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domingo, novembro 27, 2016

A irracionalidade de Pedro Nacuo

Só pode ser Pedro Nacuo e companhia quem não sabem como é que Afonso Dhlakama está agora na parte incerta.
Pedro Nacuo era dos jornalistas do Jornal Notícias que escrevia com muita racionalidade e ajudava até para a reconcilição entre moçambicanos. Tenho no meu arquivo, no Reflectindo sobre Moçambique, uma série de artigos com excelente racionalidade de Pedro Nacuo, artigos em que ao ler via-se nele um verdadeiro professor.  É na altura em que trabalhava como delegado do Jornal Notícias de Nampula e depois Cabo Delgado.
Não posso entender da maneira como este compatriota mudou a quase 360 graus desde que Filipe Nyusi está na Ponta Vermelha e não menos quando foi nomeado editor político no Jornal Domingo, aquele jornal que raramente leio por publicar coisas irracionais. Aquela racionalidade de Nacuo esvaziou-se completamente e pelos vistos pretende liderar um novo G40 ou assumir o papel ridículo de Gustavo Mavie escrevendo coisas que ele próprio não acredita.
‘Então, Pedro Nacuo não se lembra do ataque a Dhlakama em Zipinga, em Manica e nas Palmeiras, na Beira?

Então, para Pedro Nacuo não vale a pena aquele diálogo e sobretudo o esforço dos mediadores internacionais?

Eis o artigo:

segunda-feira, abril 27, 2015

Segundo Felício Zacarias:??Lambebotismo atrasou o país??

“É preciso que haja uma renovação ideológica para eliminar o medo que ainda persiste em alguns membros”, Felício Zacarias. O antigo ministro das Obras Públicas e Habitação e membro do partido Frelimo, Felício Zacarias, revelou recentemente ao debate, em Maputo, que o fenómeno de bajulação ao ex-Chefe de Estado, Armando Guebuza, em vários quadrantes do governo e do partido, corrompeu a máquina governa­tiva do país nos últimos seis anos. Ler mais

sábado, novembro 16, 2013

Vento religiosamente político

Por Paulo Azevedo

Quando a politica passa de um debate colectivo a uma actividade pessoal a tendência e de criar uma agenda para uma audiência vulnerável ou pagam. Já houveram muitos modelos políticos que um individuo sempre foi a motriz  de um ideal .

Então, o que e forca motriz do plebeu politico Moçambicano! – o lambebotismo hoje propalado como um flagelo politico mostra a falta de homens dignos dos seus actos e princípios. Não será justo num artigo deste mencionar nomes quando o flagelo social faz-se sentir como um cancro terminal buscando espaço de dizimar tudo e todos .

quarta-feira, junho 20, 2012

Joyce Banda ambiciona governar o Malawi até 2024

Por Faustino Igreja

O vice-Presidente do Malawi, Khumbo Kachali, disse esta segunda-feira que a Presidente Joyce Banda vai concorrer não só para as eleições gerais de 2014, mas também em 2019, de modo a governar o Malawi durante doze anos.
Kachali acrescentou que a primeira mulher a ocupar o cargo de Chefe de Estado na África Austral merece apoio, de modo a governar até 2024, porque, segundo suas palavras, ela foi “enviada por Deus”.
Apesar desta intenção, a candidatura da Joyce Banda  às presidenciais de 2014 deverá ser confirmada durante o Congresso do seu partido, a realizar-se ainda este ano.

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

Curtis Chincuinha

Para quem tem acesso ao Facebook, eu o aconselharia a ler o mural de Curtis Chincuinha para depois vir a este post para debater sobre ambicão nociva, lambebotismo e vende identificacão, etc, para fins pessoais.

domingo, setembro 18, 2011

Bajulação ou auto-estima?

Editatorial @Verdade

Têm várias designações. Lambe-botas. Escovinhas e bajuladores. Povoam as imediações dos ministros, dos secretários permanentes, dos PCA’s, dos governadores e, sobretudo, do Presidente da República.

A espécie mais evoluída é constituída por indivíduos que vivem agarrados aos telemóveis, aos BlackBerries, aos IPAD’s e aos computadores. Levantam-se contra os críticos do turno ou “irmãos metralha” como apregoam aos quatro cantos. Sonham todos os dias em viver nas costas do chefe. Para isso, conversam sistematicamente com directores e jornalistas das televisões, das rádios e dos jornais.

terça-feira, novembro 02, 2010

O May be man

Por Mia Couto 

Existe o “Yes man”. Todos sabem quem é e o mal que causa. Mas existe o May be man. E poucos sabem quem é. Menos ainda sabem o impacto desta espécie na vida nacional. Apresento aqui essa criatura que todos, no final, reconhecerão como familiar.

O May be man vive do “talvez”. Em português, dever-se-ia chamar de “talvezeiro”. Devia tomar decisões. Não toma. Sim­plesmente, toma indecisões. A decisão é um risco. E obriga a agir. Um “talvez” não tem implicação nenhuma, é um híbrido entre o nada e o vazio.

sexta-feira, agosto 13, 2010

“Lambebotismo“ retarda desenvolvimento dos jovens

Falta de direcção e referências, a ganância pelo poder político e económico sem o mínimo esforço, assim como o excesso de bajulação e “ lambebotismo “ são apenas alguns de uma lista de males que enfermam a juventude moçambicana. Esta constatação foi ontem avançada em Maputo, pelo representante do Centro de Integridade Pública (CIP), Baltazar Fael.

Fael falava no âmbito do encontro entre representantes do Centro de Integridade Pública, Liga dos Direitos Humanos (LDH) e membros do parlamento Juvenil, no âmbito das celebrações do Dia Internacional da Juventude, ontem assinalado mundialmente.

terça-feira, agosto 10, 2010

Filipe Paúnde, Frelimo e a Postura da Edilidade de Alto-Molócuè

A Frelimo vai tomar medida à edilidade de Alto-Molócuè, disse Filipe Paúnde, Secretário-geral do Partido Frelimo ao jornal O País. Paúnde concorda connosco que não existe lei nenhuma em Moçambique que obriga as pessoas a irem aos comícios de qualquer que seja o dirigente deste país. Até aqui tudo bem, estamos juntos. Não sei que medidas a Frelimo pode tomar a um edil eleito, mas ele como membro daquele partido, com certeza há o que se pode fazer dentro dos estatutos do partido e esse é assunto do partido, servindo para desencorajar os seus membros a violar as leis nacionais.

Entretanto, Filipe Paúnde afirma entender que o caso pode estar a ser perpetrado por oportunistas com vista a manchar o nome da equipa da edilidade de Alto-Molócuè e do governador Itai Meque. Eu até concordo que os que multam comerciantes por não irem ao comício do governador sejam oportunistas. Porém, se forem oportunistas, eles não têm nomes?
Por outro lado, não concordo com o SG da Frelimo que a intenção dos oportunistas seja de manchar o nome da edilidade de Alto-Molócuè e do governador Itai Meque. Esses oportunistas não fizeram mais nem menos do que aqueles que praticam fraudes eleitorais a favor da Frelimo; daqueles que com artimanhas, impedem outros partidos à concorrer nas eleições; daqueles que instalam células da Frelimo nas instituições públicas; daqueles que usam meios e bens do Estado para as campanhas da Frelimo; daqueles que partidarizam as instituições públicas; daqueles que mentem em plena sessão da Assembleia da República, usando o nome da Frelimo; daqueles que decidem ilegalmente para que bens dum município ou estado passem para um partido; daqueles que afirmam de boca cheia que no centro e norte não há estudiosos de calibre do sul; daqueles que matam concidadãos em nome da Frelimo; daqueles que violando a Constituição da República, põem concidadãos em prisão domiciliária; daqueles que roubam do erário público ou das empresas públicas e até alocam uma parte para a renovação da escola central do partido Frelimo; daqueles que protegem corruptos em nome da Frelimo, etc, etc.
Esses todos não fazem o que fazem com intenção de manchar o partido Frelimo, muito menos do governo desse partido. Eles agem dessa forma caçando algum dividendo, pois dessa forma mantêm a posição (cargos e benesses) ou são promovidos (adquirem novos cargos e mais benesses) ou mesmo encobrimento pela justiça (ficam impunes). Essa atitude é o tal LAMBEBOTISMO.

Nota: espero que o meu texto não se entenda mal, mas possível possa ajudar a identificar os lambebotas em todas as esferas da sociedade moçambicana. Isso é possível se partirmos da definição do conceito lambebotismo. Também, chamo atenção que não se veja o fenómeno como existente só e só na Frelimo. O lambebotismo tende a existir em todos os partidos, nas organizações da sociedade civil, nas empresas, etc.

domingo, agosto 08, 2010

“Discussão sobre a denominação das gerações é irrelevante”

Por João Vaz de Almada

A propósito dos 35 anos da independência nacional @ VERDADE ouviu Jorge Rebelo, talvez a maior reserva moral da Frelimo. O antigo ministro da Informação do governo de Samora Machel defende que procurar rótulos para as gerações é uma perda de tempo e acha bem que a história seja rescrita se for para “contar a verdade.”

@Verdade (V) O Presidente Guebuza chamou à geração pós-8 de Março, a que presentemente tem entre 30 e 40 anos, a da viragem. O senhor preferiu chamar-lhe a geração da verdade. Porquê?

Jorge Rebelo (JR) - Em relação a isso há uma grande confusão. Esse conceito de geração da verdade não é meu, li no jornal Savana uma carta de um leitor, salvo erro Vali, em que ele defende que o termo próprio para essa geração seria geração da verdade. Mais tarde apareceu um outro conceito, a geração da consciência. Pessoalmente, entendo que esta discussão devia cessar porque é absolutamente irrelevante. Isto só cria confusão e é supérfluo. Em vez de estarmos a discutir isso deveríamos estar concentrados nos assuntos realmente importantes e que interessam ao país.