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quarta-feira, junho 19, 2013

Ex-ministro dos Transportes sai hoje da cadeia

António Munguambe, ex-ministro dos Transportes e Comunicações, vai sar da cadeia, esta quarta-feira, a qualquer momento, avança o jornal O País. Munguambe condenado a 4 anos de cadeia, no âmbito do chamado "caso Aeroportos", sai em liberdade condicional, por "bom comportamento", após ter cumprido dois anos.
Munguambe cumpriu a totalidade dos dois anos na cadeia civil. Recorde-se que em primeira instância, o juiz Dimas Marroa condenara Munguambe a 20 anos de cadeia, mas após recurso, o Tribunal Supremo reduziu para 4 anos.
De acordo com a página oficial do "O País", o ex-PCA dos Aeroportos, Cambaza, é o único réu que permanece na cadeia no "caso Aeroportos". Cambaza cumpre pena de 7 anos e deverá sair  no final do próximo ano, ou princípios de 2015, se estiver a demonstrar  também "bom comportamento"

Fonte: SAPO – 19.06.2013

quarta-feira, maio 25, 2011

António Munguambe: Algumas pessoas dos Aeroportos pretendiam vingar-se por terem perdido alguns cargos

Quando o caso despoletou em 2008 disse Munguambe que foi motivado por alguns descontentes dos Aeroportod de Moçambique.
É uma mentira grosseira e que deve ser investigada! É desta forma que o antigo Ministro dos Transportes e Comunicações, António Munguambe, a 23 de Outubro de 2008, perante as cameras da TIM, reagia a notícia que apontava o seu envolvimento no rombo financeiro nos Aeroportos de Moçambique.
Munguambe quis que a entrevista fosse na própria casa e assim aconteceu. Ao lado da família, o agora recluso negou tudo. O trabalho dos jornalistas foi duramente criticado na ocasião.

segunda-feira, maio 23, 2011

ANTIGO MINISTRO RECOLHE AOS CALABOUÇOS POR QUATRO ANOS

Maputo, 23 Maio (AIM) – O antigo ministro dos transportes e comunicações, António Munguambe, recolheu hoje, em Maputo, aos calabouços para cumprir uma pena de prisão efectiva por um período de quatro anos, em conexão com o “Caso Aeroportos de Moçambique”.

terça-feira, novembro 17, 2009

Partido Frelimo entre as instituições que receberam os fundos da ADM

O partido Frelimo foi uma das instituições referidas pela acusação como tendo recebido fundos drenados a partir da empresa Aeroportos
de Moçambique.
O juiz da causa referiu que, Diodino Cambaza, em colaboração com outros membros do Conselho de Administração da ADM, terá mandado retirar dos cofres da instituição que, até então dirigia, um montante avaliado em cerca de cinco milhões de meticais para o pagamento das obras de reabilitação da Escola do Partido Frelimo, na Matola.
Por outro lado, Dimas Marrôa disse, no seu despacho de pronúncia, que os réus retiraram ainda cerca de 400 mil meticais dos cofres da empresa ADM com a finalidade de pagar actividades, não especificadas, no campo de Zixaxa, arredores da capital do país.

Fonte: O País online (17.11.2009)

segunda-feira, novembro 16, 2009

Caso Aeroportos: António Munguambe admite ter recebido 33 mil dólares

O EX-MINISTRO dos Transportes e Comunicações, António Munguambe, admitiu ontem ter recebido 33 mil dólares americanos da empresa Aeroportos de Moçambique (ADM), valor que se destinaria ao pagamento de propinas dos seus filhos a cursarem na vizinha África do Sul. Munguambe disse ter recebido o valor da bolsa de estudo, em duas prestações, como fruto de um atendimento ao pedido formulado nesse sentido pela sua esposa àquela empresa.
Acrescentou que, quanto ao carro de marca Audi, que também recebeu das mãos do ex-PCA do ADM, Diodino Cambaza, António Munguambe disse que lhe foi entregue para com ele se movimentar e que foi por via de empréstimo. Contudo, ao que apontou, procedeu à devolução da viatura ainda o ano passado, embora tivesse a prerrogativa de a comprar...

Para a pronúncia do tribunal, o ex-PCA Cambaza agrava a sua situação por ter alterado, o valor do rancho mensal para a sua casa sem anuência dos seus superiores ou dos restantes colegas do CA. Ele tinha direito a gastar 30 mil meticais em comida e 10 mil em bebidas, mas, mudou tudo e passou a gastar quase o dobro deste valor...

Para as casas de mobílias por ele solicitadas a apetrechar as suas residências, a pronúncia refere que Cambaza desembolsou, a partir dos cofres da empresa, mais de dois milhões de meticais. Ainda dos cofres do ADM, ele é apontado como tendo retirado cinco milhões de meticais supostamente para custear despesas na Escola do Partido Frelimo na Matola, e outros 400 mil desembolsados para a mesma entidade, mas para apoiar a reabilitação de um pavilhão e a realização de um determinado evento no bairro de Zixaxa. Terá autorizado ainda a retirada da empresa de 62 mil dólares para a compra de uma casa a fim de oferecê-la a um jardineiro de sua confiança... Leia mais aqui

Fonte: Jornal Notícias (17.11.2009)

Adenda 1: O Canal de Mocambique tem este caso mais detalhado e com  nomes de mais pessoas envolvidas. Leia clicando aqui


Adenda 2: Sobre os envolvidos, o Canal de Mocambique descreve: No processo, o Ministério Público (MP), que representa o Estado junto do tribunal, acusa Diodino Cambaza dos crimes de “desvio de bens de forma continuada”; “desvio de fundos de forma frustrada”; “abuso de cargo e função”. Antenor Pereira é acusado de “co-autoria” nos mesmos “crimes” do seu ex-PCA.

Já o ex-ministro dos Transportes e Comunicações do primeiro governo de Armando Guebuza, António Munguambe, é acusado de ser “encobridor”. Bulande também, é acusado do mesmo crime. E finalmente, Deolinda Matos “é cúmplice”, segundo pretende provar o Ministério Público.
O despacho de pronúncia do juiz Dimas Maroa, também tem o mesmo entendimento sobre os crimes de que os réus são acusados.


domingo, dezembro 14, 2008

Não há fumo sem fogo

Quando o Canal de Moçambique escreveu sobre detenção e depois uma investigação do ex-Ministro dos Transportes e Comunicação, António Munguambe, em conexão com o caso dos Aeroportos de Moçambique, a imprensa pública, incluindo o allafrica desmentiu. Não só essa imprensa desmentiu a notícia, mas também chamou-a de uma calúnia do Canal de Moçambique. Munguambe para demonstrar que a notícia era uma simples calúnia, foi exibir-se na TV como um homem livre.

Passadas alguma semanas eis que se confirma que a Procuradoria-Geral da República (PGR) acusou o antigo ministro dos Transportes e Comunicações. Não há fumo sem fogo – o adágio popular está confirmado. E agora, António Munguambe voltará a TV para dizer que foi acusado pela PGR?

Há um outro provérbio muito útil para este caso e para os que sempre negaram a existência de corrupção e desvios de fundos dos cofres do Estado Moçambicano e eis: "Não declares que as estrelas estão mortas só porque o céu está nublado." Provérbio Árabe

O que ficou para me interrogar é a diferença entre Almirino Manhenje e companhia que foram primeiro detidos e depois acusados (se não estou em erro) e António Munguambe que é acusado em liberdade;

Também me interrogo da diferença entre António Munguambe ou seja, o caso dos Aeroportos que é relativamente mais recente, mas já foi acusado pela PGR e o da Direcção Provincial dos Antigos Combatentes de Maputo, denunciado e até publicamente e cujo dossier foi entregue ao Presidente da República pela Zauria Adamo.