O governo zimbabweano acusa as embaixadas da França e dos Estados Unidos de apoiarem os manifestantes e a greve geral que, na semana passada, paralisou toda a actividade comercial, incluindo os transportes públicos.
A greve foi a última de uma série de protestos em repúdio contra a crescente deterioração das condições de vida no país.
O ministro zimbabweano do Interior, Ignatius Chombo, disse que temos informações dos nossos serviços secretos que apontam o envolvimento de embaixadas de países ocidentais em todos esses distúrbios.
A evidência que conseguimos obter mostram que a Embaixada da França, em Harare, e outras são parte desta conspiração e de maquinações para forçar uma mudança de regime, acrescentou Chombo.




