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quinta-feira, junho 30, 2016

Peso da burocracia é factor de corrupção nos negócios em Moçambique

O peso da burocracia e a lentidão na administração pública em Moçambique favorecem a corrupção envolvendo o sector privado e constituem um factor de frustração para as pequenas e médias empresas, considera o "Estudo Anticorrupção do Sector Privado Moçambicano".
A pesquisa, realizada pelo Instituto de Directores de Moçambique (IoDmz), que junta gestores de empresas moçambicanas, e pelo Ethics Institute, uma ONG sul-africana que advoga o combate à corrupção, refere que as pequenas e médias empresas moçambicanas acreditam ser inevitável recorrer à corrupção para poderem sobreviver nos negócios.
"Os entrevistados acreditam que muitas empresas se envolvem na corrupção apenas por uma questão de sobrevivência. Tal pode ser para obter acesso aos contratos ou para contornar as multas ou processos reguladores", afirmou Kris Dobie, do Ethics Institute, que apresentou os resultados do estudo.
Com base em inquéritos a 29 empresas e a várias associações patronais moçambicanas, a pesquisa considera que o ambiente fiscal pesado e o facto de o Estado nem sempre reembolsar o Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) às empresas empurram os empresários para práticas fora da lei.

domingo, novembro 30, 2014

Mal-estar dentro da FRELIMO devido a ambições do Presidente de Moçambique

Em Moçambique, num artigo publicado no jornal Savana, o jornalista Marcelo Mosse dá sinais de que o Presidente cessante Armando Guebuza está a tentar acelerar a adjudicação da exploração de 15 blocos petrolíferos para ter uma palavra a dizer sobre o tema antes do final do seu mandato.

Já em relação ao negócio do gás natural liquefeito em Moçambique, o Presidente tinha sido a figura central ao anuir a exploração da Base Logística de Pemba a um consórcio liderado pela nigeriana Orlean Investments, no qual a filha Valentina tem uma participação.

segunda-feira, março 04, 2013

Inhambane e Nampula mais favoráveis ao negócio

As províncias de Inhambane e Nampula são consideradas  as mais propensas ao negócio pelo facto de oferecerem uma apreciação positiva dos factores ligados a Infra-estruturas e serviços de ordem legal, segundo um  relatório sobre o índice de Ambiente de Negócios no ano passado, em Moçambique, divulgado, na sexta-feira, em Maputo.
Da autoria da KPMG,  em parceria com a Confederação das Associações  Económicas (CTA), o documento refere que a província de Inhambane figura com uma taxa de 108.40 por cento,  seguido de Nampula com 106.06 por cento. Ler mais