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quinta-feira, maio 30, 2013

Posicionamento da Ordem dos Advogados sobre greve dos médicos

Na noite de Ontem, a Ordem dos Advogados de Moçambique distribuiu um comunicado de Imprensa onde aborda a greve dos médicos em cursos em todo o País desde o dia 20 passado. Assinado pelo respectivo bastonário, Tomás Timbane, o comunicado reitera a constitucionalidade do direito à greve, classifica de ilegal e condena a detenção do líder dos médicos, Dr. Jorge Arroz e apela ao diálogo entre as partes.

Eis o comunicado na íntegra:

A Ordem dos Advogados de Moçambique, relativamente à greve dos médicos e à detenção do Dr. Jorge Arroz, Presidente da Associação Médica de Moçambique, no domingo, dia 26 de Maio de 2013, pela Polícia de Investigação Criminal, sucedida depois das 18:00 horas do mesmo dia, torna público o seguinte: Ler mais

sexta-feira, fevereiro 08, 2013

De novo, de costas voltadas

- Em causa está a reprovação, pela Faculdade de Medicina da UEM, dos cerca de 100 médicos estagiários que aderiram à greve
- Associação Médica de Moçambique exige uma reunião urgente entre as partes envolvidas para se ultrapassar o novo diferendo.
(Maputo) A Associação Médica de Moçambique (AMM) e o Ministério da Saúde estão, de novo, de costas voltadas, tudo por causa da polémica decisão da Faculdade de Medicina da Universidade Eduardo Mondlane que, na última quinta-feira, anunciou a reprovação dos cerca de 100 médicos estagiários pelo facto de terem aderido à greve dos médicos, faltando, por conseguinte, ao estágio profissional em várias unidades sanitárias da capital. Ler mais

terça-feira, janeiro 15, 2013

Médicos anunciam fim da greve

A Associação Médica de Moçambique (AMM) anunciou hoje, em Maputo, o fim da greve que a classe vinha realizando desde semana passada em todo o país exigindo melhores salários.
Esta decisão surge depois desta agremiação – que se afirma representar todos os médicos do país – ter alcançado um acordo com o Ministério da Saúde (MISAU), na sequência das negociações havidas entre as partes.
“Tendo chegado a um acordo de forma a garantir uma justiça social em termos de dignidade salarial e partindo do princípio de equidade no sector público a AMM acha que estão criadas as condições para levantar a greve que teve início no dia 7 de Janeiro corrente”, disse o presidente da AMM, Jorge Arroz.
A associação defende que a dignificação do médico moçambicano não se limita exclusivamente a dignidade salarial, mas também na melhoria das condições de vida e outras condições de vida que ainda constituem barreiras.
Por seu turno, o Ministro da Saúde, Alexandre Manguele, disse que com este acordo estão criadas as condições para o restabelecimento do normal funcionamento das unidades sanitárias do serviço nacional de saúde.