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segunda-feira, outubro 28, 2013

“Não haverá diálogo enquanto o Governo não aceitar a presença de facilitadores”, Renamo

A Renamo continua firme na decisão de não sentar-se à mesma mesa com o Governo enquanto este não admitir a presença de facilitadores nacionais. Prova disso é que nesta segunda-feira (28) não compareceu a mais uma ronda no Centro de Conferencias Joaquim Chissano e diz que informou o Executivo, através de canais apropriados, da sua indisponibilidade até que este ceda à sua exigência.
(...) Por seu turno, José Pacheco, chefe da delegação do Governo, e que esteve esta manhã no Centro de Conferência Joaquim Chissano, acusa a Renamo de ser um partido sanguinário e anti-patriótico. Diz ainda que a sessão de hoje não aconteceu porque a Renamo não se dignou a comparecer muito menos apresentar os motivos desta falta de comparência. Mas esta justificação cai por terra porque a Renamo apresentou um documento que prova que o Governo tinha a informação de que "sem facilitadores" não haveria diálogo.

Fonte: @Verdade - 28-10.2013

segunda-feira, maio 27, 2013

DIALOGO ENTRE GOVERNO E RENAMO DEVERÁ PRODUZIR RESULTADOS DENTRO DE 30 DIAS

As delegações do Governo moçambicano e da Renamo, o maior partido da oposição no país, acordaram hoje, em Maputo, durante a quarta ronda do diálogo entre ambos, o horizonte temporal de 30 dias como tempo indicativo suficiente para que o processo, em curso, produza resultados.

terça-feira, maio 21, 2013

Finalmente conhecidas primeiras propostas oficiais

Terceira ronda de diálogo Governo-Renamo

Revisão do pacote eleitoral está em cima da mesa

Maputo (Canalmoz) - Ultrapassada a questão dos pontos prévios que imperava o início da negociação, na terceira ronda de diálogo entre o Governo e a Renamo, que decorreu nesta segunda-feira, a Renamo avançou para a apresentação de dois documentos, sendo o primeiro sobre a necessidade de se adoptar acordo de princípios que vão orientar o diálogo e o segundo documento sobre questões eleitorais.
A Renamo propõe oficialmente a revisão do pacote eleitoral, a criação dos tribunais eleitorais, a composição da Comissão Nacional de Eleições (CNE) na base do princípio de paridade, adopção de critérios da selecção dos brigadistas entre outros aspectos.
Na sequência destas propostas, o Governo, segundo disseram os chefes das duas delegações, pediu tempo para ir consultar a sua assessoria jurídica para ver se “pode adoptar integral ou parcialmente ou não”. Ler mais