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quarta-feira, agosto 08, 2012

“A mentira não faz História de uma Nação” Fanuel Guidion Mahluza, o homem que deu o nome “FRELIMO” ao movimento de libertação de Moçambique


SAVANA Maputo, Sexta-feira, 20.10.00, Ano VI Nº 353 - Editor: Salomão Moyana

Tema da semana

Por Salomão Moyana

O cidadão que aqui vou entrevistar é natural de Lhovukazi, distrito de Xai-Xai, província de Gaza. Tem 68 anos de idade, dos quais 40 foram passados fora de Moçambique, onde pertenceu a diversos movimentos de libertação nacional. Foi um dos fundadores e vice-presidente da UDENAMO, em 1960 em Bulawayo, foi a pessoa que sugeriu o nome “FRELIMO” ao movimento resultante da união entre UDENAMO e MANU, em 1962 em Acra, e foi adjunto de Marcelino dos Santos na chefia das Relações Exteriores da Frelimo, em Dar-es-Salaam, em Junho de 1962, foi secretário da Defesa do COREMO e foi secretário de Relações Exteriores da Renamo, já nos anos 80. Esteve em várias cadeias, incluindo na de Moçambique “D”, em Cabo Delgado, onde diversos compatriotas nossos foram executados nos anos 70 e 80.

terça-feira, agosto 07, 2012

Fanuel Malhuza continua a desafiar as teses da Frelimo sobre a História:

“Urias Simango foi vítima da demagogia do tsonga”


Por Salomão Moyana

“Urias Simango nunca foi reaccionário. Foi apenas vítima da demagogia tsonga.Quer dizer, os estatutos da Frente de Libertação de Moçambique diziam que, em caso de morte do presidente, o vice-presidente, automaticamente, ascendia à presidência. Mas, quando morreu Mondlane, três tsongas vão a casa de Simango pedir-lhe para não tomar o poder, alegando que era preciso mais tempo para se organizar uma tomada mais pomposa do poder. Simango comete o grande erro de aceitar a proposta dessas pessoas, não tomando o poder, o que deu campo para todas as manobras que culminaram com a sua expulsão da Frelimo, com nomes feios de reaccionário, traidor, etc.”.
É o nosso entrevistado da semana passada, Fanuel Guidion Mahluza, que nos diz estas coisas, as quais não são muito diferentes das que já ouvimos doutros moçambicanos, igualmente, participantes da libertação nacional. Ele fala o resto. Ler mais

segunda-feira, agosto 06, 2012

“A mentira não faz História de uma Nação” Fanuel Guidion Mahluza, o homem que deu o nome “FRELIMO” ao movimento de libertação de Moçambique

Tema da semana

Por Salomão Moyana

O cidadão que aqui vou entrevistar é natural de Lhovukazi, distrito de Xai-Xai, província de Gaza. Tem 68 anos de idade, dos quais 40 foram passados fora de Moçambique, onde pertenceu a diversos movimentos de libertação nacional. Foi um dos fundadores e vice-presidente da UDENAMO, em 1960 em Bulawayo, foi a pessoa que sugeriu o nome “FRELIMO” ao movimento resultante da união entre UDENAMO e MANU, em 1962 em Acra, e foi adjunto de Marcelino dos Santos na chefia das Relações Exteriores da Frelimo, em Dar-es-Salaam, em Junho de 1962, foi secretário da Defesa do COREMO e foi secretário de Relações Exteriores da Renamo, já nos anos 80. Esteve em várias cadeias, incluindo na de Moçambique “D”, em Cabo Delgado, onde diversos compatriotas nossos foram executados nos anos 70 e 80. Ler mais

sábado, junho 16, 2012

Ninguém atacou a história da Frelimo, "camarada" Guebuza

O “camarada” Armando Guebuza diz que a história da Frelimo está sendo atacada. Ora, ninguém (moçambicano) tem atacado a história da Frelimo. Que o senhor Guebuza se lembre com que emoção recebemos a Frelimo em 1974 depois dos Acordos de Lusaka. O que tem se atacado são os falsos depoimentos e não menos à falta de honestidade para se falar do que realmente aconteceu durante os 10 anos da Luta para a independência do país. Descobrímos ao longo dos 37 anos que parte do que nos fizeram cantar, É FALSO. Começou-se a partir disso a questionar-se. Se não se questionasse, ainda ficariamos com aquilo de que Eduardo Mondlane morreu no seu escritório. Estariamos ainda a acreditar que quem matou Eduardo Mondlane foi Uria Simango. Se não se questionasse, não teriamos sabido aquilo que Fanuel Mahluza, video aqui nos deixou e que por sinal nenhum desses fundadores da Frelimo ainda vivos, ousou confrontá-lo.