Mostrar mensagens com a etiqueta Marcelino dos Santos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Marcelino dos Santos. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, maio 25, 2015

Marcelino dos Santos não perdoa aos "traidores" Joana Simião e Urias Simango (repetição de 2012)

O fundador e veterano da Frelimo, Marcelino dos Santos, está muito desapontado com o modelo de capitalismo adoptado em Moçambique. Segundo Marcelino dos Santos, a introdução deste modelo nunca foi discutida pelos órgãos da Frelimo.

O veterano da luta armada de libertação nacional ainda acredita que o socialismo de orientação marxista-leninista adoptado pela Frelimo no Terceiro Congresso em 1977 é a solução para a pobreza que assola a maior parte dos moçambicanos.



Marcelino dos Santos falava na Grande Entrevista gravada na TVM.

sexta-feira, fevereiro 21, 2014

@Verdade EDITORIAL: Hipócritas

A máxima pregada até à náusea e segundo a qual é necessário ser “primeiro no sacrifício e último no benefício” não passa, na verdade, de uma piada de muito mau gosto. Aliás, não passa de um autêntico insulto à pobreza de todos nós. Os Dirigentes Superiores do Estado vivem num mundo à parte, com excessos de regalias e casas arrendadas por cerca de 30 mil dólares. Isso tudo na era da austeridade e de salários de fome para professores, enfermeiros, polícias e médicos. Uma vergonha maiúscula para um país sem meios de transporte dignos, com salas de aulas a caírem aos pedaços e postos de saúde sem fármacos essenciais.

sábado, junho 08, 2013

Tendência de desacreditar os veteranos

É minha impressão?
Parece que por parte de alguns jovens da geração de viragem há uma tendência de desacreditar o questionamento dos veteranos quanto às lideranças actuais (actuais lideranças) em Mocambique e Angola. 

quinta-feira, abril 11, 2013

Marcelino dos Santos indeciso em quem votar em 2014


Eleições presidenciais e legislativas
- “Há camaradas meus que lutam a todo momento para reconstruir o socialismo. A única razão para continuarmos a viver é acreditarmos que é possível pelo socialismo. Não sabemos que concretizaremos hoje, amanhã ou depois...” – Marcelino dos Santos, confirmando a existência de alas ideológicas e mostrando crença na implementação de um socialismo moderno
- “Temos um incomensurável número de gente pobre e muito pobre. Mas o Estado não tem capacidade de resolver isto porque as políticas são capitalistas” – idem

sexta-feira, setembro 14, 2012

Marcelino dos Santos não perdoa aos "traidores" Joana Simião e Urias Simango

Numa Grande Entrevista gravada na TVM.

O fundador e veterano da Frelimo, Marcelino dos Santos, está muito desapontado com o modelo de capitalismo adoptado em Moçambique. Segundo Marcelino dos Santos, a introdução deste modelo nunca foi discutida pelos órgãos da Frelimo.

O veterano da luta armada de libertação nacional ainda acredita que o socialismo de orientação marxista-leninista adoptado pela Frelimo no Terceiro Congresso em 1977 é a solução para a pobreza que assola a maior parte dos moçambicanos.

segunda-feira, junho 18, 2012

LOJAS DO POVO CRIADAS PARA COMBATER EXPLORAÇÃO DO HOMEM PELO HOMEM

As lojas do povo, criadas nas zonas libertadas, depois de os colonos portugueses terem abandonado as lojas, devido ao evoluir da Luta de Libertação Nacional, foram criadas pela Frelimo com o propósito de combater a exploração do homem pelo homem.

sexta-feira, junho 15, 2012

FUNDADORES DA FRELIMO – Quem são?


Por António Disse Zengazenga*

0 quadragésimo sexto aniversário do desencadeamento da luta armada em Moçambique trouxe muita euforia aos ânimos de militares e civis no nosso país e muita amargura na memória dos que deviam fugir da libertação da Frelimo. Naturalmente, não podia não superficiar o nome do fundador da tal Frente Libertadora.
Segundo o Moçambique Para Todos de 26/9/2010 na pág.3/4, Marcelino dos Santos é o fundador da Frelimo (1 ) .
Conforme o mesmo Weblog de 28/9/2010 na pág.4/7 Mondlane é o fundador da Frelimo(2 ) .
Qual dos dois afirmantes diz a verdade? Não querem dizer ambos que não só Marcelino dos Santos mas também Eduardo Mondlane foram uns dos fundado­res, uns dentre muitos, dentre tantos fundadores que houve na fundação da Frelimo?
Como espero reacções dos autores dessas afirmações, vou definir o que quer dizer fundar, descrever o processo que decorreu até à fundação da Frelimo, onde Marcelino dos Santos e Eduardo Mondlane estiveram durante todo esse tempo. Ler mais

Reflectindo: deixando os outros a dizerem algo que sabem sobre a fundação da Frelimo.

quarta-feira, agosto 17, 2011

Já não há crítica no Comité Central

Por Emídio Beúla

(SAVANA) - Aos 82 anos de idade, Marcelino dos Santos continua a aceitar convites para falar em público do passado recente de Moçambique. Mas é sobre um passado especial que o membro fundador da Frelimo gosta de se pronunciar, aquele passado que cessa com a viragem político-económica no início da década de 1990. É a esse passado tornado virtuoso e impecável pelas condições do presente que Marcelino dos Santos convocou esta quarta-feira em palestra na UP os moçambicanos a retornarem. Ler mais

sexta-feira, agosto 12, 2011

Tenho medo do futuro!

Por Lázaro Mabunda

Na verdade, estamos no alto mar, num barco avariado, incontactáveis. Só um milagre divino pode salvar-nos de um destino quase inevitável e certo.

O camarada Marcelino dos Santos, como carinhosamente quer ser tratado, veio, esta semana, a público, mais uma vez, manifestar a sua frustração com a forma como o país está a ser governado pelos seus companheiros do partido. Curiosamente, Marcelino dos Santos está a revoltar-se contra a direcção e Governo que ele mesmo apoiou e apelidou, pomposamente, no dia da tomada de posse do Presidente Guebuza, em Fevereiro de 2005, de “Governo de Povo”. Em Junho do mesmo ano, viria a replicar o slogan do “Governo de Povo”, em entrevista ao semanário O País, hoje diário com o mesmo nome: “(...) é um governo para fazer trabalho do povo, para respeitar os interesses das massas populares”, justificou, dando uma reprimenda ao governo de Joaquim Chissano: “(…) você entra num sistema e não é fácil sair de lá e, realmente, nós, na Frelimo, tivemos essa capacidade de que podemos transformar a situação pondo Guebuza lá para ser um homem da recuperação”.

quarta-feira, agosto 10, 2011

Marcelino dos Santos insiste que o país deve regressar ao Socialismo


Marcelino dos Santos insiste que Moçambique deve regressar ao Socialismo para minimizar a crise por que está a passar.
Falando perante uma plateia composta por estudantes da Universidade Pedagógica, em Maputo, o veterano de luta de libertação nacional e antigo vice-presidente da Frelimo disse que, se Moçambique tivesse continuado com o regime socialista, o país não estaria envolto

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Frelimo distancia-se das declarações de Marcelino dos Santos

A Frelimo, através do seu secretário-geral, Filipe Paúnde, distanciou-se, terça-feira, das declarações do antigo vice-presidente deste partido, Marcelino dos Santos, segundo as quais o capitalismo e o comércio privado podem atentar contra a unidade nacional.

“Se nós não tivéssemos percebido isto (o perigo do capitalismo e comércio privado), teríamo-nos dispersado, cada um para o seu canto. Logo que surgiram as primeiras zonas semi-libertadas, proibimos o comércio privado e criámos lojas do povo, que serviam apenas o interesse da população”, argumentou Marcelino dos Santos.

quarta-feira, janeiro 19, 2011

Da Indignação de Edson Macuácua aos factos (2)

Monopartidarismo é melhor sistema para desenvolvimento - considera Marcelino dos Santos

O LÍDER histórico da FRELIMO, Marcelino dos Santos, voltou a defender a sua tese de que para ele, um monopartidarismo levado com seriedade pelos que o dirigem é o melhor sistema para que um país se desenvolva com maior rapidez, porque todos os habitantes do país em que esteja em vigor se concentram e se centram num e único objectivo – que no caso de Moçambique de hoje seria o desenvolvimento do país.

segunda-feira, outubro 25, 2010

Marcelino dos Santos nas celebrações do 25 aviversário dos Continuadores de Moçambique

Para quem escutou hoje Marcelino dos Santos não deixará de reflexivamente comentar sobre o que ele disse:
a) O repórter estava atrasado por lhe chamar sr. Marcelino dos Santos. Ele é Camarada Marcelino dos Santos.
Fiquei sem saber do porque o repórter era seu camarada. Estou querendo saber de qual foi a sua reacção quando num discurso na Cidade da Beira, em 1980, salvo erro, Samora baniu o termo camarada fora da relação entre membros da Frelimo e em missão partidária.
b) Marcelino dos Santos falou de continuação do sonho de um Moçambique socialista, Marxista-Leninista. E nesses termos a Organização dos Continuadores de Moçambique, segundo ele, devia continuar com o nome Continuadores da Revolução Moçambicana. Pareceu-me que o pessoal da Rádio Moçambique assumiu isso acriticamente, pois alguns deles começaram a chamá-la de CRM.
c) Usando expressões de antes de 1990, Marcelino dos Santos falou de bandidos armados. Afinal não foi Marcelino dos Santos, na qualidade de Presidente da Assembleia Popular quem ratificou o Acordo Geral da Paz?
d) Finalmente, a outra coisa discutível que Marcelino dos Santos disse hoje, é que segundo ele em 1962 estava projectada a construcão de um Mocambique socialista.

domingo, janeiro 18, 2009

O problema da falta oposição credível e alternativa à governação (1)

Antes de eu apresentar a minha reflexão ou inquietação sobre este tema, recordo aos leitores uma peça de artigo publicado no Jornal Notícias, em 28 de Abril de 2007 e eis:

Oposição deve ser reduzida a nada

A OPOSIÇÃO no país não deve desaparecer, mas sim o partido Frelimo, no poder, deve continuar a envidar esforços de tudo fazer com vista a reduzi-la cada vez mais àsua insignificância, segundo defendeu Mariano Matsinhe.

Disse que nem que passam milhares de anos e figuras como ele, que estiveram a frente da fundação da Frelimo e lutaram contra o colonialismo português, venham a deixar o mundo dos vivos, a Frelimo não pode e nem deve sair do poder.

Só assim, segundo ele, é que a nação moçambicana continuará a desenvolver e a criar melhores condições de vida para o seu povo.

“Vamos fazer tudo que for necessário de modo a que a Frelimo não saia nunca do poder e que continue a servir melhor. Podem ser criados milhares de partidos e eles todos concorrerem em todas eleições, a Frelimo sempre continuará a mandar neste país. Aliás, queremos que daqui a algum tempo nem sequer no Parlamento entrem, ou seja, no futuro todos assentos devem ser ocupados pelos nossos deputados. Não sou a favor da extinção da oposição, mas ela deve continuar insignificante” – disse.

Explicou que a mudança de nome da Polícia Popular de Moçambique para a Polícia da República de Moçambique deveu-se a conjuntura interna e externa que o país atravessava, visto que se estava passar do multipartidarismo científico para a democracia, que acabou sendo um processo imposto.

HÉLIO FILIMONE

Nota do Reflectindo: As declarações nunca foram rejeitadas pelos órgãos do Partido Frelimo, incluindo Armando Emílio Guebuza, seu presidente. A questão é de saber de como a Frelimo está fazendo para reduzir à insignificância a oposição. Este interregno entre as eleicões autáquicas e provinciais, gerais e presidenciais, deve ser para a nossa análise profunda se não quisermos assumir as declarações de Mariano Matsinhe e Marcelino dos Santos.

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Não há barulho

Sob proposta do Conselho Municipal e quando aprovada pela Assembleia Municipal de Maputo, o órgão legislativo, Marcelino dos Santos poderá ser nome duma rua, nomeadamente a chamada Dr. Lacerda de Almeida, no bairro de Chamanculo.

Porém, admiro bastante da maneira como o Notícias escreve sobre esta proposta que nada traz diferença em relação a proposta e aprovação da denominação à Praça André Matsangaisse, na cidade da Beira.