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terça-feira, junho 24, 2014

Cobrador agride polícia até à morte no bairro 25 de Junho

Um agente da guarda fronteira foi agredido até à morte por um cobrador e motorista de um transporte semi-colectivo de passageiros, na noite de ontem, no bairro 25 de Junho, na cidade de Maputo.

Tudo começou quando o agente da polícia fazia se transportar numa viatura semi-colectivo de passageiros, terá havido troca de palavras entre ele o cobrador e o motorista o que culminou com uma violência sobre o agente em que estes dois puseram-se a agredir violentamente ao passageiro ate a morte.

quarta-feira, abril 04, 2012

Nhancale envia homens e máquinas para a reabilitação da avenida 4 de Outubro

E a resposta não podia ser mais rápida! Dois dias após a paralisação das chapas, em protesto contra a degradação acentuada da avenida 4 de Outubro, eis que, perante as evidências, o município da Matola, com uma rapidez fora do normal, mobiliza recursos humanos e materiais para a reabilitação do troço mais crítico daquela artéria.

terça-feira, novembro 08, 2011

Chapeiros em greve contra cobranças ilícitas pela Polícia Municipal

Foi um dia tenso, ontem, dos passageiros da rota Anjo Voador-Praça dos Combatentes (Baixa-Xiquelene), no município de Maputo, tudo porque os transportadores semi-colectivos, vulgos “chapa 100”, decidiram paralisar a sua actividade.

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Governo, FEMATRO e chapeiros (1)

Ao acompanher a greve dos chapeiros, em Maputo, voltei a ler o que a 7 de Fevereiro eu havia escrito e me interrogado e o comentário da Ximbitane que num resumo fala da problematica dos transportes públicos em Maputo. Éis o comentário .

Reflectindo, deveras interessante as questões levantadas. Já me havia posto algumas das questões que constam neste artigo.

A meu ver, o público manifestante só sai a ganhar se ao manterem-se os preços respeitem-se as rotas determinadas, pois essa era uma das grandes questões da manifestação.

A FEMATRO fala dum estudo feito, a seu pedido, não sei a que instituição ou analista, que concluiu que a subida os preços do combustivel no mercado internacional estavam a desequilibrar as contas dos chapas por cá.

A alternativa é a subida do proço das tarifas, muito certo! Logo vê-se que a preocupação dos chapeiros é de longe o bem estar e conforto dos utentes dos mesmos, apenas o seu proprio bolso.

No que concerne a distribuição dos tais subsidios governamentais, hummm..., prevejo muita confusão.

Primeiro no seio dos proprios chapas, que já mal gerem as tarifas diarias (que supunha-se ser uma fonte para a renovação das frotas dos membros)e segundo do Governo (a nao ser que o Ministerio sugerido pelo Reflectindo seja criado para o efeito!!!).