixar de escrever aquela sua merda de propaganda contra o líder da renamo, Afonso Jacamo. Se voci queri escrever la do seu pai ladrau de voto e muiti coiza ande mal na pais nau escrevi so abuzar Jacamo tu vai ver o qui vai acontecer com voci macaco vai dormir com rosaelia como tu é muita puta. Merda maiana”
É desse tipo de lixo político-literário que a nossa caixa de mensagens está cheia, desde a noite da terça-feira, dia 18 de Maio corrente. Trata-se de mensagens, enviadas a partir do mesmo número de telemóvel, número esse ora em poder das autoridades de investigação criminal, para os devidos efeitos.
Embora escritas de diferente forma, todas as mensagens a nós enviadas possuem alguns aspectos em comum: fazem ameaça de morte e se dizem defensoras da imagem de Afonso Dhlakama, líder da Renamo. Aliás, quase todas se referem à esposa do líder, D. Rosária Dhlakama, sugerindo que o facto de nós termos escrito que ela anda abandonada pelo respectivo marido, significa que nós queremos adoptá-la como nossa esposa! Longe de nós tamanha pretensão! Longe de nós tamanha falta de respeito para com uma senhora da categoria da D. Rosária, que nunca ofendeu ninguém publicamente e, portanto, merecedora do nosso maior respeito. Uma senhora que não tem culpa de que alguém se valha de arruaceiros, do calibre dos que nos enviam mensagens, para lhe faltar ao respeito em público.
segunda-feira, abril 05, 2010
Editatorial do DI: Guebuza não quer terceiro mandato!
... Guebuza acaba de dar um valioso contributo para a consolidação do Estado de Direito democrático em Moçambique, acaba de demonstrar que a ambição doentia pelo poder, que se verifica um pouco por todo o continente africano, não é uma doença contagiosa geral a todos os africanos, acaba de demonstrar que, em Moçambique, a democracia multipartidária, alicerçada nos princípios de legalidade e de respeito pela ordem constitucional vigente, tem futuro garantido. Com esse gesto, Guebuza envia, igualmente, uma mensagem aos sectores mais retrógrados do seu próprio partido que pensavam que com a maioria qualificada no Parlamento já tinham luz verde para “fazer e desfazer” sem olhar à legalidade e à necessidade de preservação da estabilidade política e social do País...
Salomão Moyana
Diário Independente - P. 3/5 - 31/03/10 - n°496
sábado, março 27, 2010
Diário Independente
Leia o diário Independente de Salomão Moyana que aprecia a I sessão da Assembleia da República aqui.
sábado, março 20, 2010
Ainda a sentença do ``caso Aeroporto´´!
Editorial do Diário Independente
Por Salomão Moyana
Moçambique deve tomar sérias medidas para ser um país sério. É que, as tantas, estamos num país que não sabe o que quer. Um país onde quando não se aplica a lei, todos ralhamos e, quando se aplica, também ralhamos na mesma. Afinal, o que é que este País quer?
Quando não se punem os ladrões dos bens públicos, andamos todos maldizer do sistema e, quando se punem, maldizemos das leis e dos juízes. Afinal, que País é este? O dono da empresa pública Aeroportos de Moçambique é o Estado moçambicano, que a criou e colocou nela o património de que se vale para funcionar. Ademais, o Estado confiou-lhe, igualmente, a gestão do bem comum, isto é, distinto do seu património que são os aeroportos nacionais e o controlo do espaço aéreo nacional, isto é, espaço público sob a gestão daquela empresa criada pelo Estado.
Para a gestão de uma empresa pública da natureza dos Aeroportos de Moçambique, o Estado, através do Conselho de Ministros, nomeia o Presidente do Conselho de Administração e delega ao ministro de tutela a nomeação dos restantes membros do Conselho de Administração. Mesmo assim, o Estado não é dono dessa empresa. Então, se o Estado não é o dono das empresas públicas, que têm a ele, o Estado, como o único accionista, quem, afinal, o dono dessas empresas?
Em nosso modesto entender, se é relevante para o Direito Administrativo a caracterização da autonomia administrativa e patrimonial da empresa Aeroportos de Moçambique, nos parece que para o Direito Criminal releva o facto de que o dono último da empresa pública é o Estado e, se o Estado confiou a gestão do património de uma empresa pública a certas pessoas, fica claro que ao desviar bens que lhes foram confiados pelo Estado para gestão, desviaram bens daquela pessoa que lhes confiou a responsabilidade dessa gestão. Leia mais
Reflectindo: Os que defendem impunidade que nos poupem e não menos do grande esforço do juiz Dimas Marrôa, pelo menos desta vez!
sábado, março 06, 2010
Diário Independente de 24 de Feverereiro
Editorial: por Salomão Moyana
Combater o crime no seio da Polícia!
Escrito por Azael Moyana
Polícias contestam ministro do Interior
Mais de 200 policiais, dentre inspectores da Polícia de Investigação Criminal (PIC), sargentos, comandantes da cidade e o director da PIC, mostraram-se revoltados com a atitude, tida como arrogante, do ministro do Interior, José Pacheco, perante os problemas que os afectam, concretamente
no que tange à progressão de carreiras e salários.
Confira aqui!
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