Mostrar mensagens com a etiqueta Impeachment. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Impeachment. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, dezembro 01, 2016

Oposição da Coreia do Sul rejeita renúncia de Park e insiste em "impeachment"

Partidos de oposição da Coreia do Sul prometeram nesta quarta-feira que irão levar adiante a tentativa de afastar a presidente sul-coreana, Park Geun-hye, por meio de um processo de "impeachment", rejeitando a oferta de renúncia no meio de um escândalo crescente de tráfico de influência e conclamaram os membros do governista Partido Saenuri a unirem-se à causa.
Numa reviravolta que transferiu o fardo da resolução da crise que abala sua Presidência, Park pediu na terça-feira ao Parlamento que decida como e quando ela deveria sair, o que parlamentares oposicionistas repudiaram como uma manobra para ganhar tempo e evitar o "impeachment".
Os líderes dos três partidos de oposição, que juntos detêm 165 das 300 cadeiras do Parlamento unicameral e podem apresentar uma moção de impedimento, disseram que não irão negociar com a legenda de Park sobre a sua proposta de renúncia.
"O único caminho que sobrou é o impeachment conforme a Constituição", disse o líder do Partido Democrático, Choo Mi-ae, em uma reunião com os líderes dos dois outros partidos oposicionistas.
O líder do também opositor Partido Popular, Park Jie-won, disse que uma moção será submetida a votação na próxima sexta-feira, ou na sexta-feira seguinte, se necessário.
"O impeachment é o único caminho", afirmou. Park, que tem imunidade contra um processo sobre o caso enquanto permanecer no cargo, é acusada pelos procuradores de ter se conspirado com uma amiga, Choi Soon-sil, e permitido que ela exercesse uma influência indevida em assuntos de governo e na arrecadação de duas fundações criadas para apoiar iniciativas da mandatária.
Ela negou qualquer irregularidade, mas admitiu que foi descuidada em suas relações com Choi.

Fonte: @Verdade – 30.11.2016

quinta-feira, setembro 01, 2016

Os fatores que levaram à queda de Dilma

Após nove meses de processo, presidente não conseguiu conquistar apoio político para evitar o impeachment, apesar de ressaltar a fragilidade jurídica das provas. Entenda os motivos que levaram a esse desfecho.
1. Erros na gestão econômica
2. Falta de habilidade política
3. Isolamento e revolta do PMDB
4. Miopia política diante de problemas
5. Impacto da corrupção
6. Polarização e revanchismo

Ler aqui (Deutsche Welle)

sexta-feira, abril 08, 2016

Comissão de Impeachment avança com destituição de Dilma

A Comissão de Impeachment vai mesmo votar a destituição de Dilma Rousseff. O responsável pela avaliação do processo consi­derou que existem indícios con­tra a presidente brasileira.
Com tumultos e alguma con­fusão à mistura, Jovair Arantes leu o relatório favorável à desti­tuição de Dilma. O documento será discutido na Comissão de Impeachment, composta por 65 parlamentares, segunda-feira.
Caso a maioria dos deputados da comissão vote pelo impeach­ment, a discussão desce ao plená­rio de 513 deputados, o que deve acontecer no dia 17.
Para se concretizar a destitui­ção são necessários 342 votos (dois terços) favoráveis.

Fonte: O País – 08.04.2016