"... que os propagandistas de
platão nos poupem de dizer que agora temos que cantar hosanas a tudo e mais
alguma coisa e incensarmos os supracitados líderes [Filipe Nyusi e Afonso
Dhlakama] como os mais iluminados da existência humana, porque a caminhada é
longa, muitas vezes sinuosa e os interesses e intenções "dos de dentro e
de fora" nem sempre são claros." ... “A minha angústia é que não
buscamos soluções, buscamos posições.” José Jaime Macuane, o autor.
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segunda-feira, agosto 07, 2017
domingo, agosto 06, 2017
Filipe Nyusi e Afonso Dlhkama encontraram-se hoje em Gorongosa
O Presidente da República, Filipe Nyusi, e o presidente da Renamo, Afonso Dhlakama, reuniram-se, hoje, em Gorongosa.
Os dois líderes discutiram e acordaram sobre os próximos passos no processo da paz, que esperam que seja concluído até finais do ano.
Acordaram que iriam manter o seu diálogo e acompanhar de perto o trabalho das duas comissões, visando um novo encontro, em breve, para preparar os passos finais.
Fonte: O País – 06.07.2017
quarta-feira, fevereiro 08, 2017
Nyusi & Dhlakama suggest peace deal near
By Joseph Hanlon
The announcement suggests
significant progress on three sets of parallel negotiations - within Frelimo
and within Renamo, and between Nyusi and Dhlakama. International mediators had
been a Renamo demand, so dispensing with meditators and moving to two very
small technical working groups suggests an agreement in principle has been
reached. This must mean agreement on three points.
+ First would be acceptance of
some Renamo governors and a commitment to reduce the role of the Frelimo party
in the state apparatus. Key people in Frelimo have already accepted this but it
requires defining the roles of the governors and provincial assemblies, perhaps
to be similar to mayors and municipal assemblies.
+ Second is some role for
Renamo in the army, with Renamo people in senior positions. This could be
acceptable to Frelimo because it has always kept the army weak; the war with
Renamo is being largely fought by the special riot police unit.
+ Third is money, which has
never been mentioned, and perhaps never will be. But it must be assumed that
after the $2 billion secret loan, Dhlakama has demanded and will receive a
substantial amount of money.
domingo, fevereiro 05, 2017
Sociedade civil mocambicana sugere uma comissão da verdade e reconciliação
Mas há quem diga que pode ser inútil, porque a paz depende da vontade de Nyusi e Dhlakama.
Uma comissão da verdade e reconciliação poderia contribuir para a consolidação da paz e democracia em Moçambique, dizem vozes da sociedade civil.
Advertem que o país poderia seguir a experiência sul-africana na década de 1990, quando foi abolido o Apartheid.
Presentemente, a tensão política distendeu-se, ao que tudo indica, na sequência da trégua de dois meses decretada pelo líder da Renamo, Afonso Dhlakama, e algumas pessoas acham que esta é uma boa altura para os moçambicanos pensarem numa verdadeira reconciliação e numa paz efectiva.
O bispo auxiliar de Maputo, Dom Carlos Nunes, diz que é responsabilidade de todos os moçambicanos manter este clima de tranquilidade e paz que se vive no país.
sábado, fevereiro 04, 2017
Afonso Dhlakama confirma contactos com Filipe Nyusi
O líder da Renamo, Afonso Dhlakama, confirmou, hoje, os contactos com o Presidente da República e assegurou que a nova fase das negociações vai arrancar na próxima semana. Falando via telefone para a imprensa, na cidade de Quelimane, Dhlakama disse que as discussões sobre a descentralização da administração do Estado e a integração dos homens armados da Renamo nas Forças de Defesa e Segurança deverão iniciar, também, na próxima semana.
O líder do maior partido da oposição confirmou que os mediadores foram dispensados. Assim sendo, o seu partido e o governo deverão formar dois grupos de trabalho.
Ainda durante a chamada telefónica, Dhlakama agradeceu aos mediadores pela colaboração em 2016.
Este novo entendimento entre o líder da Renamo e o Chefe do Estado é anunciado no segundo e último mês da trégua militar declarada em Janeiro.
Fonte. O País – 04.02.2017
quinta-feira, junho 09, 2016
Governo e Renamo anunciam agenda do encontro entre Nyusi e Dhlakama
O Governo moçambicano e a Renamo anunciaram hoje os pontos de agenda do encontro entre o chefe de Estado e o líder do principal partido de oposição, que incluem a exigência do movimento de governar em seis províncias.
"Os pontos da agenda consensualizados são governação da Renamo nas seis províncias onde ganhou nas últimas eleições em 2014 e temos o ponto sobre a cessação das acções armadas", afirmou José Manteigas, deputado e membro da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), em declarações aos jornalistas, no final da reunião com a delegação do Governo, no âmbito das negociações para o fim do conflito militar no país.
Segundo Manteigas, a agenda do encontro, ainda sem data, entre o chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, inclui ainda a integração dos membros do braço armado do principal partido de oposição nas Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), Polícia da República de Moçambique (PRM) e no Serviço de Informação e Segurança do Estado (SISE).
quarta-feira, maio 25, 2016
Renamo acusa exército moçambicano de se dirigir para residência do seu presidente
A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), acusou hoje o exército moçambicano de estar a dirigir-se para o local onde está instalado o líder do principal partido de oposição, Afonso Dhlakama, apelando ao Governo para ordenar o fim da alegada ofensiva.
"Há desdobramento militar na Gorongosa, estando as forças do Governo em Mucodza a dirigirem-se a Sadjundjira, local onde reside o presidente [Afonso] Dhlakama atualmente", afirmou, em conferência de imprensa, o porta-voz da Renamo, António Muchanga, na manhã em que o executivo e o principal partido de oposição retomaram conversações sobre paz.
Em vez de apostarem em desdobramentos, prosseguiu Muchanga, as chefias militares do exército moçambicano deviam permitir que as equipas negociais do Governo e da Renamo procurem um entendimento para o fim dos confrontos.
sexta-feira, outubro 09, 2015
Invasão da casa de Dhlakama "é inaceitável”, diz Daviz Simango
O líder do MDM, terceiro maior partido, Daviz Simango, considerou inadmissível a invasão pela polícia da casa do presidente da Renamo, na Beira, principal partido da oposição, Afonso Dhlakama, comparando o cerco à residência a uma prisão domiciliária.
"Isto é uma prisão domiciliária e não é admissível num estado de direito, não há nenhum mandado, que eu saiba, do tribunal ou da procuradoria, não encontramos isso, não há evidências desses mandados", afirmou Simango, em declarações aos jornalistas, à saída da residência de Dhlakama, que foi hoje alvo de uma operação policial.
O líder do MDM (Movimento Democrático de Moçambique) criticou a detenção dos membros da guarda do líder da Renamo (Resistência Nacional Moçambicana) na referida operação, na província de Sofala defendendo que a desmilitarização do contingente militar da Renamo não deve ser feita à força.
segunda-feira, setembro 14, 2015
Quando a esperanca é a última a morrer
Embora eu não saiba mais sobre o que se antecedeu ou prosseguiu, acho lindo assim. Espero que tenha acontecido muito mais:
sábado, abril 18, 2015
Dhlakama acusa Forças de Defesa e Segurança de perseguição à Renamo
O líder da Renamo, Afonso Dhlakama, denunciou ontem alegadas perseguições a militares residuais sob seu comando, no distrito de Guijá, província de Gaza, onde recentemente foram registados incidentes militares com as Forças de Defesa e Segurança (FDS).
Falando num comício popular presenciado por centenas de populares e simpatizantes do seu partido, no posto administrativo de Sena, distrito de Caia, em Sofala, Dhlakama ameaçou dizendo que caso as perseguições prevaleçam, poderá perder a paciência e deixar que os seus comandos retaliem. “Ainda ontem dispararam, eu a dizer ‘ninguém responde’. Mas acabarão por responder”, alertou o líder do maior partido da oposição.
Fonte: O País – 18.04.2015
sexta-feira, março 27, 2015
Armando Guebuza, Afonso Dhlakama e a Perceptiva Retórica
Um dos meus amigos tem defendido
que tudo o que Armando Guebuza diz e nos mete medo é porque não entendemos que
ele é poeta. Mas cada vez mais que o escuto e cada vez mais que comparo o seu
discurso com poemas que leio noto algo de diferença,. Contudo, estou me
apercebendo de que poeta Guebuza é. Só para citar algo que Guebuza disse nos
últimos meses:
“Esta vitória foi arrancada,
porque eles estavam determinados a não nos deixar sobreviver e nós dissemos,
nós somos Frelimo, nós somos fortes, nós vamos vencer”, ...
"Transformarem o sonho dos
outros em pesadelo".
Se comparando com o discurso de
Martin Luther "I have a dream...” ficamos a entender que Armando Guebuza
só pode estar a fazer poesias de guerra e não difere de quem em resposta ou
vice-versa, diz que vai dar porrada, nomeadamente Afonso Dhlakama.
Veja-se, o poema pelo qual Armando Guebuza ficou conhecido como poeta:
Veja-se, o poema pelo qual Armando Guebuza ficou conhecido como poeta:
As tuas dores
mais as minhas dores
vão estrangular a opressão...
Talvez, talvez e talvez mesmo e
usando a proposta do tal amigo, e querendo e crendo nisso, somos obrigados a
dissecar os discursos usando diferentes perseptivas retóricas.
Pessoalmente, não acho que são os discursos de Guebuza ou Dhlakama que poderão iniciar guerra em Moçambique. Talvez acções como daquele governador de Manica e ex-Ministro do Interior que nem quer entender que a guerra fria morreu fria.
Pessoalmente, não acho que são os discursos de Guebuza ou Dhlakama que poderão iniciar guerra em Moçambique. Talvez acções como daquele governador de Manica e ex-Ministro do Interior que nem quer entender que a guerra fria morreu fria.
quinta-feira, novembro 27, 2014
Dhlakama diz que foi eleito Presidente da República
Líder da Renamo defende a sua proposta de Governo de gestão.
Em Moçambique, depois de a Assembleia da República ter chumbado na terça-feira, 25, a proposta de criação de um Governo de gestão apresentada pelo presidente da Renamo, Afonso Dhlakama volta a defender a sua ideia como forma de contornar o que ele considera de fraude generalizada nas eleições de 15 de Outubro.
Em declarações na Beira, onde iniciou ontem, 26, uma visita que o levará também a Tete, Dhlakama diz que se quisesse bater com as mãos na mesa, teria legitimidade para o fazer porque ele é que foi eleito Presidente da República. Ler mais
quinta-feira, outubro 16, 2014
ELEICOES 2014/DHLAKAMA NA DIANTEIRA EM NAMPULA E ZAMBÉZIA
O candidato da Renamo à Presidência da República, Afonso Dhlakama, regista uma ligeira vantagem na contagem preliminar de votos referentes às 5/a eleições gerais e as 2/a às assembleias nas províncias da Zambézia e Nampula, centro e norte de Moçambique havidas quarta-feira no país.
A província da Zambézia processou, até então, 515 Mesas das Assembleias de Voto (MAVs), correspondentes a 17.61 por cento de um total de 2.925 MAVs. No total de votos processados o candidato da Renamo, Afonso Dhlakama, amealhou 61.426 votos (46.91 por cento).
domingo, fevereiro 24, 2008
Dhlakama recorre a Franciscanos
Para realizar seminário com seus membrosPercorreu toda cidade de Quelimane até “cair” nas mãos dos padres. Quando o líder da Renamo-União Eleitoral, Afonso Dhlakama, chegou a cidade de Quelimane, afim de realizar mais um encontro com os seus membros, tal como veio fazendo na Beira, Nampula e por ai fora, de repente as casas que têm acolhido este tipo de eventos, simularam que estavam ocupadas. Leia mais
domingo, novembro 25, 2007
Dhlakama nas cerimónias fúnebres de Nyimpine Chissano
O Presidente da Renamo, Afonso Dhlakama, esteve presente nas cerimónias fúnebres do malogrado Nhympine Chissano. Leia mais no Meu Ser Original. Fernando Mazanga descreve com pormenor no portal da Renamo, como aquele tornou-se um momento de reconciliação entre o Presidente da Renamo, Afonso Dhlakama e a Ex-1ª Dama da República, Marcelina Chissano.
segunda-feira, novembro 05, 2007
Os quatro pontos para negociar
Numa entrevista do Zambeze/Canal de Moçambique com o Presidente Afonso Dhlakama, a Renamo apresentou os seus quatro pontos para negociar com a Frelimo quanto às eleições provinciais. Eis:Ponto 1 - As eleições provinciais tem que ser feitas em 2008;
Ponto 2 - O recenseamento de raiz deve ser manual e recensear toda gente. Depois podem informatizar para ter um banco de dados.
Ponto 3 - É preciso a reforma do STAE, ele é todo Frelimo. O STAE central, provinciais e distritais. Carrasco não pode ir sozinho. Tem de levar o seu grupo que é da Frelimo. Faz-se um concurso para todos os STAE´ s. ZAMBEZE/Canal - Isto não vai demorar? Dhlakama – Não. Agora teremos tempo suficiente. Caso a Frelimo não queira concurso, vamos colocar 50% da Frelimo e 50% da Renamo nos STAEs aos vários níveis.
Ponto 4 - As decisões dos órgãos eleitorais também é preciso rever. Não pode haver decisões por maioria. A Frelimo sempre usou isto. Em nenhum país isso acontece. A CNE não é parlamento. Tem que haver decisões por consenso. Estes órgãos estão concebidos para preparar eleições. A sociedade civil está em peso mas é da Frelimo.
Leia toda a entrevista aqui.
segunda-feira, outubro 22, 2007
Joaquim Chissano ganha o prémio de boa governação e Afonso Dhlakama diz que lhe merece e já previa.
Afonso Dhlakama: sabia que Chissano ia ganhar
O líder do maior partido da oposição de Moçambique (Renamo), Afonso Dhlakama, disse, na tarde desta segunda-feira, em Maputo, que sabia que o antigo estadista moçambicano, Joaquim Chissano, ia ganhar o prémio Mo Ibrahim. Afonso Dhlakama reconheceu que “sem dúvidas, mais uma vez o nome de Moçambique é elevado”.
“O que queremos é que Moçambique seja mais falado como o exemplo da paz no mundo, não só no continente africano”. Afonso Dhlakama disse que já havia comentado, há três semanas, que Joaquim Chissano ia ganhar aquele que é o maior prémio individual do mundo, porque todos os países africanos que tiveram guerra celebraram a paz, porém, mesmo depois da paz o disparar das armas continuou “a coabitar o mesmo espaço com a paz”.
Afonso Dhlakama vincou que o prémio de paz e boa governação que Joaquim Chissano conquistou na manhã desta segunda-feira foi graças à sua passividade como líder da oposição porque, na sua opinião, apesar da violência que caracteriza “a nossa paz”, ele não tem enveredado pelo mesmo caminho de violência.
Já o porta-voz da bancada parlamentar da Frelimo, partido de Joaquim Chissano, o prémio é um orgulho para todo o povo moçambicano, mas acima de tudo é uma enorme responsabilidade para o vencedor que tem a missão de preservar a sua imagem que jogou bastante para a conquista do prémio paz e boa governação.
Fonte: O País online
O líder do maior partido da oposição de Moçambique (Renamo), Afonso Dhlakama, disse, na tarde desta segunda-feira, em Maputo, que sabia que o antigo estadista moçambicano, Joaquim Chissano, ia ganhar o prémio Mo Ibrahim. Afonso Dhlakama reconheceu que “sem dúvidas, mais uma vez o nome de Moçambique é elevado”.
“O que queremos é que Moçambique seja mais falado como o exemplo da paz no mundo, não só no continente africano”. Afonso Dhlakama disse que já havia comentado, há três semanas, que Joaquim Chissano ia ganhar aquele que é o maior prémio individual do mundo, porque todos os países africanos que tiveram guerra celebraram a paz, porém, mesmo depois da paz o disparar das armas continuou “a coabitar o mesmo espaço com a paz”.
Afonso Dhlakama vincou que o prémio de paz e boa governação que Joaquim Chissano conquistou na manhã desta segunda-feira foi graças à sua passividade como líder da oposição porque, na sua opinião, apesar da violência que caracteriza “a nossa paz”, ele não tem enveredado pelo mesmo caminho de violência.
Já o porta-voz da bancada parlamentar da Frelimo, partido de Joaquim Chissano, o prémio é um orgulho para todo o povo moçambicano, mas acima de tudo é uma enorme responsabilidade para o vencedor que tem a missão de preservar a sua imagem que jogou bastante para a conquista do prémio paz e boa governação.
Fonte: O País online
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