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sexta-feira, dezembro 05, 2014

Centro de Integridade Pública critica leis sobre privilégios para políticos

O Centro de Integridade Pública (CIP), uma ONG que observa a transparência no Estado, manifestou hoje indignação com a aprovação das leis que aumentam os privilégios dos deputados e do chefe de Estado em exercício e cessante.
"Recebemos a aprovação dessas leis com uma indignação profunda, porque aumentam mordomias aos mesmos dirigentes que têm falhado no combate à pobreza, que se têm mostrado insensíveis com o sofrimento da maioria da população", disse à Lusa o diretor do CIP, Adriano Nuvunga.

“Sociedade civil não foi justa com o parlamento”

Alguns parlamentares dizem que as polémicas sobre as regalias foi um caso que demonstrou a incompreensão de que foram alvo
Os deputados da Assembleia da República dizem que houve muita hostilização e banalização do parlamento por parte de grupos ligados a organizações da sociedade civil. Na hora do balanço da legislatura, alguns parlamentares dizem que a polémica sobre as regalias foi um caso que demonstrou a incompreensão de que foram alvo.

terça-feira, julho 01, 2014

Sociedade Civil exige ponderação e rectidão por parte da Assembleia da República

Na sequência das declarações do deputado Mateus Katupha, porta-voz da Comissão Permanente da Assembleia da República, à Comunicação Social, segundo as quais a Lei da Revisão da Lei do Estatuto, Segurança e Previdência do Deputado e a Lei da Revisão da Lei 21/92, de 31 de Dezembro, recentemente devolvidas pelo Presidente da República, merecerão um reexame, as Organizações da Sociedade Civil (OSC) pedem ao Parlamento para que dê prioridade a outros assuntos prementes e seja equitativo, socialmente justo, transparente, ético e observe os princípios de austeridade que têm sido propalados pelo Governo.

sexta-feira, junho 27, 2014

GUEBUZA LANÇA AREIA NOS OLHOS DOS MOÇAMBICANOS E, “A LUTA CONTINUA!”

Por Alfredo Manhiça


O slogan “a luta continua”, embora seja, hoje, utilizado por pessoas de várias tendências políticas, e em várias circunstâncias da vida é, originariamente, património dos regimes filo-comunistas. No caso de Moçambique, ele é associado ao movimento independentista da Frente de Libertação   de Moçambique (Frelimo) e as suas campanhas de politização das massas.
Na nova subsistência desta organização política, quando, isto é, nos princípios da década Noventa, como única forma para inserir-se na nova ordem política mundial resultante da queda do muro de Berlim em Novembro de 1989, foi constrangido a abandonar o sistema totalitário do partido único para adoptar o sistema multipartidário, o slogan “a luta continua” passou a descrever a nova situação na qual os membros e simpatizantes do partido eram incitados a agir e a comportar-se politicamente como se o depois da introdução do multipartidarismo fosse igual ao antes da introdução do multipartidarismo, e o depois da inauguração do processo da democratização fosse igual ao antes da inauguração de tal processo.

terça-feira, junho 17, 2014

Organizações da sociedade civil exigem debate sério das leis das mordomias

Daviz Simango diz que espera que a devolução das leis pelo Presidente da República seja de boa-fé 

Algumas organizações da sociedade civil convocaram ontem a imprensa para reagirem à devolução ao parlamento pelo Presidente da República, Armando Guebuza, da Lei da Revisão da Lei do Estatuto, Segurança e Previdência do Deputado e a Lei da Revisão da Lei 21/92, de 31 de Dezembro, que estabelece os Direitos e Deveres do Presidente da República em Exercício e após a Cessação de Funções.