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segunda-feira, novembro 18, 2013

Exortação de Dra Alice Mabota

Por Alice Mabota

Oi .....Amigos nesta luta de devolver a cidadania aos moçambicanos. Estive ausente por 10 dias e hoje voltei. Estou muito preocupada com a preocupação de muitos cidadãos em virtude do que se esta a passar neste pais. E, tenho a dizer o seguinte : Em qualquer luta há avanços, paragens, e, por vezes recuos o que não significa derrota.

Vem isto a proposito do posicionamento do jovem Dr. Arroz que esta na campanha do seu partido. A todos vós gostaria de vos dizer e encorajar-vos que não devem ficar alarmados senao perdem a batalha. Devem ficar fria(o)s e continuarem com a luta do que acreditam para alcançarem os vossos anseios.
Talvez ainda vão cair outros.

quarta-feira, maio 29, 2013

Polícia revelou ineptidão e falta de competência no cumprimento das normas processuais

Segundo João Carlos Trindade, juiz Conselheiro do Tribunal Supremo, jubilado

O juiz conselheiro do Tribunal Supremo, que se encontra a gozar a sua reforma, escreveu um artigo na sua página no facebook, onde levanta várias interrogações à forma como a polícia deteve o presidente da Associação Médica de Moçambique, Jorge Arroz. Depois de atacar as questões de substância e processuais, João Carlos Trindade conclui que: “mais uma vez, a Polícia revelou ineptidão e falta de competência no cumprimento das normas processuais, sendo legítimo supor que os reais motivos da detenção tenham sido outros, que não aqueles que, de forma atabalhoada, foram tornados públicos.”

domingo, maio 26, 2013

Presidente da Associação de Médicos de Moçambique detido pela polícia do país

O presidente da Associação de Médicos de Moçambique, Jorge Arroz, foi hoje detido pela polícia em Maputo, alegadamente acusado do crime de sedição, disse à Lusa fonte daquela associação profissional.
Dezenas de pessoas estão concentradas diante da 6ª esquadra da Polícia da República de Moçambique, na capital Maputo, exigindo a libertação do médico que, desde a passada segunda-feira, lidera uma greve do setor da Saúde.
Arroz encontra-se detido numa das celas da esquadra desde as 19:00 locais (18:00 em Lisboa) em resultado de um mandado de captura emitido hoje.
A greve dos médicos e de pessoal de saúde, inicialmente marcada por cinco dias, foi na sexta-feira, último dia agendado, prolongada por tempo indeterminado, estando a afetar seriamente o funcionamento das unidades de saúde no país.
LAS // MSP

Fonte: LUSA – 26.05.2013

Detido o Dr. Arroz?

A edição das 21:00 da Rádio Mocambique  reporta a detenção do Presidente da Associação dos Médicos Moçambicanos.

terça-feira, janeiro 15, 2013

Médicos anunciam fim da greve

A Associação Médica de Moçambique (AMM) anunciou hoje, em Maputo, o fim da greve que a classe vinha realizando desde semana passada em todo o país exigindo melhores salários.
Esta decisão surge depois desta agremiação – que se afirma representar todos os médicos do país – ter alcançado um acordo com o Ministério da Saúde (MISAU), na sequência das negociações havidas entre as partes.
“Tendo chegado a um acordo de forma a garantir uma justiça social em termos de dignidade salarial e partindo do princípio de equidade no sector público a AMM acha que estão criadas as condições para levantar a greve que teve início no dia 7 de Janeiro corrente”, disse o presidente da AMM, Jorge Arroz.
A associação defende que a dignificação do médico moçambicano não se limita exclusivamente a dignidade salarial, mas também na melhoria das condições de vida e outras condições de vida que ainda constituem barreiras.
Por seu turno, o Ministro da Saúde, Alexandre Manguele, disse que com este acordo estão criadas as condições para o restabelecimento do normal funcionamento das unidades sanitárias do serviço nacional de saúde.

terça-feira, janeiro 08, 2013

“Se queremos ser uma classe respeitada, temos de abdicar dos interesses individuais”

Jorge Arroz, presidente da Associação Médica de Moçambique, manda recados à Ordem dos Médicos e pede solidariedade na classe.

Os médicos mantém o braço-de-ferro com o Governo e dizem que só recuam se as negociações forem retomadas. No meio do impasse, há a guerra dos números: o governo diz que não há défice, enquanto os médicos falam de mais de 90% de adesão. Números à parte, a situação começa a preocupar nos principais centros urbanos. Jorge Arroz, o rosto da greve, lança uma mensagem de união: “temos de deixar de procurar safarmo-nos individualmente à custa de outros colegas”.