Two respected establishment figures attacked the government on economic issues in articles in O Pais 17 January. Tomas Vieira Mario, chair of the Mozambican chapter of the regional press freedom body, MISA (Media Institute of Southern Africa), sharply criticised the government response to reports of increasing poverty by attacking the messenger. And Prakash Ratilal, president of Moza Banco and former governor of the Bank of Mozambique, says that “Mozambique, considered a country with huge land and water potential and which has received immense donor aid, has turned itself into a trading country, essentially importing consumer goods.”
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domingo, janeiro 30, 2011
segunda-feira, janeiro 17, 2011
Prakash Ratilal: modelo económico moçambicano não é sustentável, diz ex-governador do Banco de Moçambique
O ex-governador do Banco de Moçambique Prakash Ratilal alertou hoje que o modelo económico, seguido actualmente por Moçambique, não faz crescer a economia produtiva do país de forma sustentada, nem cria emprego.Em carta de opinião enviada aos órgãos de comunicação social moçambicanos, Prakash Ratilal, que dirigiu o banco central entre 1981 e 1986, considerou que Moçambique vive uma "grande crise" no plano da microeconomia.
"Vivemos uma grande crise no plano da microeconomia, que se arrasta há anos. A agricultura, a indústria ligeira e a agro-indústria estão a contribuir com muito pouco para o produto nacional", analisou o economista, actual presidente do Mozabanco, participado pelo português Banco Espírito Santo (BES).
Para Prakash Ratilal, o ambiente de negócios em Moçambique é caracterizado por altos custos de transacção, incluindo o preço do dinheiro, o que penaliza as pequenas e médias empresas.
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