Ao acompanher a greve dos chapeiros, em Maputo, voltei a ler o que a 7 de Fevereiro eu havia escrito e me interrogado e o comentário da Ximbitane que num resumo fala da problematica dos transportes públicos em Maputo. Éis o comentário .
Reflectindo, deveras interessante as questões levantadas. Já me havia posto algumas das questões que constam neste artigo.
A meu ver, o público manifestante só sai a ganhar se ao manterem-se os preços respeitem-se as rotas determinadas, pois essa era uma das grandes questões da manifestação.
A FEMATRO fala dum estudo feito, a seu pedido, não sei a que instituição ou analista, que concluiu que a subida os preços do combustivel no mercado internacional estavam a desequilibrar as contas dos chapas por cá.
A alternativa é a subida do proço das tarifas, muito certo! Logo vê-se que a preocupação dos chapeiros é de longe o bem estar e conforto dos utentes dos mesmos, apenas o seu proprio bolso.
No que concerne a distribuição dos tais subsidios governamentais, hummm..., prevejo muita confusão.
Primeiro no seio dos proprios chapas, que já mal gerem as tarifas diarias (que supunha-se ser uma fonte para a renovação das frotas dos membros)e segundo do Governo (a nao ser que o Ministerio sugerido pelo Reflectindo seja criado para o efeito!!!).