Por Tomás Queface
Agradeço pela publicação da minha carta na página dedicada aos leitores deste jornal. Sempre que um ministro, deputado, PCA ou uma figura pública nacional vai fazer um discurso quer seja numa conferência, no Parlamento ou num “workshop”, de uma coisa estamos certos: Ele vai ler no papel.
A prática de se fazer discursos sem recorrer ao rascunho remonta dos tempos do presidente Samora, que em comícios populares e na Assembleia Popular processava o seu discurso no momento da fala. Infelizmente esta prática já não existe, salvo raríssimos casos. Isto numa era onde os nossos líderes se julgam doutores e excelências.




