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quarta-feira, junho 29, 2016

Tensão afecta sector do turismo em Moçambique

Operadores queixam-se da crise provocada pelo conflito militar.
Operadores turísticos moçambicanos queixam-se da redução de turistas que visitam o país por causa da tensão político-militar que já levou ao encerramento de algumas unidades turísticas.
Por outro lado, as agências de viagens dizem estar a enfrentar dificuldades para a exportação de capitais quando do pagamento de passagens áreas a companhias estrangeiras, devido às limitações impostas pelo Banco de Moçambique para uso de cartões de crédito, devido à falta de dólares no país.
"Vamos resolver as questões básicas, nomeadamente como vamos receber os turistas e quais sãos facilitados que criamos. As empresas já estão sufocadas, ao nível da hotelaria entramos na fase despedir os trabalhadores, no Hotel Rovuma despedimos 60 trabalhadores, fechamos a unidade de Inhaca e no Bazuruto indemnizamos todos trabalhadores e estamos a redesenhar um outro conceito de como é que vamos fazer", disse Vasco Manhiça, operador turístico. Ler mais (2016.06.27)

terça-feira, fevereiro 09, 2016

Graça Chongo diz que não há tensão militar

O Chefe do Estado-Maior General, Graça Chongo, disse que não há confrontos militares no país, em contradição aos acontecimentos ocorridos recentemente em Morrumbala, na Zambézia, e noutros distritos do centro e norte do país.
Chongo falava à margem da cerimónia do dia dos Heróis Moçambicanos, realizada na cidade de Maputo, a capital moçambicana.
 “Não há registo de confrontos entre militares no país. O que está acontecer são disparos feitos por indisciplinados”, afirmou Chongo, de acordo com o Magazine Independente, na edição do dia 09 de Fevereiro de 2016.
O general recusou ainda que as Forças de Defesa e Segurança (FDS) estejam envolvidas em ataques com os homens armados da Renamo, refutando o que este partido e a comunicação social vêm transmitindo. Chongo alegou tratar-se de “disparos de homens armados que procuram perturbar a paz”.
Contudo, recentemente a comitiva do líder da Renamo sofreu uma emboscada e pelo menos 21 mortes foram registadas e cerca de 9 mil alunos correm risco de perder o ano lectivo, segundo as autoridades de Morrumbala, devido a instabilidade política e militar que se vive.

Fonte: Ídole – 09.02.2016